Interessante discussão na comunidade do Uriel:
Jesus no Cristianismo versus Jesus no Islamismo
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Aquele topicou jah virou uma confusao soh.
Vejam, teve ateh cristao ortodoxo concordando com a visao Islamica de que Jesus voltarah para quebrar as cruzes e proclamar a vitoria do Isla.
O que a filosofia perene nao faz com a cabeca das pessoas, nao?
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Jesus no Islamismo
O Alcorao trata Jesus por profeta em altissima consideracao, e concorda com a Biblia sobre o milagre do nascimento de Jesus (Virgindade de Maria).
Todavia, o livro sagrado para os muculmanos claramente condena a divindade de Cristo, o que eh um "downgrade" para os cristaos, jah que entendemos que Nosso Senhor Jesus Cristo eh a encarnacao do Verbo Divino, o nosso Salvador.
O Alcorao tambem nega que Cristo tenha morrido na cruz: os muculmanos acreditam que Jesus subiu aos ceus e nao foi crucificado, haja vista que Deus nao deixaria um de seus profetas morrer em tais circunstancias. Essa explicacao encontra barreiras pois o Alcorao revela que outros profetas foram perseguidos e sofreram. Porque a diferenca?
Enfim, um impostor entao foi crucificado em lugar de Jesus, enganando a todos!
Essa inovacao contradiz a Biblia, claro, mas os muculmanos acreditam que os detalhes no Alcorao corrigem a historia biblica, apesar de nao haver nenhuma outra fonte que indique tal invencao.
E, no fim dos tempos, Jesus voltarah para quebrar as cruzes, matar o porco, e todas as religioes serao destruidas com excecao do Isla. Jesus derrotarah o Anti-Cristo e depois de reinar na Terra por quarenta anos entao morrerah.
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Vejam, teve ateh cristao ortodoxo concordando com a visao Islamica de que Jesus voltarah para quebrar as cruzes e proclamar a vitoria do Isla.
O que a filosofia perene nao faz com a cabeca das pessoas, nao?
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Jesus no Islamismo
O Alcorao trata Jesus por profeta em altissima consideracao, e concorda com a Biblia sobre o milagre do nascimento de Jesus (Virgindade de Maria).
Todavia, o livro sagrado para os muculmanos claramente condena a divindade de Cristo, o que eh um "downgrade" para os cristaos, jah que entendemos que Nosso Senhor Jesus Cristo eh a encarnacao do Verbo Divino, o nosso Salvador.
O Alcorao tambem nega que Cristo tenha morrido na cruz: os muculmanos acreditam que Jesus subiu aos ceus e nao foi crucificado, haja vista que Deus nao deixaria um de seus profetas morrer em tais circunstancias. Essa explicacao encontra barreiras pois o Alcorao revela que outros profetas foram perseguidos e sofreram. Porque a diferenca?
Enfim, um impostor entao foi crucificado em lugar de Jesus, enganando a todos!
Essa inovacao contradiz a Biblia, claro, mas os muculmanos acreditam que os detalhes no Alcorao corrigem a historia biblica, apesar de nao haver nenhuma outra fonte que indique tal invencao.
E, no fim dos tempos, Jesus voltarah para quebrar as cruzes, matar o porco, e todas as religioes serao destruidas com excecao do Isla. Jesus derrotarah o Anti-Cristo e depois de reinar na Terra por quarenta anos entao morrerah.
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O Rafael é tariqueiro, portanto, não é cristão.
" E, no fim dos tempos, Jesus voltarah para quebrar as cruzes, matar o porco, e todas as religioes serao destruidas com excecao do Isla "
que piada !
que piada !
[mode Guénon ON]
Caso os senhores não tivessem o ponto de vista limitado pelo componente devocional, que culmina em Maya, NÓS poderíamos perfeitamente adaptar algumas verdades metafísicas da tradição islâmica aos seus modos de compreensão ocidentais, no entanto, devido a uma crescente miopia intelectual que acompanha, há séculos, o declive do Ocidente, NÓS não aplicaríamos os símbolos sem suscitar, por parte de exotéricos, uma reação profundamente indelicada. A propósito da semelhança entre o "Logos" da tradição judaico-cristã e o "Qalam" islâmico, restringimos NOSSA exposição àqueles que se mostram qualificados para a doutrina universal de que tratamos.
