DC - 24/1/2011
Em defesa da democracia
Manifesto pela libertação imediata de Alejandro Peña Esclusa, líder da oposição na Venezuela.
Nós, abaixo assinados – intelectuais, empresários, estudantes, políticos, cidadãos conscientes de seus deveres – desejamos declarar ao público em geral e às autoridades de Caracas especialmente, que nunca nos deixamos nem nos deixaremos enganar pela grotesca farsa judicial montada contra o líder oposicionista venezuelano Alejandro Peña Esclusa.
Incriminado por um delito que não cometeu nem poderia ter cometido, Peña Esclusa está preso há mais de seis meses, aguardando audiência a ser presidida por um juiz que não esconde seu ódio ao acusado, o que é o mesmo que anunciar a sentença antes do julgamento.
O próprio teor da acusação denuncia a farsa. Peña Esclusa, segundo as autoridades venezuelanas, seria o “contato” local de um terrorista salvadorenho, Francisco Chávez Abarca. Logo, seria ele também um terrorista.
Não há evidências sequer de que o próprio Chávez Abarca seja um terrorista. Até agora, o único crime que ele comprovadamente cometeu foi roubo de carros, pelo qual foi condenado na sua terra natal.
Muito menos há qualquer prova de que Peña Esclusa tenha jamais se encontrado com esse indivíduo, ou mesmo tido a ocasião de enxergá-lo de longe.
O único arremedo de prova que se exibiu contra Peña Esclusa é a palavra do próprio Chávez Abarca.
Mas terá ele realmente dito essa palavra? É proibido averiguá-lo. Sem que seu pretenso depoimento pudesse ser examinado por qualquer observador independente, o governo venezuelano tornou a testemunha inacessível aos advogados de defesa e ao próprio juiz do processo, enviando-a a Cuba, onde se encontra incomunicável e onde qualquer declaração que saia da sua boca não terá confiabilidade nenhuma, não havendo naquele país justiça independente, nem direito de defesa, nem liberdade de imprensa.
Em defesa da democracia
Manifesto pela libertação imediata de Alejandro Peña Esclusa, líder da oposição na Venezuela.
Nós, abaixo assinados – intelectuais, empresários, estudantes, políticos, cidadãos conscientes de seus deveres – desejamos declarar ao público em geral e às autoridades de Caracas especialmente, que nunca nos deixamos nem nos deixaremos enganar pela grotesca farsa judicial montada contra o líder oposicionista venezuelano Alejandro Peña Esclusa.
Incriminado por um delito que não cometeu nem poderia ter cometido, Peña Esclusa está preso há mais de seis meses, aguardando audiência a ser presidida por um juiz que não esconde seu ódio ao acusado, o que é o mesmo que anunciar a sentença antes do julgamento.
O próprio teor da acusação denuncia a farsa. Peña Esclusa, segundo as autoridades venezuelanas, seria o “contato” local de um terrorista salvadorenho, Francisco Chávez Abarca. Logo, seria ele também um terrorista.
Não há evidências sequer de que o próprio Chávez Abarca seja um terrorista. Até agora, o único crime que ele comprovadamente cometeu foi roubo de carros, pelo qual foi condenado na sua terra natal.
Muito menos há qualquer prova de que Peña Esclusa tenha jamais se encontrado com esse indivíduo, ou mesmo tido a ocasião de enxergá-lo de longe.
O único arremedo de prova que se exibiu contra Peña Esclusa é a palavra do próprio Chávez Abarca.
Mas terá ele realmente dito essa palavra? É proibido averiguá-lo. Sem que seu pretenso depoimento pudesse ser examinado por qualquer observador independente, o governo venezuelano tornou a testemunha inacessível aos advogados de defesa e ao próprio juiz do processo, enviando-a a Cuba, onde se encontra incomunicável e onde qualquer declaração que saia da sua boca não terá confiabilidade nenhuma, não havendo naquele país justiça independente, nem direito de defesa, nem liberdade de imprensa.