Objetivo é proibir discussão sobre homossexualismo na sala de aula ‘para proteger a família’; União Européia e entidades reagem
AP, Der Spiegel e The Guardian, Varsóvia
Numa iniciativa polêmica, o governo polonês anunciou ontem que enviou ao Parlamento um projeto de lei que proíbe discussões sobre a homossexualidade nas escolas do país. O objetivo, segundo o ministro da Educação, Roman Giertych, é “impedir a promoção da cultura homossexual e outras aberrações”.
Uma das intenções do projeto de lei, que deve ser votado no prazo de um mês, é punir com multa, demissão e até prisão professores que violarem a futura regra.
A proposta causou revolta de grupos de defesa dos direitos humanos de dentro e fora do país, por estimular a discriminação sexual. A organização Human Rights Watch afirmou que as escolas deveriam ser um espaço para aprendizado sobre a tolerância e não um local para repressão e discriminação.
“Essa medida limitará a propaganda homossexual, portanto nossas crianças não terão uma visão imprópria da família”, justificou Giertych, que também é o líder do partido ultraconservador Liga das Famílias Polonesas. Ele disse ainda que tentará estender a proibição para toda a União Européia.
A UE, porém, já anunciou que estudará se a proposta polonesa infringe as leis antidiscriminação do bloco. A Polônia se tornou membro da UE em 2004. De acordo com Kathalijne Buitenweg, que integra uma comissão da UE para liberdade civil, “a preocupante medida levanta perguntas sobre o compromisso da Polônia com direitos fundamentais”.
A proposta é mais um capítulo do polêmico governo da Polônia, liderado por Lech e Jaroslaw Kaczynski, gêmeos idênticos que são, respectivamente, o presidente e o primeiro-ministro.
Governando com uma coalizão integrada por partidos ultranacionalistas de direita e de populistas de esquerda, os irmãos - que já foram atores mirins e lideram o conservador Partido Lei e Justiça (PiC) - decidiram colocar em prática um plano para “renovação moral” do país.
Cartazes com imagens de poloneses em cenários bucólicos tomaram a capital. A UE já condenou o governo do país por suas visões homofóbicas. O presidente, que nomeou o irmão como primeiro-ministro em julho de 2006, afirmou no ano passado que “se esse tipo de abordagem da vida sexual (homossexualismo) fosse promovida, a raça humana desapareceria”.
O governo dos gêmeos já anunciou que, para conduzir as reformas necessárias, precisará de dois mandatos. “Precisamos dissolver todas as instituições e construir novas. Este país foi corrompido e desmoralizado”, afirmou o deputado do PiC, Artur Zawsza.
O projeto envolveria a diminuição da independência do Banco Central polonês. Para o governo, o sistema financeiro do país está tomado por oligarcas que querem se aproveitar da população.
Afirmando que o governo precisa saber de onde os ricos tiram seu dinheiro, o governo criou uma agência de combate à corrupção, que terá permissão para instalar escutas telefônicas e monitorar cidadãos.
Na mira dos polêmicos gêmeos Kaczynski também estão o Judiciário, a Suprema Corte e até a Constituição do país. Entre as medidas está a aprovação de uma lei que obriga centenas de milhares de professores, dirigentes de estatais, jornalistas, funcionários públicos e advogados a revelar se colaboraram com a polícia política do antigo regime comunista, derrubado há 17 anos.
A Polônia é um país surpreendente por sua religiosidade e pela defesa de princípios cristãos. É de se admirar que durante a Guerra Fria, em plena ditadura comunista, os católicos não baixaram a cabeça pelos abusos que governo vinha cometendo e foram um dos grandes responsáveis por livrar o país desta gonorréia ideológica.
O problema não é a discussão em torno do homossexualismo. É o direito que foi "concedido" aos gays de poderem fazer seu proselitismo0 sem enfrentar oposição.
E o Alexandre, mais uma vez, não esconde seu caráter autoritário, ditatorial.
a liberdade de dar a BUNDA..eh problema de cada um, desde que vc mantenha para si, a liberdade de fazer sExo com quem quiser ,DO JEITO QUE QUISER E COM QUANTOS QUISER, eh questao sua, filmar, fotografar, EXPLORAR e distribuir ai nao eh LIBERDADE E SIM LIBERTINAGEM E CORRUPCAO DO SER-HUMANO.
vai estudar mais moleque
PROVE QUE SOU DITADOR?! PROVE MOLEQUE....nao vai encontrar uma linha eh FAVOR DO MEU "EU" E SIM PROPOSTAS..e o assunto aqui eh a Polonia e nao ditadura..alem do mais vc me parece mais um pseudo conservador egocentrico com seu BLOG de "solucoes"..a sua mera concepcao juvenil, a vc a liberdade estah acima da verdade...rs..facinho de refuta-lo...vai estudar mais vai.
respeite o TOPICO..nao mude de assunto...MINHAS CREDENCIAIS..KKKKKKKKKK..olha..quanto egocentrismo..mamae...que moleque bobo..LAMPIAO TINHA MAIS SABEDORIA QUE VC.
