Milhões de professores, enfermeiras e policiais poderão ser perguntados para revelar sua sexualidade, religião e raça como parte de uma nova manobra de igualdade da Coalizão (governo Lib-Con).
A ministra da igualdade, Lynne Featherstone (LibDem), diz que todas as organizações do setor público devem considerar enviar "formas de monitoramento da diversidade" para seus funcionários, para provar que eles estão tratando todas as seções da sociedade justamente.
Desde abril, órgãos públicos estarão sujeitos ao "Equality Act" - passado pelo Labour mas tomado entusiasticamente pela Coalizão - que irá forçá-los a considerar o impacto de tudo que eles fazem pela diversidade das pessoas que eles servem ou empregam.
A ministra Featherstone apoia enviar aos funcionários públicos um questionário sobre sua sexualidade e mesmo se eles já tiveram alguma cirurgia de mudança de sexo.
Seus planos são sugeridos em um guia de como órgãos públicos devem cumprir a nova lei de igualdade. Críticos temem que levará a uma avalanche de burocracia e gastos, uma vez que os cargos já estão sob ameaça e orçamentos estão sendo cortados.
Um exemplo dado pelo documento é proibir a polícia de impor restrições de peso porque elas podem ser discriminatórias para mulheres.
O documento também diz que cumprir com o dever de igualdade "pode envolver tratar algumas pessoas melhor que outras, na medida em que isto seja permitido pela lei de discriminação".
A ministra da igualdade, Lynne Featherstone (LibDem), diz que todas as organizações do setor público devem considerar enviar "formas de monitoramento da diversidade" para seus funcionários, para provar que eles estão tratando todas as seções da sociedade justamente.
Desde abril, órgãos públicos estarão sujeitos ao "Equality Act" - passado pelo Labour mas tomado entusiasticamente pela Coalizão - que irá forçá-los a considerar o impacto de tudo que eles fazem pela diversidade das pessoas que eles servem ou empregam.
A ministra Featherstone apoia enviar aos funcionários públicos um questionário sobre sua sexualidade e mesmo se eles já tiveram alguma cirurgia de mudança de sexo.
Seus planos são sugeridos em um guia de como órgãos públicos devem cumprir a nova lei de igualdade. Críticos temem que levará a uma avalanche de burocracia e gastos, uma vez que os cargos já estão sob ameaça e orçamentos estão sendo cortados.
Um exemplo dado pelo documento é proibir a polícia de impor restrições de peso porque elas podem ser discriminatórias para mulheres.
O documento também diz que cumprir com o dever de igualdade "pode envolver tratar algumas pessoas melhor que outras, na medida em que isto seja permitido pela lei de discriminação".