KGB spetsnaz forces were assigned to storm the Russian Parliament building early on 21 August 1991 and seize key leadership personnel, including Boris Yeltsin. Units assigned this mission included the Al'fa (Alpha) counterterrorist group subordinate to the KGB's Seventh Main Directorate (Surveillance), and commanded by Hero of the Soviet Union, General Major Viktor Karpukhin. Another KGB unit was under the KGB's First Chief Directorate (Foreign Operations) and intended principally for operations abroad. It was commanded by an officer identified only as Col. Boris B. However, the commanders on the scene decided not to execute thes plan, and some Alpha subgroup commanders and personnel refused to take part in the action, which contributed to the failure of the coup against Gorbachev, and ultimately the collapse of the Soviet Union.
On 21 August 1991 Vladimir Kryuchkov, KGB head and one of the leaders of the coup, was arrested. The next day, a reformer, Vadim Bakatin, was appointed in Kryuchkov's place. On 24 October 1991 Mikhail Gorbachev signed a decree abolishing the KGB.
The Soviet Union's Committee for State Security dissolved along with the USSR in late 1991. However, most of its assets and activities have continued through several separate organizations.
* The Foreign Intelligence Service [SVR] was the first element of the KGB to establish a separate identity [in October 1991] incorporating most of the foreign operations, intelligence-gathering and intelligence analysis activities of the KGB First Chief Directorate.
* The Federal Agency for Government Communications and Information [FAPSI], the Russian counterpart to the US National Security Agency. Formed in February 1994, FAPSI replaced the Administration of Information Resources (AIR) at the Presidential Office, which was formed from the KGB Eighth Chief Directorate and the Sixteenth Directorate, and like the NSA is responsible for communications security and signals intelligence.
* Some 8,000-10,000 troops that formerly constituted the KGB Ninth Directorate, which guarded the Kremlin and key offices of the CPSU, joined the Federal Protective Service [FSO - Federal'naya Sluzhba Okhrani - formerly known as the Main Administration for the Protection of the Russian Federation (GUO - Glavnoye Upravlenie Okhrani)] and the 1,000 man Presidential Security Service [PSB] with responsibilities similar to the American Secret Service.
* Internal security functions previously performed by the Second, Third and Fifth Chief Directorates and the Seventh Directorate were initially assigned to a new Ministry of Security. But agency was disbanded December 1993 and replaced by the Federal Counterintelligence Service. This 75,000-person agency was subsequently redisgnated the Federal Security Service (FSB).
On 30 October 1997 the State Duma today voted down a draft federal law "On State Security Agencies in the Russian Federation" submitted by Sergey Skurikhin, a deputy of the Liberal Democratic Party of Russia [LDPR]. It was backed only by LDPR leader Vladimir Zhirinovskiy, and opposed by the factions of the CPRF [Communist Party of the Russian Federation], Our Home is Russia, Yabloko, and the Agrarian deputies group. A total of 148 deputies voted in favor of the draft law, 129 voted against; and with 11 abstentions. The Russian president and the Russian government did not support the adoption of the draft law. The law proposed the creation in Russia of a new state agency, the Russian Ministry of State Security, recombining Federal Security Service, the Foreign Intelligence Service, and the Federal Agency for Government Liaison and Information.
O KGB ("КГБ" - Комитет государственной безопасности СССР)[1], acrônimo em russo para Komitet gosudarstveno bezopasnosti (Komityet gosudarstvennoy bezopasnosty; em português, Comité de Segurança do Estado) era o nome da principal agência de informação e segurança (serviços secretos) da antiga União Soviética, que desempenhava em simultâneo as funções de polícia secreta do governo soviético, entre 13 de Março de 1954 e 6 de Novembro de 1991.
Máfia russa (em russo: Русская мафия, transl. Russkaya mafiya), também conhecida como máfia vermelha[carece de fontes?] (Krasnaya mafiya) ou Bratva ("Irmandade") é o nome dado aos grupos criminosos que surgiram na União Soviética após a desintegração.
