Saudações Plenas,
Lanço aqui um tema para debate nesta semana que entra. Trata-se de uma lei que entrou em vigor em 2004 no Rio Grande do Sul (inclusive andam confundindo pela internet que ela seja uma lei federal) a partir de um projeto de lei do na epoca deputado estadual (atualmente vereador) Edson Portilho.
O projeto era para que fosse inserido um parágrafo na lei de proteção aos animais, de que, esta não valeria para os animais sacrificados em cultos afros (não sei porque o detalhe dos afros), enfim... o projeto levou o número 282/2003 e no site http://www.al.rs.gov.br/ poderão le-la na íntegra.
Mais a questão aqui é, por se tratar de um espaço onde a reflexão sobre a religiosidade é uma das principais razões desta comunidade existir. Qual a sua posição em relação ao sacrificio de animais em cultos religiosos? Como ficar o artigo da Constituição que fala no direito da prática religiosa e a Declaração dos Direitos dos Animais da Unesco. Nesta Declaração, fala-se do sacrificio permitido para fins cientificos mas se utilizando de anestesia para que o animal não sofra nem sinta dor. Ou seja, em um culto religioso, não é possivel ter um anestesista. .. como fica então? O que acha do assunto? De sua opinião. Vamos debater.
Eu sou contra aquilo que é feito com os animais dentro do macumbeirismo, acho de uma covardia fora do comum, porém negar liberdade aos cultos afros, não sei se seria um bom caminho, pois abriria precedentes, para coibir práticas de outras religiões!
Um "direito" é a conseqüência de um imperativo moral.
Se devemos nos abster de executar um ato em relação a um ser, então esse ser tem o "direito" de que o ato não seja executado sobre ele.
Por exemplo, se nossa consciência nos diz que não devemos assassinar o próximo, então o próximo tem o direito de não ser assassinado.
O mesmo vale para: não devemos maltratar animais - os animais têm direito de não serem maltratados. Dizer que animais têm direito não é outra coisa.
Vocês é que têm medo de que falar em direitos dos animais seria endossar aos militantes anti-humanos - NÃO É.
Quanto ao sacrifício, o Judaísmo e o islã também incluem sacrifícios, então se vocês aceitam estes sacrifícios, o problema da macumba não pode ser meramente os sacrifícios.
Toda religião que inclui sacrifício animal está errada porque o sacrifício que o senhor Jesus fez na cruz é final e perfeito. Ele mesmo disse repetidas vezes que queria compaixão e não sacrifício.
Toda religião que inclui sacrifício animal está errada porque o sacrifício que o senhor Jesus fez na cruz é final e perfeito. Ele mesmo disse repetidas vezes que queria compaixão e não sacrifício.[2]
Toda religião que inclui sacrifício animal está errada porque o sacrifício que o senhor Jesus fez na cruz é final e perfeito. Ele mesmo disse repetidas vezes que queria compaixão e não sacrifício.[(4)
Ja perguntei isso a gente muito religiosa e conhecedora e tal, mas o maximo de explicacao que tive foi: eh assim porque ta na biblia, ou isso nao nos cabe entender, apenas aceitar....mas a pergunta lanco aqui....quem sabe nao tem alguem que saiba?
Por que Deus precisou de sacrificio de sangue? Por que que tinha que imolar animais, por que precisou mandar Jesus para ser sacrificado?
Alguem entende por que Deus preferiu, necessitou, esse jeito mais pesado para que as as pessoas terem alguma chance de terem pecador perdoados?
Ele, que pode tudo, poderia conseguir tal efeito de qualquer outro jeito que escolhesse, como ajudar a cair uma ficha no ser humano pra ele nao pecar mais, etc....
Por que sera que tem que ser sacrificando uma vida?
O pessoal macumbeiro explica que esses sacrificios sao porque nao sei que seres sao apegados aa terra, teem fome de carne ou sangue, ou maldade, por isso curtem esses rituais de matanca.(bom, eu nao entendo disso, entao, algum macumbeiro nao se irrite se isso for bobagem)
Mas Deus nao estaria num outro nivel? Por que uma morte como barganha?
