Por Chuck Colson
10 de janeiro de 2011 (http://breakpoint.org/ / Notícias Pró-Família) — Você já ouviu alguém dizer algo como “Estou farto de atitudes politicamente corretas”. E então, como se para provar o que está tentando dizer, essa mesma pessoa usasse designações ofensivas para descrever outras pessoas? Ou talvez você tenha notado que aqueles que muitas vezes denunciam expressões de ódio são os primeiros a rotular outra pessoa de intolerante?
O que é que foi que aconteceu com a cortesia — ou eu diria civilidade — no debate público?
Olha, essa é a pergunta que minha amiga Gina Dalfonzo explora em seu artigo “The Lost Virtue of Courtesy” (A Virtude Perdida da Cortesia) na Christianity Today Online.
Ela comenta que no livro “Mere Christianity” (Cristianismo Puro e Simples), C. S. Lewis descreveu cortesia como a ideia “de que ninguém dê nenhum tipo de preferência para si mesmo”. Cortesia, escreveu ele, é uma das marcas distintivas de uma “sociedade plenamente cristã”.
Mas como Gina explica, numa sociedade pós-cristã como a nossa, “eu em primeiro lugar” significa “todas as outras pessoas em segundo lugar”. Quando as pessoas se tornam seus próprios deuses, elas naturalmente acabam dando toda preferência para si e nenhuma para os outros. Elas colocam um valor mais elevado na expressão própria do que em atos de bondade para com os outros, porque elas creem que suas próprias opiniões e sentimentos importam mais.
E as ideias e atitudes politicamente corretas de hoje se tornaram um tipo de alternativa secular para a velha virtude cristã da cortesia. Mas essas ideias e atitudes politicamente corretas estão sendo promovidas e praticadas na maior parte pelos mesmos indivíduos que desejam expulsar os valores cristãos da esfera pública.
Então, terminamos com uma estranha dicotomia: uma sociedade cheia de pessoas que, ao mesmo temo, condenam o ódio e cospem ódio.
10 de janeiro de 2011 (http://breakpoint.org/ / Notícias Pró-Família) — Você já ouviu alguém dizer algo como “Estou farto de atitudes politicamente corretas”. E então, como se para provar o que está tentando dizer, essa mesma pessoa usasse designações ofensivas para descrever outras pessoas? Ou talvez você tenha notado que aqueles que muitas vezes denunciam expressões de ódio são os primeiros a rotular outra pessoa de intolerante?
O que é que foi que aconteceu com a cortesia — ou eu diria civilidade — no debate público?
Olha, essa é a pergunta que minha amiga Gina Dalfonzo explora em seu artigo “The Lost Virtue of Courtesy” (A Virtude Perdida da Cortesia) na Christianity Today Online.
Ela comenta que no livro “Mere Christianity” (Cristianismo Puro e Simples), C. S. Lewis descreveu cortesia como a ideia “de que ninguém dê nenhum tipo de preferência para si mesmo”. Cortesia, escreveu ele, é uma das marcas distintivas de uma “sociedade plenamente cristã”.
Mas como Gina explica, numa sociedade pós-cristã como a nossa, “eu em primeiro lugar” significa “todas as outras pessoas em segundo lugar”. Quando as pessoas se tornam seus próprios deuses, elas naturalmente acabam dando toda preferência para si e nenhuma para os outros. Elas colocam um valor mais elevado na expressão própria do que em atos de bondade para com os outros, porque elas creem que suas próprias opiniões e sentimentos importam mais.
E as ideias e atitudes politicamente corretas de hoje se tornaram um tipo de alternativa secular para a velha virtude cristã da cortesia. Mas essas ideias e atitudes politicamente corretas estão sendo promovidas e praticadas na maior parte pelos mesmos indivíduos que desejam expulsar os valores cristãos da esfera pública.
Então, terminamos com uma estranha dicotomia: uma sociedade cheia de pessoas que, ao mesmo temo, condenam o ódio e cospem ódio.