Em meio a incerteza política que tem mergulhada na ex-União Soviética, desde o fim da Guerra Fria em 1991, o crime organizado tem se desenvolvido. Relatórios da Inteligência Russa estimam que a máfia russa tenha 100.000 membros que participam de 8000 grupos criminosos, que controlam entre 70% a 80% dos negócios privados no país e 40% de toda a riqueza nacional.
Muitos dos chefes e principais membros da máfia russa se pensa serem do Exército Soviético (extinto) e ex-funcionários KGB que perderam seus lugares na redução das forças, que começou em 1993, após o fim da Guerra Fria}.
A Máfia russa parece ser organizada da mesma forma que a KGB. A máfia russa é conhecida pelas operações e transações obscuras, pelo seu forte poder bélico e por sua facilidade em driblar os sistemas de leis do país. Inclusive, os chefes da Máfia costuman ter incrível influência na legislação do país, além de contestar as leis que sejam contra seus negócios. Aliás, a Mafia Russa possuiu um número bem menor de membros que a conhecida máfia italiana, na qual possuiu membros em todas as partes do mundo. Ao contrário da máfia italiana, é conhecida pelo seu segredos.
Atualmente, os "chefes" das famílias são os criminosos que estiveram na prisão nos tempos da União Soviética (mais propriamente nos tempos de Stalin, Brejnev, etc. até os anos 80.
"Pouco antes da queda da URSS, Mikhail Gorbachev reuniu a elite da espionagem soviética e ordenou que a maior parcela possível do patrimônio da KGB fosse privatizada em nome de testas-de-ferro e investida no Ocidente. Isso nada teve a ver com as privatizações legais que se seguiram no governo Ieltsin. Foi uma lavagem de dinheiro – a maior da História. Graças a ela, a KGB, que hoje é ainda o principal esteio do governo Putin, é apenas meia KGB: a outra metade está espalhada no planeta, com nomes em inglês e japonês, com a cara mais capitalista do mundo, subsidiando a guerra cultural, comprando consciências, financiando guerrilhas e tráfico, com cifras que seriam impensáveis no tempo em que o “ouro de Moscou”, para passar ao Ocidente, tinha de atravessar uma complexa rede de lavanderias secretas como a de Armand Hammer, o patrocinador da família Gore. Agora já vem tudo lavado.
Tal é a raiz da expansão aparentemente inexplicável da propaganda esquerdista na década de maior sucesso do capitalismo. Não é nada estranho que essa expansão se desse sobretudo nos meios universitários americanos, hoje tomados pela fúria militante e, como nota René Girard, cada vez mais incapacitados para tarefas intelectuais superiores. Desde a década de 30 o movimento comunista está consciente de que ganhar as classes intelectuais é mais rentável que converter proletários. Apenas isso nunca foi tão fácil quanto hoje: se já na Guerra do Vietnã a URSS e a China gastaram mais dinheiro em propaganda antiamericana dentro dos Estados Unidos que no custeio de material bélico, pode-se calcular o quanto esse gênero de operação se tornou mais maneiro com a KGB transfigurada numa rede sutil e inabarcável de empresas e ONGs ocidentais.
(...)"
"(...) A KGB, hoje FSB, que desde o tempo de Lênin já mudou de nome uma dúzia de vezes mas jamais parou de crescer, é a maior, mais rica e mais poderosa organização de qualquer tipo que já existiu no mundo, e está capacitada para criar e implementar planos de longo prazo que ultrapassam o horizonte de visão da maioria dos analistas ocidentais, pelo menos os que escrevem na grande mídia
Entre os maiores ex-oficiais de inteligência soviéticos que desertaram para o Ocidente, é unânime a afirmação de que todo o radicalismo islâmico nada tem de islâmico e é, de alto a baixo, uma criação da KGB. Um desses oficiais, Ion Mihai Pacepa ( Red Horizons. Chronicles of a Communist Spy Chief , Washington, Regnery, 1987), relata ter sido um dos orientadores de Yasser Arafat, formado pela KGB para servir de testa-de-ferro num ataque indireto a Israel e EUA. O general Jan Sejna, membro do Comitê Central do Partido Comunista da Tchecoslováquia, testemunhou a articulação de terrorismo e narcotráfico que, preparada pelos soviéticos desde os anos 50, veio a criar todo o cenário de caos e terror em que o mundo vive hoje (v. seu depoimento em Joseph D. Douglas , Red Cocaine. The Drugging of America and the West , London, Harle, 2nd. ed., 1999).
