Dom José Maria Pires será paraninfo geral dos concluintes 2010.2 da Universidade Estadual da Paraíba
Qui, 13 de Janeiro de 2011 12:24
O ex-arcebispo da Paraíba, Dom José Maria Pires, virá à Campina Grande no próximo sábado (15), onde participará da solenidade de Colação de Grau dos concluintes do Campus I da Universidade Estadual da Paraíba. O evento acontecerá na casa de espetáculos Spazzio, às 17h30, e o Arcebispo Emérito estará presente como paraninfo geral.
O convite partiu da reitora Marlene Alves, que enxergou nesta homenagem uma oportunidade de reconhecer a grande contribuição prestada por Dom José ao Estado, especialmente entre os anos de 1966 e 1995, onde permaneceu como Arcebispo Metropolitano na Arquidiocese da Paraíba.
Residindo atualmente em Belo Horizonte (MG), Dom José conta com 92 anos – em plena atividade – e guarda em seu currículo um relevante histórico de lutas, principalmente em benefício da população menos abastada do ponto de vista financeiro, dos negros e índios, atuando com reconhecida coragem no tempo da ditadura militar.
Adepto do Movimento da Não-Violência, ele enfrentou o regime durante os anos de chumbo no Brasil, posicionando-se contra qualquer forma de tortura. Não se abalou diante de nenhuma ameaça, mantendo-se firme na defesa dos direitos humanos, sem jamais esquecer suas responsabilidades como Arcebispo Metropolitano. Quando a censura era forte, Dom José ia aos presídios, quartéis, buscava notícias e levava conforto às famílias que sofriam separadas de seus entes desaparecidos.
Lutou contra a discriminação e o racismo, animando e inspirando padres, religiosas e agentes de pastoral negros a assumirem seu papel na sociedade e na Igreja. "É um homem de posições firmes e claras. Um homem de esquerda, preocupado com a justiça, e pronto a arriscar a ordem em nome dela", conforme o definiu o professor Bresser Pereira.
Hoje, além de ser convidado a proferir palestras no Brasil e no exterior, pregar em retiros e participar de seminários, ele auxilia o Arcebispo de Belo Horizonte em diversos serviços paroquianos e comunitários. É autor de diversos livros, entre eles "Do Centro para a Margem".
É essa a situação do nosso país, hoje: o herói é o esquerdista e as forças do mal são representadas pela "extrema-direita" (supostamente, a direita não existe e qualquer ideia que não seja de esquerda já é de extrema-direita).
Quando li apenas a manchete, já me veio a cabeça que havia esquerdopatia por trás disso e, ao ler, confirmou-se.
Não era para os nossos religiosos alertarem as pessoas sobre o mal do comunismo e do materialismo?
O problema vai além do arcebispo ser um "homem de esquerda".
O principal é que os alunos devem tê-lo escolhido exatamente por isso. Ou seja, as chances de terem sido doutrinados na Universidade é muito grande. E vai se repetir, se repetir...
Isso é o normal de todas as faculdades brasileiras.
Tava vendo o fórum da minha faculdade dia desses, e eis o que acho:
As esculturas de Têmis, fixadas à frente dos suntuosos prédios dos tribunais, dão a exata noção do que pretende significar o direito no imaginário da sociedade. A balança simboliza o equilíbrio e a certeza de decisões ponderadas; a espada representa a força, o poder de império que obriga os “transgressores” a se curvar perante a razoabilidade da ordem jurídica; a venda nos olhos da deusa grega, por fim, traduz a imparcialidade, o tratamento a todos por igual – sem qualquer distinção de gênero, credo, raça, orientação sexual ou, sobretudo, de classe social.
Mas, é realmente desse modo que direito se apresenta na sociedade? Se não é, quais serão as razões de tamanha dicotomia entre o que é “pretendido” e o que é real?
As respostas para tais questionamentos são desvendadas a partir de uma aproximação com o marxismo, a teoria que melhor explica o desenvolvimento da vida social humana e todas as suas manifestações ao longo da história. Esta é a razão pela qual o presente trabalho se apóia no pensamento social crítico de Marx para conceituar o direito e, desse modo, demonstrar o seu inequívoco conteúdo de classe, sua instrumentalidade, ou seja, seu papel de manutenção e asseguramento dos interesses de uma classe social; a saber, a que detém o poder econômico e político em uma determinada sociedade.
Esse tipo de coisa é constate no meu curso. Tive um professor, inclusive, que é filiado ao partido comunista e na sua bolsa tem um adesivo do assassino Che.
Outra coisa que noto é que os esquerdistas tornam qualquer luta contra algo contrário à sociedade ou a favor de um benefício uma luta "pró-comunista". Tudo que for favorável ao povo, eles tentam assimilar ao comunismo.
O que era para ser um simples protesto contra o aumento do preço da passagem é transformado numa luta comunista. Para quê essas bandeiras do PSOL? Vejam:
Essa galera não pode ver um protesto. É o tal do "Socialismo Recreativo":
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[url]/Main#Community?cmm=4266187[/url]
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Aqui em Vitória, em 2005, não aconteceu um protesto contra o aumento da passagem; aconteceu um carnaval contra o aumento da passagem:
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"[Para esquerdistas] Não é só uma passagem..."
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http://www.youtube.com/watch?v=qTfyqKtmh8k
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Nesse época eu estudava na UFES e, apesar de não ter simpatia pela conversa da esquerda, achava massa aquela bagunça toda. Lembro que quando a imprensa foi entrevistar algumas das lideranças, tinha um cara que queria aproveitar para dizer que aquela manifestação tb era contra o imperialismo e "contra a ocupação do Iraque pelo governo estadunidense". Alguns esquerdistas mais sensatos cortaram o camarada na tora. HAHAHAHA