Para ver como são as coisas: promover valores cristãos nas escolas, segundo os politicamente corretos, é uma afronta ao Estado laico. Promover o homossexualismo nas escolas, também, segundo os Beautiful People, é um dever dos Estados Democráticos, bem como, um ato de tolerância e respeito às diferenças.
promover valores cristãos nas escolas, segundo os politicamente corretos, é uma afronta ao Estado laico. Promover o homossexualismo nas escolas, também, segundo os Beautiful People, é um dever dos Estados Democráticos, bem como, um ato de tolerância e respeito às diferenças.
Nenhum dos casos se trata de "promover" nada. A que valores cristãos você se refere? Respeito, amor e generosidade, ou o ensino do Criacionismo como verdade inquestionável? E uma pessoa que se assume como homossexual estaria "promovendo" o que, além da liberdade?
"O problema não é a discussão em torno do homossexualismo. É o direito que foi "concedido" aos gays de poderem fazer seu proselitismo0 sem enfrentar oposição."
Exatamente. O problema não é discutir a questão, mas calar a oposição ao homossexualismo.
Se os gays fazem apologia ao homossexualismo em sala de aula, que escancarem a rejeição ao mesmo e suas conseqüências, além da apologia ao heterossexualismo. O problema é que isso geraria uma pancadaria cultural-sexual e politizaria a questão, porém poderia deixar a mais esclarecida, ao menos muito mais do que nos tempos atuais.
Afinal, uma questão é importante: a apologia ao homossexualismo leva, em conseqüência indireta, à apologia da pedofilia. Fala-se do homossexualismo, e fala-se de suas conseqüências. A criminalização virá em forma de atitude.
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A atitude da Polônia, ainda que não de todo correta - o Estado não deveria instituir um limite ao debate a uma questão complexa, a não ser a apologia à violência e à tirania - mostra que o país é, socialmente, muito mais saudável e soube preservar o que é de mais sagrado à humanidade! Junto com a Irlanda, Itália e os EUA, a Polônia estão entre os países mais cristãos do mundo!
Nenhum dos casos se trata de "promover" nada. A que valores cristãos você se refere? Respeito, amor e generosidade, ou o ensino do Criacionismo como verdade inquestionável? E uma pessoa que se assume como homossexual estaria "promovendo" o que, além da liberdade?
Me refiro a moral cristã.
De todas as interpretações possíveis, tu escolhes a mais torpe. Ou, isso é analfabetismo funcional?! Onde escrevi que “ uma pessoa que se assume como homossexual estaria "promovendo" o homossexualismo nas escolas?
"A educação sexual nas escolas parece funcionar mais como um estímulo à atividade sexual do que como um cuidado preventivo. A Chelmsford High School (em Massachusetts) contratou Suzanne Landolphi, da 'Hot, Sexy and Safer Productions', para proferir duas palestras para os alunos do primeiro ao terceiro ano colegial. Em seus monólogos, ela fez citações sexualmente explícitas, discutiu o tamanho do pênis e dos seios e defendeu o sexo oral, a masturbação e a atividade homossexual entre os menores. Os pais não foram avisados com antecedência e os alunos não puderam recusar a participação. Alguns pais e alunos processaram a escola, até o momento sem sucesso. Histórias como essa existem aos montes, porém mesmo quando a ênfase é menos intensa, a mensagem de que se espera que os alunos façam sexo está sempre presente." [Slouching Towards Gomorrah, Robert H. Bork, pg 159]
Se essa comunidade permitisse fakes (ainda bem que não), eu ia fazer um perfil com o nome Polônia e uma foto da bandeira no avatar, e vinha aqui agradecer a todos vocês...
Professor de colégio não deveria se meter em assuntos particulares. Um absurdo pensar que professor deve opinar sobre a vida dos alunos. Ele está lá apenas para ensinar sua matéria. A casa da pessoa é o lugar para sua educação. Fora isso ela pode ler o que quiser, assistir ao que quiser na TV, mas profissionais de áreas diversas não podem discutir esse tipo de coisa com alunos.
