Em um letreiro intitulado "Natal é mau", um grupo de muçulmanos planeja colocar milhares de posters no Reino Unido, afirmando que a época é marcada por estupros, promiscuidade, pedofilia, aborto, crimes etc.
Segundo o jornal Daily Mail, eles esperam que a campanha ajude a "destruir o Natal" no país e levar os britânicos a se converterem ao Islão.
Os cartazes, que já apareceram em algumas partes de Londres, mostram uma cena aparentemente festiva com uma imagem da estrela de Belém sob uma árvore de Natal. No entanto, a mensagem é de zombaria do Natal, onde se lê:
1º linha: No primeiro dia de Natal, meu verdadeiro amor me deu uma DST.
Depois: No segundo dia, dívidas, no terceiro, estupro, no quarto, gravidezes na adolescência, e então houve aborto, raves, afirmando que Deus tem um filho, blasfêmia, exploração, promiscuidade, casas noturnas, crime, pedofilia, paganismo, violência doméstica, falta de casa, violência, vandalismo, álcool, drogas etc.
Por último, o letreiro mostra uma mensagem incentivando as pessoas a se converterem ao Islão.
O organizador da campanha é Abu Rumaysah, de 27 anos, que uma vez pediu que a lei da charia fosse instaurada no Reino Unido, em uma conferência de imprensa mantida pelo líder islâmico Anjem Choudary, do antigo grupo Sharia4UK.
O ex-secretário do interior Alan Johnson proibiu este grupo no início deste ano, depois que eles ameaçaram protestar em Wootton Bassett, a cidade onde o Reino Unido honra seus mortos em guerra.
Rumaysah disse ao Daily Mail que não estava preocupado em ofender cristãos.
Ele disse: "O Natal é uma mentira e como muçulmano é meu dever atacá-lo".
"Entretanto, nosso principal ataque é sobre os frutos do Natal, coisas como abuso de álcool e promiscuidade que aumentam durante o Natal e todos os outros males que isso leva, tais como aborto, violência doméstica e crime".
"Nós esperamos que nossa campanha fará as pessoas se darem conta de que o Islão é o único meio de se evitar isso e se converter".
Segundo o jornal Daily Mail, eles esperam que a campanha ajude a "destruir o Natal" no país e levar os britânicos a se converterem ao Islão.
Os cartazes, que já apareceram em algumas partes de Londres, mostram uma cena aparentemente festiva com uma imagem da estrela de Belém sob uma árvore de Natal. No entanto, a mensagem é de zombaria do Natal, onde se lê:
1º linha: No primeiro dia de Natal, meu verdadeiro amor me deu uma DST.
Depois: No segundo dia, dívidas, no terceiro, estupro, no quarto, gravidezes na adolescência, e então houve aborto, raves, afirmando que Deus tem um filho, blasfêmia, exploração, promiscuidade, casas noturnas, crime, pedofilia, paganismo, violência doméstica, falta de casa, violência, vandalismo, álcool, drogas etc.
Por último, o letreiro mostra uma mensagem incentivando as pessoas a se converterem ao Islão.
O organizador da campanha é Abu Rumaysah, de 27 anos, que uma vez pediu que a lei da charia fosse instaurada no Reino Unido, em uma conferência de imprensa mantida pelo líder islâmico Anjem Choudary, do antigo grupo Sharia4UK.
O ex-secretário do interior Alan Johnson proibiu este grupo no início deste ano, depois que eles ameaçaram protestar em Wootton Bassett, a cidade onde o Reino Unido honra seus mortos em guerra.
Rumaysah disse ao Daily Mail que não estava preocupado em ofender cristãos.
Ele disse: "O Natal é uma mentira e como muçulmano é meu dever atacá-lo".
"Entretanto, nosso principal ataque é sobre os frutos do Natal, coisas como abuso de álcool e promiscuidade que aumentam durante o Natal e todos os outros males que isso leva, tais como aborto, violência doméstica e crime".
"Nós esperamos que nossa campanha fará as pessoas se darem conta de que o Islão é o único meio de se evitar isso e se converter".