Acho que eh uma pergunta imperguntavel, mas alguem entende isso?
Mas Deus nao estaria num outro nivel? Por que uma morte como barganha?
Acho que eh uma pergunta imperguntavel, mas alguem entende isso?
Indo por parte, Deus não está em outro nível. Essa possibilidade Lhe feriria o atributo da onipresença. Quanto a morte, digamos de Cristo, Lhe sucede a Ressurreição, o que é fato inquestionável. A Trindade é a manifestação mais "acabada" de Deus que cabe aos mortais.
Mas é um ato simbólico que visa a recordação do Calvário. Para um cristão só tem um jeito de "repetir" a imolação de Cristo: derramar seu próprio sangue.
nao amigo, no catolicismo nao é nada de simbolico, pro protestantismo é. a doutrina da Igreja diz que a missa É a imolação de Cristo, e não uma lembrança nem costume ou representação. agora o sacrificio é incruento, onde nao há derramamento de sangue.
A parte 'em outro nivel' eh a menos importante do que perguntei, e pode bem ser melhor expressa por onipotencia, onipresenca, onisciencia, alfa e omega, tudo que existe, etc, e tal.
Justamente por tudo isso que eu fico sem entender porque esse Ser que eh tudo e Todo Poderoso escolheu, ou escolheria, sacrificios de sangue e morte, mesmo do Seu Filho....sem isso nao tem expiacao, nem salvacao, nem nada.
Pra todo mundo que tem fe me parece que eh 'porque assim que ta na Biblia, nao entendo e Deus nao quer que entendamos...apenas que aceitemos'. Isso os que ja tentaram entender....a maioria eh mais docil e aceita sem nunca terem essa pergunta.
Pode ser que haja uma explicacao ate razoavel e que alguem a tenha.
Por isso postei aqui.
mesmo q nao tenha o sofrimento ele se repete. agora se quiser entender melhor vc vai no montfort, catecismo de sao pio x e nos doutores da Igreja, q eu sou só um mero mortal que nao entende mt em profundidade dessas questoes.
Para todo mundo que tem fé me parece que é 'porque assim que tá na Biblia', não entendo e Deus não quer que entendamos...apenas que 'aceitemos'. Isso os que já tentaram entender....a maioria é mais dócil e aceita sem nunca terem [feito] essa pergunta.
Quando você aceita é fé, quando você entende é razão. A distância entre uma coisa e outra, pode ser o infinito. Se você quiser tirar a prova dos nove, basta pegar um crédulo e um racional, é difícil construir uma ponte entre os dois. E o mais incrível é que os dois podem e, normalmente estão, no mesmo sujeito.
O sacrifício animal instituído por Deus através de Moisés era para servir de lembrança constante da gravidade dos pecados.
O sujeito que pecasse, sofria um prejuízo material enorme com a perda de um animal de produção, ou, se tivesse apego afetivo ao animal, sofreria ainda mais em seu coração.
Também servia para a comunhão do povo judeu, pois as refeições derivadas dos sacrifícios seriam comunitárias e também era o trabalho e sustento dos levitas (sacerdores).
Há muitos mistérios acerca disso e esses são apenas alguns aspectos.
Deus se importa com os animais e Ele não os criou meramente para nosso consumo e entretenimento.
O primeiro emprego que Deus deu a Adão era justamente o de conviver com os animais e lhes atribuir nomes.
Depois Ele fez uma aliança com eles após o dilúvio e alterou seu relacionamento com o homem, fazendo concessão ao consumo de sua carne devido à nossa natureza pecaminosa irrecuperável e para prefigurar o sacrifício final com Cristo que viria mais tarde.
Em Jonas, Deus menciona os animais como outro motivo para não destruir Nínive. Ele também deu voz ao burrinho de Balaão. O anjo que apareceu depois para castigar esse profeta disse que pouparia a vida do burrinho e tiraria a dele.
