Sei que as estações mudam, alternam. Agora, não sei de anos que mudam. Ao que consta, a mudança de ano existe somente para a racionalidade humana que assim o fragmentou, e o mesmo vale para os dias, as semanas e os meses. É bom. Assim nos organizamos.
Ao longo de todos esses dias, fizemos acertos, cometemos erros novos e repetimos erros passados por negligência, inércia, estultícia. Aprendemos coisas novas, por acaso, ou por interesse – por interesse é um acerto, pois interesse em aprender coisas novas é de fato um tino.
Também, vimos nossos planos, talvez não todos, sequer serem iniciados, quiçá por termos dado prioridade para coisas mais urgentes, mais úteis – ou não –, ou por negligência, inércia, estultícia. A vontade expressa por meio de idéias parece agradável e simplesmente possível. Entretanto, no “mano a mano” vemos desfazer-se toda nossa idealização como aquela bela mulher que vimos na rua e desejamos deleitarmos-nos naquele voluptuoso corpo, mas que chegado tal momento, notamos que fomos obnubilados pelo instinto e enganados pelas vestes e acessórios utilizados por ela a fim de esconder suas imperfeições e melhor exercer o sortilégio – até recentemente um dos porteiros (que, infelizmente, será mandado embora assim como todos os outros esta semana) de meu condomínio havia comentado “passei dias e dias queixando (sinônimo de: cantar, xavecar etc.) essa mulher; havia visto ela em roupa de academia, quando foi na hora H, vi toda a minha idealização ser destruída, a mulher era cheia de furos e pontas de gordura na barriga, relacionei-me com ela e ela passou a ficar atrás de mim, a única maneira de fazer com que ela me deixasse de lado foi fingir um porre de cachaça e urinar dentro da geladeira dela –.
Ao longo de todos esses dias, fizemos acertos, cometemos erros novos e repetimos erros passados por negligência, inércia, estultícia. Aprendemos coisas novas, por acaso, ou por interesse – por interesse é um acerto, pois interesse em aprender coisas novas é de fato um tino.
Também, vimos nossos planos, talvez não todos, sequer serem iniciados, quiçá por termos dado prioridade para coisas mais urgentes, mais úteis – ou não –, ou por negligência, inércia, estultícia. A vontade expressa por meio de idéias parece agradável e simplesmente possível. Entretanto, no “mano a mano” vemos desfazer-se toda nossa idealização como aquela bela mulher que vimos na rua e desejamos deleitarmos-nos naquele voluptuoso corpo, mas que chegado tal momento, notamos que fomos obnubilados pelo instinto e enganados pelas vestes e acessórios utilizados por ela a fim de esconder suas imperfeições e melhor exercer o sortilégio – até recentemente um dos porteiros (que, infelizmente, será mandado embora assim como todos os outros esta semana) de meu condomínio havia comentado “passei dias e dias queixando (sinônimo de: cantar, xavecar etc.) essa mulher; havia visto ela em roupa de academia, quando foi na hora H, vi toda a minha idealização ser destruída, a mulher era cheia de furos e pontas de gordura na barriga, relacionei-me com ela e ela passou a ficar atrás de mim, a única maneira de fazer com que ela me deixasse de lado foi fingir um porre de cachaça e urinar dentro da geladeira dela –.