Leiam a seguinte matéria abaixo:
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2011…mitismo.jhtm
A ex-governadora do Alasca e estrela do movimento conservador Tea Party, Sarah Palin, é acusada de encorajar atos de violência em seu discurso e recentemente despertou a ira de grupos judeus ao usar um termo que se refere ao antissemitismo.
Acostumada a falar o que pensa - sem filtros -, Palin rompeu seu silêncio na quarta-feira com um vídeo no qual acusa a imprensa de um "libelo de sangue" contra ela ao querer vinculá-la com o tiroteio do último sábado em Tucson.
O tiroteio deixou seis mortos e 14 feridos, entre eles a congressista Gabrielle Giffords, a primeira judia entre os 435 membros da Câmara de Representantes dos Estados Unidos.
"Quando uma tragédia acontece, os jornalistas não deveriam inventar um libelo de sangue que só serve para incitar o mesmo ódio e violência que supostamente condenam", disse Palin, que é cristã.
O vídeo de quase oito minutos foi gravado com um aprazível cenário: na frente de uma chaminé e com a bandeira dos EUA. Olhando fixamente à câmera, Palin critica as "declarações irresponsáveis" após o tiroteio, e logo após, declarou a polêmica frase.
Embora faça parte do vocabulário aceito no idioma inglês para referir-se a uma vítima de falsas acusações, o termo segue tendo, sobretudo, uma alta carga emocional na história dos judeus.
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2011…mitismo.jhtm
A ex-governadora do Alasca e estrela do movimento conservador Tea Party, Sarah Palin, é acusada de encorajar atos de violência em seu discurso e recentemente despertou a ira de grupos judeus ao usar um termo que se refere ao antissemitismo.
Acostumada a falar o que pensa - sem filtros -, Palin rompeu seu silêncio na quarta-feira com um vídeo no qual acusa a imprensa de um "libelo de sangue" contra ela ao querer vinculá-la com o tiroteio do último sábado em Tucson.
O tiroteio deixou seis mortos e 14 feridos, entre eles a congressista Gabrielle Giffords, a primeira judia entre os 435 membros da Câmara de Representantes dos Estados Unidos.
"Quando uma tragédia acontece, os jornalistas não deveriam inventar um libelo de sangue que só serve para incitar o mesmo ódio e violência que supostamente condenam", disse Palin, que é cristã.
O vídeo de quase oito minutos foi gravado com um aprazível cenário: na frente de uma chaminé e com a bandeira dos EUA. Olhando fixamente à câmera, Palin critica as "declarações irresponsáveis" após o tiroteio, e logo após, declarou a polêmica frase.
Embora faça parte do vocabulário aceito no idioma inglês para referir-se a uma vítima de falsas acusações, o termo segue tendo, sobretudo, uma alta carga emocional na história dos judeus.