Anatoliy Golitsyn, ex-chefe da contra-espionagem anti-americana da KGB, antecipou, com base em informações de primeira mão, todos os passos estratégicos da Rússia nas últimas duas décadas, acertando, segundo aferições recentes, em 96 por cento de suas previsões, que incluíam o desmantelamento aparente do Estado soviético e ao mesmo tempo a expansão ilimitada das ações da KGB no mundo através do terrorismo islâmico, do narcotráfico, da ocupação de espaços nos organismos internacionais e da penetração maciça na mídia européia de modo a torná-la um poderoso instrumento para campanhas anti-americanas (v. New Lies for Old , New York, Dodd, Mead & Co, 1980). Suas análises são convergentes com algumas de Ladislav Bittman, ex-chefe do Departamento de Desinformação do serviço de inteligência tcheco (com missões inclusive no Brasil, onde foi um dos criadores da lenda da participação americana no planejamento do golpe de 1964: v. The KGB and Soviet Disinformation , Washington, Pergamon-Brassey's, 1985), e também são coerentes com os fatos colhidos por Vassili Mitrokhin, alto funcionário que durante dez anos copiou em segredo arquivos da KGB e depois os transportou ao Ocidente, onde foram divulgados com a ajuda do historiador britânico Christopher Andrew em dois livros monumentais ( The Sword and the Shield. The Mitrokhin Archive and the Secret History of the KGB , New York, Basic Books, 1999, e sobretudo The World Was Going Our Way. The KGB and the Battle for the Third World , id., ibid., 2005).
(...)"
A própria Rússia é vítima do radicalismo islâmico, o vexame do afeganistão tembém fioi uma briga entre socialistas e muçulmanos.
Sobre a China esta é inimiga da Rússia então os muçulmanos da China podem ter alguma relação com a rússia, aliás o muçulmanos chineses se opueram ao socialismo e defendem a primeira república chinesa, desde 1949 na área de taiwan apenas.
"Entre os maiores ex-oficiais de inteligência soviéticos que desertaram para o Ocidente, é unânime a afirmação de que todo o radicalismo islâmico nada tem de islâmico e é, de alto a baixo, uma criação da KGB. "
Afinal, quem está usando quem? De um lado, uma elite muçulmana planeja manipular movimentos materialistas para acelerar a decomposição espiritual do ocidente e abrir caminho ao Islã; de outro, uma rede de espiões ateus fabrica fantoches muçulmanos para promover o domínio comunista. Será que alguma organização discreta, secreta, ou algo assim, tem o controle disso?
Na verdade, tudo isso, livros e teorias inclusas, é criação da maior e mais poderosa agência de espionagem do mundo, a CIA. Os tais dissidentes russos não passam de agentes dessa maquiavélica agência que se infiltrou desde a antiga KGB até o FSB, MOSSAD, etc pra se espalhar e conseguir mais e mais poder. O mesmo se dá com os ditos movimentos islâmicos, quase 100% deles foram financiados e treinados pelos agentes americanos.
Quer dizer que a KGB é a instituição mais poderosa do mundo? que a queda do comunismo foi apenas golpe da KGB pra derrubar o capitalismo dando a impressão que ele venceu? Que o islamismo foi forjado pela KGB quando recrutou Maomé pras suas fileiras?
Vai tomar no cu, burro é a puta que o pariu meu caro.
Se alguém quiser ir pra China, Cuba ou Coréia, fique a vontade, eu não vou. Mas achar que a KGB é o centro das conspirações mundiais é uma piada.