Acho incrível que ainda pensem que tal proibição é "mania de carola", ou que achem que o professor de matemática deva responder para o garoto se ele deve "sair do armário" e participar das "festinhas" na casa de uns amigos. Ou mesmo fale sobre homossexualismo, ou sexualidade em geral. Ele deve falar de matemática e dizer que o resto não é da conta dele. Triste é termos chegado no ponto em que isso precise ser dito ao professor e ordenado por lei.
Só acreditarei na honestidade intelectual daqueles que declararem como gostariam que fosse a escola dos próprios filhos quanto a esse aspecto. Eu não autorizo nem professor nem qualquer burocrata a iniciar uma "discussão" sobre homossexualismo com meu filho, porque não sei qual a formação moral dessas pessoas. Além do mais, é muita hipocrisia, ou então falta de observação da realidade, pensar que um debate desses seria um colóquio acadêmico na frente das crianças. Na verdade, o que há é um intenso trabalho de propaganda de grupos ativistas que querem impor seu comportamento a toda a sociedade. E isso não se restringe só ao homossexualismo, que é uma escolha sexual (perversa, mas é uma escolha) à qual o indivíduo tem que ter um mínimo de discernimento para fazer, o que não ocorre na idade escolar. Acho um exagero proibir, e acaba sendo uma atitude caricata a que ocorreu na Polönia, mas defender ou criticar o tema partindo apenas de abstrações é puro sofisma. Alguém aceitaria o proselitismo da homossexualidade na escola do próprio filho? E, se sim, por que não da pedofilia? Da bestialidade? Do fetichismo? Do voyerismo? Quando vou a reuniões de pais e temas como este são levantados, fico sempre muito atento. Por outro lado, percebo que nos dias de hoje, a própria TV põe assuntos em discussão que me obrigam a tratá-los com meus filhos. Já é bastante ajustar-se às demandas que a criança traz. Não preciso que a escola o faça, até mesmo porque o fará perversamente. Lembrem-se os liberais que a escola também é, segundo Althusser e Gramsci (ops, corrijam-me a grafia) um aparelho ideológico do estado. Nesse sentido, proibi-la de abordar alguns assuntos chega a ser salutar.
Que insolência é essa, de professor agora querer se meter aonde não foi chamado?
Como referência de procedimento decente, faço a mais absoluta questão de deixar aqui meu testemunho público em favor do nunca suficientemente elogiado Colégio Notre Dame de Sion, essa fantástica instituição hoje extinta, o grande estabelecimento católico onde convivi por anos com amigas católicas, protestantes, judias - sem que jamais a evangelização tivesse ultrapassado os limites morais precisos e luminosos daquilo que DEVE ser: uma OFERENDA,um CONVITE, representado na missa católica pelo ofertório - que traduz na oferenda a Deus o empenho para que todos participem da comunhão com Ele.
Nunca, jamais, uma imposição - e eu SEI do que estou falando!!!!!
O debate não pode ser proibido. Quando devidamente colocado em questão - como disseram: abordade dentro da temática da aula, e não como a temática - a verdade tende a revelar-se ao aluno.
Porém, como disse o Caio, há um problema bem grande a ser resolvido: a criança não tem o discernimento de um adulto para a questão, induzindo-a à opção ao homossexualismo e a distorção da sexualidade. O que fazer, então??? Nesse caso, não dá para falar do assunto e é moralmente condenável essa abordagem e o professor tem o dever de não jogar o aluno num campo que ele não compreende e que lhe é nocivo.
O aluno pode ser questionado em certa fase da vida, como a adolescência.
Portanto, a proibição do assunto em aula simplesmente encerra a questão numa proibição. Sua abordagem dependerá do desenvolvimento da criança, a inteligência do professor e dos padrões morais colocado em aula.
Em suma: a ação da Polônia, de certa forma, está correta, mas não por completo porque tem efeitos colaterias negativos na fase da vida em que os hormônios estão a todo o vapor e que a questão sexual está em ebulição. Depois entra ainda outra questão: a temática sexual é muito mais um assunto íntimo e familiar do que escolar.
As cartas estão na mesa. A Polônia, ao menos, garante que a promiscuidade homossexual não se alastre nas aulas, mas não pode impedir que ela apareça numa fase mais adiantada da adolescência.
criancas escolares realmente nao tem maturidade para aprenderem sobre homossexualismo - e a proposta polonesa e' uma reacao `a inclusao de conteudo pro-homossexual no curriculo escolar.
A propósito,gostaria de ver tbm a história do Brasil numa breve animação.
Só iria ter sacanagem,corrupção e pilantragem (principalmente nos últimos 8 anos).