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As origens marxistas do Politicamente Correto

Iniciado por cristiano em 20/12/2010 · 17 mensagens

cristiano#1
As origens marxistas do Politicamente Correto reveladas

O que é Politicamente Correto? O "Politicamente Correto" é nada mais que marxismo traduzido dos termos econômicos para o cultural.

Os paralelos são óbvios. Primeiro, tanto o marxismo econômico clássico quanto o cultural que é o Politicamente Correto são ideologias totalitárias. Ambas insistem em "verdades" que são contrárias à natureza humana e experiência. Contrariamente ao marxismo econômico, não há uma tal coisa chamada "sociedade sem classes" e estímulos econômicos importam. Contrariamente ao Politicamente Correto, homens e mulheres são diferentes, assim como seus papéis naturais na sociedade; grupos étnicos e raciais têm características específicas; e homossexualismo é normal. Na medida em que as pessoas aceitarão as "verdades" ideológicas se forem forçadas, elas serão forçados – pelo completo poder do estado, se os Marxistas de ambas as classes puderem controlá-las.
cristiano#2
O segundo paralelo é que tanto o marxismo clássico quanto o cultural têm explicações de simples fatores da história. Marxismo clássico argumenta que toda história foi determinada pela posse dos meios de produção. Os marxistas culturais do Politicamente Correto dizem que a história é explicada por grupos os quais —definidos por sexo, raça, e normalidade sexual— têm poder sobre outros grupos.

O terceiro paralelo é que ambas variedades de marxismo declaram certos grupos virtuosos e outros maus a priori, sem consideração pelo real comportamento dos indivíduos. Assim, marxismo econômico definia trabalhadores e camponeses como maus, e marxismo cultural define negros, hispânicos, feministas, homossexuais e algumas outras minorias como virtuosas e homens brancos como maus. O Politicamente Correto não reconhece a existência de mulheres não-feministas e define negros que rejeitam suas ideologias como brancos.
cristiano#3
O quarto paralelo é em meios: expropriação. Marxistas econômicos expropriaram a propriedade das classes media e mais alta e deram-na ao Estado. Marxistas culturais, nos campus e no governo, estenderam penalidades para homens brancos e deram privilégios a grupos que eles favorecem. A ação afirmativa é um exemplo desse tipo de expropriação.

Finalmente, ambos tipos de marxismo empregam um método de análise prometido a mostrar a correição de sua ideologia em toda situação. Para marxistas clássicos, o método é o marxismo econômico. Para marxistas culturais, o método é a lingüística: desconstrução. A descontrução primeiro remove todo significado dos "textos", para inserir então novo significado: um caminho ou outro, o texto ilustra a opressão das mulheres, negros, homossexuais etc., por homens brancos e a cultura Ocidental. O significado pretendido do autor é irrelevante.
cristiano#4
Esses paralelos não são coincidência. Eles existem porque o marxismo cultural do Politicamente Correto é, em verdade, derivado do marxismo clássico econômico, grandemente através do trabalho da Escola de Frankfurt.

Seguindo a Primeira Guerra Mundial, marxistas europeus encararam uma questão difícil: por que o proletariado por toda Europa não entrou em revolução e estabeleceu uma nova ordem marxista, como dizia sua ideologia? Dois importantes pensadores marxistas, Antonio Gramsci na Itália e Georg Lukacs na Hungria, vieram com uma resposta: a cultura ocidental. Cultura ocidental assim blindou os trabalhadores de seus verdadeiros interesses de "classe". Assim, antes que o socialismo pudesse vir ao poder, a cultura ocidental tinha que ser destruída. Lukacs, em 1919, colocou a questão, "Quem nos salvará da Civilização Ocidental?" Como Sub-Comissário da Cultura no governo bolchevique de Bela Kun naquele mesmo ano, a primeira coisa que ele fez foi introduzir educação sexual nas escolas húngaras.
cristiano#5
A conexão entre a Escola de Frankfurt e a rebelião estudantil dos anos 60 foi feita principalmente por um membro-chave da Escola de Frankfurt, o judeu Herbert Marcuse—o homem que nos anos 60 cunhou a frase, "Faça amor, não faça guerra". O livro de Marcuse "Eros e Civilização" argumentou que as ferramentas com as quais a cultura Ocidental seriam destruídas eram, em verdade, sexo, drogas e rock ‘n’ roll. Ele popularizou as idéias da Escola de Frankfurt de modo que os ‘estudantes radicais dos anos 60 pudessem entender e absorver, e nós agora sabemos que esse trabalho é o Politicamente Correto.