Deixa eu rir da cara de quem acredita numa merda dessas:
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Me acusar de socialista é uma falácia conhecida como Contra o Homem ou Ad Hominem, conhecem?
Quer dizer que dizer que a KGB é poderosa, pode, mas dizer que a CIA financia a picaretagem mundial, movimentos islâmicos(lembra quem treinou o Bin Laden?), golpes de estado(sabem quem é Kissinger?), etc, ah...isso é pecado mortal.
Eu queria ser cego assim, ver o mundo em preto e branco como alguns por aqui, quem é contra os EUA é vermelho, socialista, totalitarista, quem é a favor é bonito e cheiroso.
Deixa eu rir de novo:
HAUAHUAHUAHUAUAUAHUAHUAHUAHU
Começo a achar que a KGB financia os movimentos muçulmanos das antigas colonias que explodem aeroportos e prédios de Moscou e que financiam o governo da Georgia contra a Russia apenas pra poder acusar os EUA. E que foi a KGB que planejou o 11 de setembro e pagou pra Al Qaeda, que é um movimento criado por eles mesmos para assumir a culpa. Ah, e a KGB tá escondendo o Bin Laden também.
Calma lá pessoal. Acho que precisamos estudar melhor essa questão.
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Não vamos ficar tomando partido. Vamos investigar, cotejar informações para então descobrir "que fim levou a KGB".
Eh engracado que sempre quando aparece uma opiniao contraria, em vez de surgir um debate adulto, criancinhas começam a xingar como se estivessem na 1 serie.
Na falta de argumentos persuasivos ou opiniao propria, pessoas assim partem pra ignorancia e comeca a xingaçao. Sem contar na choradeira pra expulsar alguem da comunidade... como se todos tivessem que pensar igual...
Depoimento pessoal: depois de ler as histórias do APOIO americano a Pol Pot, e da concomitante negação de reforços e financiamento ao Príncipe Sihanouk, deixei de ter qualquer admiração pela política externa dos EUA. Enquanto não me provarem que é falsa a documentação sobre a conivência de Henry Kissinger com o genocídio vietnamita, fico nessa posição. Há muitos casos de relaxamento e covardia do governo americano diante do avanço comunista, e sucessivas recusas de ajuda custaram milhões de vidas inocentes.
Minha opinião sobre a América é parecida com a de muitos conservadores brasileiros: é uma nação com um povo culto e religioso, dirigida pela elite econômica e política mais alucinada e doente da História.
Policiais e militares empuleirados na burocracia matam, sequestram, fraudam e roubam pessoas honestas. Além disso, também eliminam juízes; patota da dupla Dmitri Medvedev (atual presidente do país) - Vladimir Putin *(ex-chefe da KGB e ex-presidente da Russia), nada faz, ou , como na maioria das vezes, apóia e promove os integrantes da máfia russa para cargos cada vez mais prestigiosos.
*O círculo próximo de Putin é um dos grandes mistérios da Rússia. A personagem mais visível é o Presidente Dmitri Medvedev, que foi eleito em Março de 2008. Na altura, Putin cumprira dois mandatos e teve de escolher um sucessor, mantendo-se como primeiro-ministro. Toda a gente espera que findo o mandato de Medvedev haja nova troca: Putin regressará à presidência, Medvedev poderá ser primeiro-ministro.
Cargo: Investigador da Unidade de Investigação do Ministério do Interior russo.
No início de 2010, foi promovido a investigação da Comissão Federal do Ministério do Interior russo
Salário anual (oficial): $ 6.000
Bens adquiridos por ele e sua família desde o roubo de US $ 230 milhões: pelo menos US $ 1,3 milhões
Karpov usa sua posição para cometer crimes e ficar rico. Ele pode levar o crédito por ser peça-chave em um roubo de US $ 230 milhões de seu próprio governo. Ele era o guardião dos selos corporativos e documentos financeiros e legais que foram usados para roubar 230 milhões dólares de dinheiro do governo
Ele supervisionou uma investigação criando um falso crime - aproveitando para roubar 230 milhões de dólares - e, em seguida, processar (E MATAR NA PRISÃO) aqueles que relataram sua participação no roubo. Recentemente promovido, ele parece ter sido bem recompensado financeiramente.
