este episódio é maravilhoso: é a versão bem humorada da explicação
do professor Olavo sobre gênero e identidade.
(se ele tiver tempo de assistir dará boas risadas).
Verei. O South Park é reconhecido por satirizar ideias de esquerda. Tem um episódio chamado "Rainforest Schmainforest" que é um deboche corajoso dos ambientalistas.
Grato. Devo até ter ouvido, mas gostaria de ter o contato novamente. Acho que vou começar a transcrever esses "insights" importantes do T.O. porque depois dá um trabalho e tanto para ouvir de novo. Procurar um trecho em audios de 1 hora é complicado.
Pais não revelam sexo de sua criança de dois anos e meio
. Alguns pais decidem não querer saber o sexo da criança durante a gestação. Esperam pela hora do parto para descobrirem se é um menino ou uma menina. Um casal de 24 anos na Suécia levou esta prática além dessa realidade. Eles se recusam a dizer o sexo de sua criança, que já tem dois anos e meio de idade. “Queremos que Pop cresça com maior liberdade e que não seja forçado a um gênero que o/a moldará”, disse a mãe. Pop (um nome fictício para proteção da criança) usa vestidos e também calças masculinas e seu cabelo muda do estilo feminino para o masculino a cada manhã. Apesar de Pop saber as diferenças entre um menino e uma menina, os pais se recusam a adotar pronomes para chamar a criança. A controversa atitude do casal gerou um intenso debate no país.
A Suécia vive surpreendendo. A Suécia vive demonstrando que o Brasil não é tão ruim assim - apesar das funkeiras. A Suécia vai da proibição de homens de urinarem de pé, passa pela vontade de escolher, pelo sexo, quem será abortado (nesse caso elas dão aos homens primazia), até criar uma criança de modo que não haja uma identificação de gênero.
A última estupidez vinda da Suécia que tive notícia foi a do caso, que tem gerado enorme escarcéu e enorme aceitação nos sanatórios daquela pocilga, de um casal que não revela qual é o sexo do filho, de dois anos e meio e apelidado de "Pop", deles. Eles adotaram a filosofia feminista de que gênero é uma construção social. Ou seja, o fato, de macacos machos darem preferência a brincar com carrinhos e fêmeas a brincar com ursinhos de pelúcia, ou homens possuírem um maior número de neurônios que as mulheres, não significa peremptoriamente nada.