Vou postar aqui o texto que postei na comunidade de história. Talvez alguém se interesse pela discussão.
Ernesto Guevara, Andreas Baader e Dilma Rousseff
De tempos em tempos aparecem seres humanos completamente malucos, sem qualquer domínio sobre as próprias faculdades mentais. Eles geralmente se juntam a outros malucos ou ganham legiões de súditos doidos com fim de chegar ao poder, ou tentar obtê-lo ou mantê-lo a QUALQUER CUSTO, para satisfazer suas necessidades sociopatas e insanas sobre as mais diversas justificativas, que vão desde o desejo de controlarem à tudo e à todos à simplesmente saciar sadismos psicóticos.
Vocês já ouviram falar de Gaius "Calígula"? Claudius Nero? Carlos VI? Robespierre? Antôno Conselheiro? Joseph Stálin? Adolf Hitler? Andreas Baader?
Vou falar sobre o Grupo Baader-Mainhoff ou Facção do Exército Vermelho (RAF). O Grupo foi fundado pelo jovem alemão Andreas Baader, sua namorada Gudrun Ensslin e sua colega jornalista Ulrike Mainhoff, militantes esquerdistas lúnaticos que aterrorizaram a Alemanha nas décadas de 60 e 70, sob o pretexto de lutar contra o "imperialismo americano". Eles fizeram treinamento com terroristas islâmicos, sequestraram aviões, explodiram edifícios e mataram pessoas como matavam baratas. Quando finalmente capturados, pegaram prisão perpétua.
Andreas Baader era o Che Guevara alemão. Naquela época, as jovens alemãs o admiravam, muitos jovens alemães queriam ser como ele. O tempo e os fatos mostraram àqueles jovens alemães que eles estavam enganados. Que de fato eles haviam admirado quando jovens apenas um bandido, um sem-caráter manipulador, um assassino frio e um torturador.
Na Alemanha passou. Mas no Brasil e na América Latina o tempo não caminha cronologicamente, mas anda sob a era geológica. Enquanto na alemanha os jovens são educados e lêem vorazmente sobre a história de seu país; no Brasil a História não basta. É preciso desenterrar os fatos e tascar na cara dos brasileiros; e muitos, ainda assim, com os cérebros lavados, colocam as mãos sobre os rostos e se recusam animalescamente a enxergar a VERDADE que está diante de seus olhos.
Vocês já ouviram falar de Gaius "Calígula"? Claudius Nero? Carlos VI? Robespierre? Antôno Conselheiro? Joseph Stálin? Adolf Hitler? Andreas Baader?
Vou falar sobre o Grupo Baader-Mainhoff ou Facção do Exército Vermelho (RAF). O Grupo foi fundado pelo jovem alemão Andreas Baader, sua namorada Gudrun Ensslin e sua colega jornalista Ulrike Mainhoff, militantes esquerdistas lúnaticos que aterrorizaram a Alemanha nas décadas de 60 e 70, sob o pretexto de lutar contra o "imperialismo americano". Eles fizeram treinamento com terroristas islâmicos, sequestraram aviões, explodiram edifícios e mataram pessoas como matavam baratas. Quando finalmente capturados, pegaram prisão perpétua.
Andreas Baader era o Che Guevara alemão. Naquela época, as jovens alemãs o admiravam, muitos jovens alemães queriam ser como ele. O tempo e os fatos mostraram àqueles jovens alemães que eles estavam enganados. Que de fato eles haviam admirado quando jovens apenas um bandido, um sem-caráter manipulador, um assassino frio e um torturador.
Na Alemanha passou. Mas no Brasil e na América Latina o tempo não caminha cronologicamente, mas anda sob a era geológica. Enquanto na alemanha os jovens são educados e lêem vorazmente sobre a história de seu país; no Brasil a História não basta. É preciso desenterrar os fatos e tascar na cara dos brasileiros; e muitos, ainda assim, com os cérebros lavados, colocam as mãos sobre os rostos e se recusam animalescamente a enxergar a VERDADE que está diante de seus olhos.
Se Andreas Baader tivesse nascido 20 anos antes, sem dúvida ele seria um brilhante torturador da SS. Se ele tivesse nascido 20 anos depois, com certeza seria mais um integrante de grupos neo-nazistas. Como suas "idéias" afloraram na década de 60, assim como Guevara, o que sobrou para ele foi o socialismo.
Os Alemães já tinham passado por uma experiência ditatorial "socialista". E não iam querer outra. Na Alemanha, diferente do Brasil, o povo jamais aceitaria colocar um ex-integrante do Grupo Baader-Mainhoff no poder. Um terrorista, um assassino, ou um sujeito que colaborou para matar pessoas e para subverter a ordem do país.
Os Alemães já tinham passado por uma experiência ditatorial "socialista". E não iam querer outra. Na Alemanha, diferente do Brasil, o povo jamais aceitaria colocar um ex-integrante do Grupo Baader-Mainhoff no poder. Um terrorista, um assassino, ou um sujeito que colaborou para matar pessoas e para subverter a ordem do país.
O fato é que bons homens sempre lutaram e sempre lutarão contra esses lunáticos e "revolucionários" que aparecem de tempos em tempos.