Cargo: Vice-Chefe, Unidade de funcionários da Divisão de Crimes Fiscais do Ministério do Interior russo.
Recentemente promovido para o Departamento de Segurança Econômica do Ministério do Interior russo
Salário anual (oficial): $ 10.200
Ativos adquiridos pela família desde o roubo de US $ 230 milhões: mais de U$ 3 milhões
Crimes de Kuznetsov Lt Col: ele conseguiu forjar acusações criminais contra todos que relataram o roubo de U$ 230 milhões. Ele é diretamente responsável por trazer falsas acusações contra três advogados, um dos quais - Sergei Magnitsky - foi preso por seus subordinados, em 24 de novembro de 2008 e torturado até a morte em prisão preventiva. Ele também perseguiu com sucesso três advogados fora do país que seus subordinados tentaram prender em 25 de novembro de 2008. Isso é um total de 1 advogado morto e 5 perseguidos pessoalmente por ele. Pelos seus serviços ao seu país, ele foi promovido, no início de 2010, pela turma ex-KGB de Putin.
Arquivos da KGB revelam planos
mirabolantes e a extensão
da paranóia soviética
(...)
Tudo isso – mais a infiltração da KGB na imprensa estrangeira, o roubo de tecnologia nuclear inglesa e americana, a obsessão por esmagar os menores indícios de oposição – faz as 996 páginas do dossiê Mitrokhin deixarem no chinelo a mais mirabolante das ficções. Vasili Mitrokhin trabalhou como arquivista da divisão estrangeira da polícia política da União Soviética a partir de 1972. Desiludido com o regime, durante doze anos anotou informações secretas, levando-as para casa em papéis escondidos nas meias e nos bolsos. Em 1992, já enterrada a União Soviética, Mitrokhin deixou a Rússia e ofereceu seus arquivos à Inglaterra. Três anos depois, o material foi entregue ao historiador inglês Christopher Andrew, co-autor do livro.
Os relatos apresentam minuciosa descrição dos métodos da KGB. O objetivo, em última análise, era erigir uma máquina ameaçadora contra tudo o que o império autoritário não podia controlar, dentro e fora de suas fronteiras. A engrenagem conquistou poderes incomensuráveis sob a tirania de Josef Stalin, entre os anos 20 e 50. O comunismo contava então com uma categoria especial de colaboradores, os espiões ideológicos, que entregavam segredos de seus países por simpatizar com o comunismo. Abastecido pela invejável rede, Stalin tornou-se o líder mais bem informado do mundo, apesar de transformar dados reais em estapafúrdias teorias conspiratórias. A estrutura permitiu o acesso aos projetos da Inglaterra e dos Estados Unidos para a fabricação da bomba atômica. Com fantásticos disfarces, a agência plantou espiões na sombra dos mais visados inimigos. Durante quatro anos, Lev Sedov, filho do principal desafeto de Stalin, Leon Trotski, assassinado em 1940, teve como assistente em Paris um agente de Moscou. Os amigos mais próximos do escritor dissidente Alexander Soljenitsin na Suíça, nos anos 70, eram um casal a serviço da KGB
Nos Estados Unidos, durante os anos 60, a KGB disseminou desconfianças entre os partidários do líder negro Martin Luther King, com boatos de que ele era um fantoche na mão dos adversários – de birra, por não ter conseguido manipulá-lo a favor de seus interesses. As primeiras teorias conspiratórias a respeito do envolvimento da CIA, o serviço de espionagem americano, no assassinato do presidente John Kennedy foram obra dos soviéticos – e ainda hoje há quem acredite nelas.
O poder da KGB subiu de tal forma à cabeça dos superburocratas do Kremlin que eles chegaram a achar possível cooptar políticos como os futuros primeiros-ministros Willy Brandt, alemão, e Harold Wilson, inglês. Eles eram líderes de movimentos políticos de esquerda, o trabalhismo na Inglaterra e a social-democracia na Alemanha, e supunha-se, absurdamente, que poderiam ter simpatias pelo totalitarismo soviético. Um caso raro de futurologia certeira foi a observação dos agentes em serviço na Polônia, que anteviram o papel do papa João Paulo II na derrocada do comunismo.