[mode Guénon OFF]
Vale a pena dar uma lida nesse texto esquisitão do Olavo:
http://www.olavodecarvalho.org/semana/natal2000.htm
Caso os senhores não tivessem o ponto de vista limitado pelo componente devocional, que culmina em Maya, NÓS poderíamos perfeitamente adaptar algumas verdades metafísicas da tradição islâmica aos seus modos de compreensão ocidentais, no entanto, devido a uma crescente miopia intelectual que acompanha, há séculos, o declive do Ocidente, NÓS não aplicaríamos os símbolos sem suscitar, por parte de exotéricos, uma reação profundamente indelicada. A propósito da semelhança entre o "Logos" da tradição judaico-cristã e o "Qalam" islâmico, restringimos NOSSA exposição àqueles que se mostram qualificados para a doutrina universal de que tratamos.
[mode Guénon OFF]
Vale a pena dar uma lida nesse texto esquisitão do Olavo:
http://www.olavodecarvalho.org/semana/natal2000.htm
Leiam o "Islam,a religião de Jesus" e descubram:
http://www.islam.com.br/biblioteca/jesus/a%20religi%…%20Jesus.pdf
http://www.islam.com.br/biblioteca/jesus/a%20religi%…%20Jesus.pdf
O que tem de esquisito no texto?
Tenho um amigo que diz que no dia do Juizo Maomé irá descer a terra e pegar a espada e entregar a Espada ao CRISTO
Dentro do islamismo existem várias correntes e seitas. Há os Sunitas, Xiitas, Ahmadias, Ismaelitas, Wahhabis, Kharijitas, Sufis, Nação do Islam, etc.
O que tem de esquisito no texto?
Ele parece reforçar uma tese exposta num artigo da revista Planeta nos anos 80, em que o Olavo de Carvalho apresenta as religiões como partícipes (em sentido platônico) de um Arquétipo religioso, assim como os triângulos participam da triangularidade. Essa visão é aceita, até certo ponto, por estudiosos católicos, que no entanto deixam sublinhado que o Catolicismo NÃO é mais um partícipe, ou que os elementos válidos, dispersos em outras religiões, estão perfeitamente organizados, de modo definitivo, no Catolicismo. Essa interpretação não se manifesta no artigo, que, julgo eu, nivela as tradições.
Ele parece reforçar uma tese exposta num artigo da revista Planeta nos anos 80, em que o Olavo de Carvalho apresenta as religiões como partícipes (em sentido platônico) de um Arquétipo religioso, assim como os triângulos participam da triangularidade. Essa visão é aceita, até certo ponto, por estudiosos católicos, que no entanto deixam sublinhado que o Catolicismo NÃO é mais um partícipe, ou que os elementos válidos, dispersos em outras religiões, estão perfeitamente organizados, de modo definitivo, no Catolicismo. Essa interpretação não se manifesta no artigo, que, julgo eu, nivela as tradições.
Em primeiro lugar não sou tradicionalista guenoniano. Mas tentarei responder com base no pensamento tradicionalista.
Schuon em “O Homem no Universo” (Light on the Ancient World) diz a respeito do sincretismo: “trata-se do ajuntamento de elementos heteroclítos em uma falsa unidade, ou seja, sem verdadeira síntese”. Ou seja, a proposta tradicionalista não visa um sincretismo, ao contrário, é fundamental a adesão a uma tradição ortodoxa.
A unidade, “sincretismo”, que os tradicionalistas buscam é no transcendente. Schuon em “Unidade Transcendetal das Religiões” diz “al hablar de unidade transcendente” queremos decir que la unidad de las formas religiosas debe ser realizada de uma manera puramente interior y espiritual, sin ser traicinada por ninguna forma particular”.
Olavo comentando Schuon nos programas do Lado B (entrevista com Yuri) diz “as religiões não são espécies do mesmo gênero, comparáveis entre si. O que há de comparável é o fundamento metafísico entre elas”. E Olavo continua “no sentido de um conjunto de teses sobre a estrutura da realidade que entre a história das civilizações permance estável”.