Jesus disse que queria compaixão e não sacrifício. O sacrifício perfeito de Jesus foi para dar salvação a quem crer Nele e também colocou fim no sacrifício dos animais. Ele disse que nem mesmo as pequenas aves que são vendidas por mixaria seriam esquecidas de Deus.
Em Efésios consta que o plano de Deus é reunir toda a criação tendo Cristo como cabeça.
Em Romanos, Paulo nos diz que toda a criação espera para ser redimida e libertada da corrupção.
No Apocalipse, é explicado que os animais receberão vozes para louvar ao Senhor também.
Enfim, há bastante mistério nisso, mas a Bíblia dá muitas pistas.
Obrigada, pessoal. Quem ja foi no site e ja achou alguma coisa interessante, e quiser postar aqui....
Irei dar uma olhada la tambem.
Fernando, essa sua resposta 'O sacrifício animal instituído por Deus através de Moisés era para servir de lembrança constante da gravidade dos pecados.' eh parecida com a que me respondeu um estudioso. Qdo perguntei por que Deus escolheira uma forma tao 'barra pesada', sendo Deus Todo Poderoso, capaz de conceber n outros meios, ele me disse, (alem de que nao nos cabe entender, soh aceitar)que eh porque o pecado EH 'barra pesadissima' na Criacao, aos olhos de Deus, etc! Bom, eu acho que mais que isso nao ha!
Obrigada pelo seu post todo e pela boa vontade sua e dos demais que me responderam.
O animal foi feito para o homem (ainda que tenha sido criado antes do próprio homem) e não o contrário.
Gênesis diz: "E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra."
. O animal foi feito para Deus e Ele afirma que eles são Dele.
Nós homens somos apenas mordomos da criação.
Ainda que Deus nos conceda o domínio, não é para o nosso abuso perverso.
Defender rinha de galo é coisa de direitista burro.
Como se a esquerda já não tivesse a faca e o queijo na mão ainda aparecem com uma dessas. É cada uma...
O direitista brasileiro come muita mosca e, como bobocas, incorporam os piores estereótipos que os esquerdinhas criam por tabela.
"Ah, os esquerdistas pregam isso e aquilo então eu vou fazer 100% ao contrário deles e me opôr diametralmente em tudo inventando justificativas para o que existe de pior. Se defende direitos dos animais, vou defender rinha de galo e outros maus tratos." <- pensamento burro!
Enquanto vocês não atacarem as idéias esquerdistas agindo do jeito certo, vocês sempre servirão de saco de pancadas e espantalho igual ao têm sido o DEM, o PSDB, etc.
Um dos pontos básicos que atestam a supremacia MORAL do Cristianismo (mas não só dele) sobre muitas outras religiões, foi o banimento do sacrifício de animais, substituído pelo sacrifício do Cordeiro de Deus.
Notem que o sacrifício com sangue foi e ainda é realizado nas mais diversas seitas e religiões, em toda a historia humana. Muito mais do que mero simbolismo, o sangue é o "veículo" que transporta a ENERGIA (oxigênio), para todos os órgãos do corpo humano ou animal.
Portanto, o sacrifício com SANGUE é o meio pelo qual as seitas e religiões INFERIORES ou RUDIMENTARES pretendem a manipulação da ENERGIA - que é a base da nossa realidade.
Sacrifício no Judaísmo
No Judaísmo, o sacrifício é conhecido como Korban, palavra oriunda do hebreu karov, que significa "vir para perto de Deus".
Sacrifício no Islã
O sacrifício de um animal, em língua árabe, se diz Qurban (قُرْبَان). No entanto, a palavra possui em certas regiões uma conotação pagã. Na Índia, porém, a palavra qurbani é utilizada para o rito islâmico de sacrifícios de animais.
