Por Philip Pullella
CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O papa Bento 16 expressou nesta quinta-feira a preocupação profunda da Igreja Católica com 'a hostilidade e o preconceito' contra o cristianismo verificados na Europa, dizendo que o secularismo crescente é tão negativo quando o fanatismo religioso.
Na mensagem do Dia Mundial da Paz da Igreja Católica, comemorado em 1 de janeiro, ele também reiterou suas condenações recentes à falta de liberdade religiosa em países do Oriente Médio onde os cristãos formam uma minoria, como o Iraque e a Arábia Saudita.
Bento 16 disse que os cristãos são o grupo religioso mais perseguido do mundo e que é 'inaceitável' que em alguns lugares eles tenham que colocar suas vidas em risco para poderem praticar sua fé.
Mas ele falou com mais contundência sobre a Europa, onde a Igreja diz estar sendo atacada por alguns governos e instituições europeias, em questões como o casamento homossexual, o aborto e o uso de símbolos religiosos cristãos em locais públicos.
'Manifesto também minha esperança de que no Ocidente, e especialmente na Europa, seja encerrada a hostilidade e o preconceito contra cristãos pelo fato de eles estarem determinados a orientar suas vidas de maneira consistente com os valores e princípios expressos no Evangelho', disse ele na mensagem.
'Que a Europa, em vez disso, se reconcilie com suas raízes cristãs, que são fundamentais para compreender seu papel passado, presente e futuro na história', disse ele.
A mensagem, este ano intitulada 'Liberdade Religiosa, o Caminho para a Paz', é tradicionalmente enviada a líderes mundiais e instituições nacionais e internacionais, como as Nações Unidas.
CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O papa Bento 16 expressou nesta quinta-feira a preocupação profunda da Igreja Católica com 'a hostilidade e o preconceito' contra o cristianismo verificados na Europa, dizendo que o secularismo crescente é tão negativo quando o fanatismo religioso.
Na mensagem do Dia Mundial da Paz da Igreja Católica, comemorado em 1 de janeiro, ele também reiterou suas condenações recentes à falta de liberdade religiosa em países do Oriente Médio onde os cristãos formam uma minoria, como o Iraque e a Arábia Saudita.
Bento 16 disse que os cristãos são o grupo religioso mais perseguido do mundo e que é 'inaceitável' que em alguns lugares eles tenham que colocar suas vidas em risco para poderem praticar sua fé.
Mas ele falou com mais contundência sobre a Europa, onde a Igreja diz estar sendo atacada por alguns governos e instituições europeias, em questões como o casamento homossexual, o aborto e o uso de símbolos religiosos cristãos em locais públicos.
'Manifesto também minha esperança de que no Ocidente, e especialmente na Europa, seja encerrada a hostilidade e o preconceito contra cristãos pelo fato de eles estarem determinados a orientar suas vidas de maneira consistente com os valores e princípios expressos no Evangelho', disse ele na mensagem.
'Que a Europa, em vez disso, se reconcilie com suas raízes cristãs, que são fundamentais para compreender seu papel passado, presente e futuro na história', disse ele.
A mensagem, este ano intitulada 'Liberdade Religiosa, o Caminho para a Paz', é tradicionalmente enviada a líderes mundiais e instituições nacionais e internacionais, como as Nações Unidas.