O ano de 2010 não terminou
bem para os países latino-americanos que se meteram em grandes aventuras sociais e econômicas. Para cada um deles está chegando a "hora da verdade", imposta pelas limitações da escassez de recursos e pela ineficiência das medidas autoritárias que tentaram modificar o que é próprio da natureza humana,a liberdade de iniciativa e a recusa da igualdade conseguida à custa da liberdade individual.
Cuba é o melhor exemplo: depois de tentar durante meio século construir o "homem novo", generalizou a pobreza. As mudanças ensaiadas desde a retirada do comandante Fidel Castro mostram quanto o país se atrasou materialmente e se desorganizou socialmente e não apenas por conta do bloqueio americano. Melhoraram a saúde e a educação, mas o recente fracasso de brasileiros formados em medicina em Cuba ao tentarem validar seu diploma no Brasil (menos de 1% foram aprovados) mostra que parte das alegações sobre a qualidade do ensino é simples propaganda.
Com um salário médio de 35 dólares americanos que os cubanos recebem mensalmente, a redução dos benefícios imposta pela realidade aumentou as tensões sociais. Cuba se sustenta, na realidade, mais das remessas de dólares enviadas pelos cubanos que vivem nos Estados Unidos, do que qualquer outra fonte.
A famosa libreta, uma cesta básica, que eles recebiam desde a revolução de 1959, está sendo sistematicamente encolhida, ainda que saúde e educação continuem universais e gratuitas. A cesta básica já perdeu as batatas, os cigarros e agora perdeu o creme dental, detergentes e sabão! O ajuste anunciado para 2011 será a dispensa de 500 mil cubanos, funcionários públicos (sustentados por todos os compatriotas cubanos), porque sua atividade não pode ser controlada pelo Estado.
Parece que o "homem novo" vai ter que ganhar a vida trabalhando duramente e tomando menos banhos...
bem para os países latino-americanos que se meteram em grandes aventuras sociais e econômicas. Para cada um deles está chegando a "hora da verdade", imposta pelas limitações da escassez de recursos e pela ineficiência das medidas autoritárias que tentaram modificar o que é próprio da natureza humana,a liberdade de iniciativa e a recusa da igualdade conseguida à custa da liberdade individual.
Cuba é o melhor exemplo: depois de tentar durante meio século construir o "homem novo", generalizou a pobreza. As mudanças ensaiadas desde a retirada do comandante Fidel Castro mostram quanto o país se atrasou materialmente e se desorganizou socialmente e não apenas por conta do bloqueio americano. Melhoraram a saúde e a educação, mas o recente fracasso de brasileiros formados em medicina em Cuba ao tentarem validar seu diploma no Brasil (menos de 1% foram aprovados) mostra que parte das alegações sobre a qualidade do ensino é simples propaganda.
Com um salário médio de 35 dólares americanos que os cubanos recebem mensalmente, a redução dos benefícios imposta pela realidade aumentou as tensões sociais. Cuba se sustenta, na realidade, mais das remessas de dólares enviadas pelos cubanos que vivem nos Estados Unidos, do que qualquer outra fonte.
A famosa libreta, uma cesta básica, que eles recebiam desde a revolução de 1959, está sendo sistematicamente encolhida, ainda que saúde e educação continuem universais e gratuitas. A cesta básica já perdeu as batatas, os cigarros e agora perdeu o creme dental, detergentes e sabão! O ajuste anunciado para 2011 será a dispensa de 500 mil cubanos, funcionários públicos (sustentados por todos os compatriotas cubanos), porque sua atividade não pode ser controlada pelo Estado.
Parece que o "homem novo" vai ter que ganhar a vida trabalhando duramente e tomando menos banhos...