(...)
O crime organizado existe na Rússia desde a época dos czares e da Rússia Imperial sob a forma de banditismo e ladroagem. Esta classe de criminosos obedecia a leis próprias muito rígidas. Uma destas regras é que a cooperação com as autoridades de qualquer natureza estava proibida. Contudo, durante a Segunda Guerra Mundial, alguns presos fizeram um acordo com o governo para se juntar às forças armadas em troca de uma pena reduzida, mas após o seu regresso à prisão eles foram atacados e mortos por detentos que permaneceram fiéis às regras dos ladrões.
Durante a época de Brejnev (1964 a 1982), quando a economia já estava em crise, esses grupos crimosos assumiram o controle do mercado negro , com a ajuda de funcionários públicos corruptos, fornecendo produtos como eletrônicos ou comida extra - de difícil acesso para os cidadãos comuns.
Mas, o avanço do poderio real dessas organizações criminosas aconteceu de fato quando, em 1988, União Soviética legalizou a iniciativa privada, permitindo o livre comércio, sem, no entanto, criar mecanismos regulatórios sobre a economia e de segurança. Logo, um mercado negro (ou paralelo) de petróleo se formou - o mais notório é o mercado Rizhsky ao lado da Estação Ferroviária Rizhsky em Moscou.
A União Soviética iniciava o seu colapso, atingindo em cheio a economia e causando decadência social. Desesperados por dinheiro, muitos funcionários do governo anterior voltaram-se para o crime, enquanto que outros juntaram-se aos cidadãos da antiga União Soviética e foram para o exterior - a máfia russa se tornou uma extensão natural dessa tendência.
Ex-agentes da KGB, desportistas e os veteranos do Afeganistão, da Primeira e da Segunda Guerras da Chechênia, que agora encontravam-se fora do mercado de trabalho, mas que possuiam experiência em áreas que poderiam ser úteis no crime, juntaram-se à crescente onda criminosa.
A corrupção generalizada, a pobreza e a desconfiança nas autoridades e nas instituições só contribuiu para a ascensão do crime organizado. Assassinatos por encomenda, atentados e seqüestros atingiram um numero nunca antes visto, com muitos assassinatos de gangues acontecendo e um número considerável ainda não solucionados até hoje.
Em 1993 quase todos os bancos na Rússia eram de propriedade da máfia, e 80% das empresas pagavam "taxa de proteção". Nesse ano, 1400 pessoas foram assassinadas em Moscou: empresários, jornalistas, políticos, donos de banco e outros que se recusavam apagar a tal taxa à Máfia Russa.
Segundo o escritor e jornalista Sam (Shmuel) Vaknin, a KGB envolveu-se com o crime organizado e a Máfia Russa tornou-se um braço da KGB. Ele também afirma que a KGB recrutou e treinou, muitas vezes, criminosos, uma tarefa, aliás, que antes era feita pelo Ministério do Interior. "Ex-agentes" e agentes ativos da KGB (ou um de seus nomes posteriores) juntaram-se numa quadrilha para cometer extorsão.
Outros afirmam que o serviço secreto, especialista nisso desde a Guerra Fria, tornou-se um mestre das marionetes, buscando explorar e fomentar as redes criminosas, em proveito próprio.
De acordo com o livro "Lubyanka Criminal Group" (ou "The Gang from Lubyanka"), de Alexander Litvinenko, os Serviços de Segurança da Rússia transformaram-se numa organização terrorista e criminosa (Lubyanka, é como conhecida a sede da KGB). No mesmo livro, Litvinenko afirma que o presidente russo Vladimir Putin e outros agentes da FSB (Federal Security Service), da Russia - novo nome da KGB - envolveram-se até o pescoço com o crime organizado, por exemplo, acobertando o tráfico de drogas a partir do Afeganistão.
