Capitalismo não *produz* a desigualdade. A desigualdade é da ordem natural da realidade. Mas o capitalismo afirma e acirra as desigualdades na medida em que os mais eficientes se destacam dos menos eficientes. Dito isto podemos delimitar as vantagens e limitações do capitalismo.
A principal limitação é que, ao privilegiar os mais eficientes, o capitalismo não define ele mesmo quais são os produtos, de mercado ou culturais, que serão requeridos pela sociedade. Estes serão escolhidos pela sociedade segundo seus valores e cultura. É assim que se o produto cultural desejado for o socialismo, o capitalismo será o instrumento perfeito para obtê-lo pois irá premiar aqueles que mais eficientemente entregarem à sociedade produtos culturais socialistas. De fato, tal foi a estratégia de Lênim para recuperar a URSS e tal tem sido a estratégia da esquerda no Brasil para alcançar a hegemonia. Eles fazem um "marketing" melhor e conseguem que seus produtos culturais sejam os que serão requeridos pela sociedade, obtendo assim benefícios inerentes aos seus próprios defensores.
Vemos assim que o capitalismo se reduz a um instrumento de produção, sem conter em si valores de qualquer ordem e não pode existir desvinculado de uma ordem moral e cultural que o sustente.
A maior vantagem do capitalismo, caso exista em uma ordem cultural moral e tradicional, é que se ele acentua as desigualdades, por outro lado, ele faz algo que mais nenhum sistema sócio-econômico já fez: ele faz com que a pirâmide social, como um todo, se eleve no eixo da qualidade de vida material. Enquanto os "igualitários" estão preocupados com a diferença entre o topo e a base da pirâmide, os capitalistas (ideológicos e não necessariamente os empresários que podem até serem socialistas) se preocupam é com a posição relativa dela no eixo Y. De fato, pouco importa se existe uma diferença muito grande entre os que estão no topo da pirâmide e os que estão na base desde que a base seja uma qualidade boa de vida.
A principal limitação é que, ao privilegiar os mais eficientes, o capitalismo não define ele mesmo quais são os produtos, de mercado ou culturais, que serão requeridos pela sociedade. Estes serão escolhidos pela sociedade segundo seus valores e cultura. É assim que se o produto cultural desejado for o socialismo, o capitalismo será o instrumento perfeito para obtê-lo pois irá premiar aqueles que mais eficientemente entregarem à sociedade produtos culturais socialistas. De fato, tal foi a estratégia de Lênim para recuperar a URSS e tal tem sido a estratégia da esquerda no Brasil para alcançar a hegemonia. Eles fazem um "marketing" melhor e conseguem que seus produtos culturais sejam os que serão requeridos pela sociedade, obtendo assim benefícios inerentes aos seus próprios defensores.
Vemos assim que o capitalismo se reduz a um instrumento de produção, sem conter em si valores de qualquer ordem e não pode existir desvinculado de uma ordem moral e cultural que o sustente.
A maior vantagem do capitalismo, caso exista em uma ordem cultural moral e tradicional, é que se ele acentua as desigualdades, por outro lado, ele faz algo que mais nenhum sistema sócio-econômico já fez: ele faz com que a pirâmide social, como um todo, se eleve no eixo da qualidade de vida material. Enquanto os "igualitários" estão preocupados com a diferença entre o topo e a base da pirâmide, os capitalistas (ideológicos e não necessariamente os empresários que podem até serem socialistas) se preocupam é com a posição relativa dela no eixo Y. De fato, pouco importa se existe uma diferença muito grande entre os que estão no topo da pirâmide e os que estão na base desde que a base seja uma qualidade boa de vida.