Pode-se perceber que discutir conciliação entre Jesus (Verbo Incarnado) e Jesus (profeta que pregou o Islam) não corresponde em buscar unidade metafísica. É uma pergunta que está fora âmbito das verdades metafísicas universais. Isso significa discutir exoterismo, usando a nomenclatura deles. Schuon também na “Unidade Transcendental” diz “la verdade exotérica o religiosa se encuentra, pues, limitado por definición”.
Para ir direto ao ponto da questão, no mesmo livro, Schuon diz “las ideas que se afirman em uma forma reliosa – tales como la idea del Verbo o de la Unidad Divina – no pueden no afirmarse, de uma manera o de outra, en las otras religiones”. (Cap. Limitación del Exoterismo). Ou seja, só dá pra entender que Deus teve filho, e seu nome é Jesus Cristo, dentro do Cristianismo. E só dá pra entender a Unidad Divina da maneira islâmica dentro do próprio Islamismo.
Schuon em “O Homem no Universo” (Light on the Ancient World) diz a respeito do sincretismo: “trata-se do ajuntamento de elementos heteroclítos em uma falsa unidade, ou seja, sem verdadeira síntese”. Ou seja, a proposta tradicionalista não visa um sincretismo, ao contrário, é fundamental a adesão a uma tradição ortodoxa.
A unidade, “sincretismo”, que os tradicionalistas buscam é no transcendente. Schuon em “Unidade Transcendetal das Religiões” diz “al hablar de unidade transcendente” queremos decir que la unidad de las formas religiosas debe ser realizada de uma manera puramente interior y espiritual, sin ser traicinada por ninguna forma particular”.
Olavo comentando Schuon nos programas do Lado B (entrevista com Yuri) diz “as religiões não são espécies do mesmo gênero, comparáveis entre si. O que há de comparável é o fundamento metafísico entre elas”. E Olavo continua “no sentido de um conjunto de teses sobre a estrutura da realidade que entre a história das civilizações permance estável”.
Pode-se perceber que discutir conciliação entre Jesus (Verbo Incarnado) e Jesus (profeta que pregou o Islam) não corresponde em buscar unidade metafísica. É uma pergunta que está fora âmbito das verdades metafísicas universais. Isso significa discutir exoterismo, usando a nomenclatura deles. Schuon também na “Unidade Transcendental” diz “la verdade exotérica o religiosa se encuentra, pues, limitado por definición”.
Para ir direto ao ponto da questão, no mesmo livro, Schuon diz “las ideas que se afirman em uma forma reliosa – tales como la idea del Verbo o de la Unidad Divina – no pueden no afirmarse, de uma manera o de outra, en las otras religiones”. (Cap. Limitación del Exoterismo). Ou seja, só dá pra entender que Deus teve filho, e seu nome é Jesus Cristo, dentro do Cristianismo. E só dá pra entender a Unidad Divina da maneira islâmica dentro do próprio Islamismo.
Acho que uma via para tentar a solução tradicionalista neste caso, mesmo que seja discutir exoterismo, e tentar saltar para o esoterismo, seja a herança platônica do tradicionalistas. Isto é, a concepção que a realidade se afirma por modos e graus sem deixar de ser una. Nesse sentido, existem [de]graus de compreensão de Jesus. Os muçulmanos estariam num grau de compreensão menos elevado do que os cristãos de quem seja Jesus. E os cristãos num grau mais elevado.
Para concluir, Schuon na Unidade Transcendental levanta a questão: “según el sufí Abd al-Karim al-Jili, la Trinidad mencionada em el Corán es susceptible de uma interpretación eotérica”.
Ou seja, há de se saltar para o esoterismo para responder a questão, mas não sou a pessoa para responder isso.
Para concluir, Schuon na Unidade Transcendental levanta a questão: “según el sufí Abd al-Karim al-Jili, la Trinidad mencionada em el Corán es susceptible de uma interpretación eotérica”.
Ou seja, há de se saltar para o esoterismo para responder a questão, mas não sou a pessoa para responder isso.