Com o fim do bloco soviético, a Máfia Russa globalizou-se e passou a ter concções com outras organizações criminosas, em todo o mundo, como a chinesa "Tríades" e a siciliana "Cosa Nostra".
Também existem conexões com os cartéis de drogas dos países da América Latina, o que possibilita à Máfia Russa (ou Máfia Vermelha) a importação de cocaína. Hoje, o crime organizado russo se estende a muitos outros países, incluindo Israel, Índia, Hungria, África do Sul, Espanha e Tailândia.
Uma curiosidade: uma das afiliadas da Mafia Russa é a empresa SPAG, fundada em 1992 e suspeita pelos órgãos de polícia europeia de servir para a lavagem de dinheiro da Máfia de St. Petersburgo e de traficantes colombianos, além de lavagem de dinheiro intercontinental, em geral. Vladimir Putin, foi um dos consultores dessa empresa a partir de 1992 até sua inauguração em 2000.
O documentário "Russian Mafia", postado neste tópico (em 6 partes), começa com uma investigação ocorrida em Miami (EUA), nos anos 90, na qual agentes do FBI descobriram mafiosos russos vendendo arsenais militares inteiros (mísseis etc). Os agentes do FBI desconfiam que os mafiosos tinham acesso até a arsenais nucleares.
O mesmo documentário diz que, durante os anos 90, a Máfia Vermelha surgiu e cresceu de maneira estarrecedora, criando uma elite de milionários criminosos. Cerca de 80% dos empresários russos pagavam "taxa de proteção" à Máfia Russa (também chamada "Red Máfia"). Além disso, a Máfia controla a maioria dos bancos da Rússia.
O mesmo filme mostra como a Máfia Russa operava (opera) nos EUA, principalmente em Little Odessa, onde, segundo o FBI, o mafioso Vyacheslav Ivankov, obedecendo, por sua vez, ordens de Moscou, montou, em apenas 1 ano, uma rede criminosa que explorava prostituição, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e jogo ilegal. Também tinha conexões com cartéis colombianos e com a Máfia Italiana.
Ivankov (ou "Little Japanese", como também conhecido) iniciara sua carreira criminosa na Russia, onde foi preso por porte ilegal armas de fogo, falsificação e tráfico de drogas. Embora condenado a 14 anos de prisão, curiosamente, FOI SOLTO, em 1991, graças à intervenção de um político poderoso e de um acessor de um juiz da Suprema Corte da Rússia.
Já nos EUA (para onde foi enviado), também segundo o FBI, em 1995, Vyacheslav Ivankov extorquiu U$ 3,5 milhões e um empresário, que o denunciou. Assim, o mafioso foi preso e sentenciado a 10 anos. O FBI continuou investigando e descobriu que, ao contrário da "Cosa Nostra", a Máfia Russa era formada por especialistas em diversas áreas, além de ser muito mais bem estruturada. A Máfia Vermelha não funciona em função de famílias ou pessoas; cada elemento tem uma função na engrenagem, como numa empresa extremamente organizada.
O FBI descobriu que, longe de ser um cabeça daquela organização, Vyacheslav Ivankov recebia ordens de Moscou e era apenas um peão naquele jogo de xadrez, assim, portanto, a Máfia Vermelha continuou sua escalada criminosa normalmente.
Com a falência da economia russa, em meados dos anos 90, militares deixaram de receber soldo, e soldados recebiam cerca de U$ 150 por mês. Contudo, eles estvam "sentados numa mina de ouro", o arsenal da ex-URSS, montado durante a Guerra Fria.
Hoje, sabe-se que os novos milionários russos falam vários idiomas, viajam ao redor do mundo todo, atuam no mercado negro e tem um apetite ilimitado por dinheiro.
Um desses milionários é "Tarzan", um judeu russo, que, em 1958, saiu da Russia e foi para Israel, onde entrou na Marinha daquele país. Depois, "Tarzan" migou novamente dessa vez para os EUA, onde, em 1990, montou um clube de streap tease em Miami.