Candomblé
Uma pessoa especializada no sacrifício, o Axogun, que tem tal função na hierarquia sacerdotal, é quem o realiza ou, na sua falta o babalorixá. O Axogun não pode deixar o animal sentir dor ou sofrer porque a oferenda não seria aceita pelo Orixá. O objeto do sacrifício, que é sempre um animal, muda conforme o Orixá ao qual é oferecido; trata-se, conforme a terminologia tradicional, ora de um animal de duas patas, ora de um animal de quatro patas, galinha, pombo, bode, carneiro. Na realidade não se trata de um único sacrifício: sempre que se fizer um sacrifício a qualquer Orixá, deve ser antes feito um para Exú, o primeiro a ser servido.
Um sacrifício humano consiste no ato de sacrificar um ou mais seres humanos para algum fim, usualmente de cunho religioso. Tal prática remonta desde a Antiguidade, quando matavam-se pessoas ritualmente de forma que agradasse algum deus ou força espiritual. Apesar das tentativas de se eliminar tais práticas, ainda há alguns grupos ou culturas que praticam sacrifícios humanos.
- Algumas civilizações da atual América Central praticavam o sacrifício humano. Os Astecas eram um caso especial pois praticavam tal sacrifício em grande escala; um sacrifício humano seria feito todos os dias para ajudar o Sol a nascer, em homenagem ao grande templo de Tenochtitlán, entre outros.
- Na antiga religião da Escandinávia também se praticavam sacrifícios humanos.
- Existem vestígios de que a cultura pré-helênica Minóica praticava sacrifícios humanos. Corpos sacrificados foram encontrados em numerosos locais na cidadela de Cnossos em Creta.
O mito de Teseu (ou Theseus) e do Minotauro (situado no labirinto de Knossos) evidencia que o sacrifício humano era comum. No mito, diz-se que Atenas enviou sete rapazes e sete raparigas para Creta como sacrifício ao Minotauro.
- Muitas pessoas na Índia são fiéis de uma religião chamada Tantrismo; pequena percentagem de praticantes Tantricos sem escrúpulos induzem pessoas ao sacrifício humano, com a promessa de provocar a gravidez em casais estéreis (ver Leituras Adicionais). Na Eneida de Virgilio a personagem Sinon declara que estava destinado a ser um sacrifício humano a Poseidon para acalmar os mares (claro que Sinon mentia).
Discordo totalmente de você.
Como disse Santo Agostinho: "Cremos para entender, e entendemos para crer melhor". A razão anda de mãos dadas com a fé; não consigo imaginar uma sem a outra.
Vejo muito mais "fé cega"/"fé burra" na pseudo ciência que é vigente por aí.
A fé é sensível e inteligível. O componente sobrenatural estaria nas experiências que você vive, naquilo que você esperencia na intimidade com Deus.
Eu acho incrível que para qualquer fiel ter o respeito dos ateus como uma pessoa com um encéfalo é preciso ter na ponta da língua a resposta completa para qualquer pergunta de teologia, história da Igreja e/ou costumes.
Por acaso os que dizem acreditar na teoria da evolução a conhecem totalmente, plenamente, leram todos os escritos de Darwin, tudo sobre a história dele; e claro, todos os escritos feitos depois dele??
A Igreja de Cristo tem 2.000 anos de história. Só isso! Com todos os santos, papas, fiéis, estudioso, etc, etc, etc. Sem levar em consideração todo o Antigo Testamento.
Se qualquer filho de Deus sob a face da terra buscar entender as grandes questões teológicas da Igreja verá que é muito, mas muito mais complexo do que saber o que é comunismo e liberalismo; exigem muito tempo de estudo - e nem tão é um conhecimento que dá para ser elucidado em um post (ou vários).
Sinceramente, acho injusto essa exigência absurda dos fiéis de darem conta de todos os assuntos da Igreja. Até porque cada um se aprofunda mais naquilo que sente necessidade de "entender para crer melhor".
Luís Fernando,
Uma correção:
o sacrifício de Cristo não se repete na missa, ele se atualiza. A diferença está no fato de que ele não acontece, acaba e acontece de novo; o sacrifício de Jesus se perpetua por todo o tempo, até a volta dEle.