Assim, esse é o segredo sujo do Politicamente Correto: é marxismo, marxismo traduzido da economia para a cultura. Nós sabemos o que o marxismo econômico fez com a União Soviética. Nós vamos permitir que o marxismo cultural faça o mesmo com os Estados Unidos?

http://roberto-cavalcanti.blogspot.com/
cristiano#6
up.
edson_6#7
Este texto de William S. Lind expõe claramente as raízes marxistas das tais revoluções culturais.

Porém, não deixemos de lembrar a tal Revolução Cultural Chinesa que também teve como principal alvo os jovens, que eram transformados em idiotas úteis, para serem propagadores das mudanças culturais marxistas.

Ela tinha como principais alvos, Buda e Confúcio, pois suas ideias eram os fundamentos da cultura tradicional chinesa e, portanto, inimigos a ser combatidos. Tudo que se referia a estes duas figuras históricas essenciais à história chinesa era destruído ou pelo menos ocultado e até mesmo reinterpretado de acordo com os preceitos socialistas.

A nossa, ao contrário da do Oriente, é gradual e imperceptível à maioria das pessoas, pois ela se dá sem o recurso extremo da violência, recorrendo-se à mídia e a meios culturais como a música para conseguir seus feitos.

Ela se dá também pelo encanto que o novo exerce na maioria dos mais jovens, vítimas preferidas, até porque elas serão os pais de amanhã e futuros formadores de opinião.

Por favor, vamos dar atenção a este tópico criado pelo Cristiano e não ao outro que é pura trollagem.
rodrigo_6#8
Vou tuitá-lo.
leandro_8#9
ate que enfim esse cara postou algo que preste..
marcel#10
Porque não é dele: quem escreveu este texto não foi o Roberto, foi o William Lind, um controvertido analista militar americano. Mesmo a tradução não é dele (e está com diversos erros), é de um indivíduo chamado Eduardo Ribeiro, e foi publicado também em um sítio nazista chamado "stormfront" - imagino que pela sugestão de que "grupos étnicos e raciais têm características específicas" (SIC).
leandro_8#11
e por isso que o ocidente esta na decadencia que esta, por as pessoas tem medinho de defende-lo porque podem ser chamadas de "nazistas" ou "fascistas", ninguem quer desagradar o politicamente correto...
marcel#12
Falsa dicotomia: o mundo não está dividido entre fascistas e políticamente corretos, apesar de tanto estes quanto aqueles forçarem esta visão binária.
leandro_8#13
ora, mas se eu defendo a igreja catolica, a europa, critico o gayzismo ou defendo o direito do cidadão de bem ao porte de armas ja sou automaticamente classificado como um fascista....
marcel#14
De modo algum, Leandro! Obviamente, isso não faz de ninguém um fascista.

Da mesma forma como eu demonstro a falácia de argumentos baseados em estatísticas (cum hoc ergo propter hoc é o nome desta falácia específica) na linha do panfleto racista "The Bell Curve", e igualmente demonstro que este tipo de falácia tem sido usada para disseminar preconceitos e hate speech e idéias francamente fascistas sob uma cortina de fumaça pseudocientífica, e ainda assim não sou um "assecla do politicamente correto".
marcel#15
Deixei passar: ao menos neste tópico o "Cristiano" se apresentou, ainda indiretamente, como quem é de fato, o Roberto Cavalcanti. Eu chego a rir com as elocubrações furadas a respeito da identidade real desse bogus; chegaram até a citar os HDB em outro tópico, heheheeh...
luiz_3#16
Esse idiota postou isso pra tentar salvar a imagem dele, pois viu que a batata dele tah assando!...
g_orkut_3#17
Este texto da Linda Kimball também dá uma explicação sintetizada da origem e das táticas do marxismo cultural:

http://www.americanthinker.com/2007/02/cultural_marxism.html

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