Lá conheceu o barão da cocaína, o colombiano Juan Almeida, tornando-se seu grande amigo e torrando grana; sentiam-se "intocáveis".
"Tarzan" também tinha conexões com a Mafia Russa e com o exército russo. Segundo "Tarzan" TUDO no arsenal militar russo estava à venda, devido ao caos e à anarquia que imperavam na Russia.
Graças aos contatos com integrantes do Exército Vermelho, "Tarzan" e Almeida compraram helicópteros militares russos. Depois, foram à Russia, onde foram muito bem recebidos pelos militares (que até lhes batiam continência) para realizar a compra de um SUBMARINO ARMADO COM MÍSSEIS. No entanto, o FBI resolveu prender o russo antes que se efetivasse o negócio.
As autoridades americanas ofereceram-lhe um acordo legal, em troca de colaboração contra seu ex-amigo colombiano, Almeida. Cumpriu 33 meses de cana e foi para Israel, onde vive livremente.
Segundo o FBI, a Mafia Russa atua em qualquer área lucrativa, em qualquer lugar do mundo, seja ela legal ou ilegal.
Desde o fim da URSS, ela vem corrompendo oficiais, manipulando empresários e cometedo toda o tipo de crimes, na Russia. A Mafia Vermelha movimenta BILHÕES de dólares enquanto que o povo russo está ferrado, apesar disso as autoridades daquele país nada fazem.
Durante centenas de anos o submundo do crime existiu na Russia, no entanto, hoje, tudo leva a crer que o ESTADO RUSSO transformou-se numa organização criminosa.
Qual era o grau de infiltração dos agentes da KGB dentro dos serviços de Inteligência ocidentais durante o século XX? Do que era (e ainda é) capaz a ex-KGB?
Grande espiões da vida real são muito mais interessantes do que aqueles da ficção, e, às vezes, de tão fascinantes é até fácil esquecer que os espiões de sucesso, pela sua traição, são culpados por milhares ou até mesmo milhões de mortes.
Nenhum personagem imaginado por Ian Flaming (criador de de James Bond) pode ser comparado em matéria de dramaticidade aos espiões de Cambridge; os quatro aqui destacados não eram personagens de um romance de espionagem, mas pessoas reais: Burgess, Blunt, Maclean, e Philby.
A partir da década de 30, tudo o que Churchill e Roosevelt e Truman PENSAVAM era relatado para os soviéticos, tão logo os três grandes estadistas exprimiam em palavras esses pensamentos. Os espiões de Cambridge eram muito importantes e as suas informações muito confiáveis, tendo servido à KGB, por pelo menos 30 anos - um deles, Kim Philby, serviu secretamente aos comunistas por quase cinqüenta anos.
Já no final dos anos 1920, a hierarquia do NKVD (em português, Comissariado do Povo para Assuntos Internos: foi a polícia secreta e política do Partido Comunista da URSS, criada em 1934) tinha engendrado um ambicioso plano para infiltrar-se nos altos escalões de inteligência britânica.
Para esse fim, brilhantes jovens universitários, com futuros promissores e destinados a carreiras no Ministério do Exterior ou a agências de inteligência, eram cuidadosamente avaliados ideológicamente - se eram suficientemente marxistas ou anti-fascistas.
Jovens panfleteiros ligados abertamente ao Partido Comunista, por sua vez, eram logo descartados uma vez que seriam facilmente identificado, devido ao seu radicalismo, como os riscos de segurança para a Inglaterra; também eram descartados jovens da classe operária que tinham pouco chance de vir a servir ao establishment britânico.
Sendo assim, os espiões de Cambridge foram quatro jovens cuidadosamente recrutados durante os anos de universidade. Dois deles, James Blunt e Burgess, eram membros dos "Apóstolos de Cambridge", uma sociedade secreta com diretrizes fortemente marxistas. Depois de uma visita à Rússia em 1933, parece que Blunt, o mais velho (nascido em 1907), foi recrutado, diretamente pelo NKVD e, em seguida, por sua vez, outros foram sendo recrutados.