Vitor, parece meio psicologica essa coisa, mas nao logica.
Relendo o que ta por tras do sacrificio, como vc bem exlicou aqui:
'Exterminar o pecado sem o extermínio do pecador requer necessariamente que este seja separado daquele, o que coloca o homem numa verdadeira encruzilhada: como fazer isso? Em resposta a este dilema, diversas civilizações tentaram "transferir" o pecado para uma outra criatura, apartando assim o pecador do seu pecado. Feito esse processo, o receptáculo do pecado poderia ser morto, e por tabela, o pecado tão detestado também morreria com ele.'
so teria sentido se o ser humando deixasse de ser pecador num passe de magica apos a matanca. Matou um bicho, se livrou daquele pecado, e de todos que voltaria a cometer a partir do minuto seguinte, por penbsamentos, obras e omissoes...mas como ser humano eh pecador, dai a opouco ele comete outro. So se ele fosse matando um bicho a cada dia, ou hora ou a cada pecado e ia acabar com eles todos. Ou o ser humano nao fosse mais ser humanoi e virasse um ser angelical. Mas nao adiantava matar um animal....o pecado voltaria! Pois a natureza do himem eh de pecador.
Mesmo com Jesus nao so as pessoas continuam pecando e o fato do sacrificio sozinho de Jesus nao basta pra salvacao: sao necessarias outras coisas, como aceitar Jesus, crer em Jesus, e dependendo de cada religiao crista, sao necessarias algumas outras coisas.
No Antigo Testamento os judeus sacrificavam animais a Deus. A partir da era cristã, depois do Sacrifício definitivo de Nosso Senhor no Calvário, sacrificar animais não faz mais sentido.
Também concordo que é loucura formular um código de "direitos" para animais, mas a moral cristã ensina que não devemos maltratá-los ou tirar a vida deles sem um motivo razoável que o justifique.
Isto é, se você quer matar um boi para fazer um churrasco ou para comercializar o couro, ótimo, é uma justificativa razoável. Mas acho uma completa estupidez a atitude de índivíduos que pratica a tal "caça esportiva", ou seja, matam bichos que receberam de Deus a dádiva da vida por pura frivolidade e frescura! (inclusive muitas espécies que correm o risco de serem para sempre extintas) "Caça esportiva" é uma completa falta do que fazer, uma viadagem sem tamanho!...
Primeiramente, todo processo psicológico possui "lógica" (para usar seu termo, usando outro: tem coerência interna). Caso não fosse assim o indivíduo surtaria, entraria em confusão mental profunda (e confusão mental é um termo de diagnóstico psicológico).
Até esquisofrênicos (aqueles doidos, doidos mesmo, que você vê rasgando dinheiro, comendo cocô) tem coerência, "lógica" em seus processos psicológicos. As idéias deles podem não partilhar da realidade dividida com toda a humanidade, mas tem coerência interna. Inclusive uma das técnicas de tentar fazer com que o indivíduo que está em delirium perceba e volte a si é tentar "quebrar a lógica" do raciocínio dele.
Enfim, isso tudo para dizer que processos psicológicos não são contrários a "lógica" ou a razão, pelo contrário, de modo geral são "sinônimos", na medida em que andam sempre juntos. ^^
Quanto aos sacrifícios de animais eu não conheço muito a respeito, mas o pouco que sei é que e fato os sacrifícios os sacrifícios estirpavam os pecados das pessoas presentes, e isso não era por mágica, mas por intervenção divina direta. Depois da vinda de Jesus além de termos o sacrifício do próprio Cristo na missa, temos o sacramento de cura, que é a confissão. Por meio da confissão recebemos a absorção dos pecados que cometemos pela mesma interseção divina; e oferecemos sacrifícios para o agrado de Deus - a penitência - não porque Ele precisa, mas porque é bom para nós e para a nossa salvação sabermos nosso lugar na criação e sentir um pouco (infimamente pouco) do que Cristo fez por nós.