O nome dele é Luiz Roberto de Barros Mott, "Doutor" em Ciências Sociais pela Unicamp e atualmente professor titular de filosofia da UFBA.
Link para o curriculo da "fera":
. http://lattes.cnpq.br/3331234730616226
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Pra quem não sabe, dentre seus inúmeros estudos filosóficos absurdos, existe um artigo publicado no qual o supra-apresentado catedrático defende a reserva de 10% das vagas nas universidades públicas do país para indivíduos homossexuais.
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O blog dele é uma fonte inesgotável de material inútil que nos proporciona bons momentos de escárnio.
. http://luiz-mott.blogspot.com/ . FACA NA CAVEIRA!!!
. SDS do MESTRE SUPREMO!
Se já é complexa a questão das cotas para negros, pela falta de parâmetros claros ( sem trocadilhos), imaginem o cara fazer prova de que é gay.
Até mesmo um heterossexual poderia se passar por gay para obter a vaga.
deveria ser 24%...
rara mas falando sério luis mott perdeu o senso faz tempo.
os gays defendem o que chamam de igualdade para haver união civil gay, mas na hora de ter cota em universidade e mordaça gay para a sociedade daí não tem igualdade, eles são superiores!
puta merda.
´´Inustiça social!
E a cota para os punheteiros, necrófilos, zoófilos e pedófilos? ``
tirando a dos punheteiros as outras são apenasumaquestão de tempo se as coisas continuarem assim.
O antropólogo Luiz Mott, presidente do Grupo Gay da Bahia e
integrante do Conselho Nacional de Combate à Discriminação, defende a criação de
cotas também para homossexuais. Logo na primeira reunião do conselho, quando foi
sugerida a nomeação de negros e mulheres como ministros, Mott interveio: “E por
que não também um ministro homossexual assumido?”. A proposta das cotas,
assegura, foi bem-recebida. “Foi aprovada por unanimidade, não só pelos
representantes das ONGs, mas também pelos representantes do governo presentes. O
secretário de Direitos Humanos, Paulo Sérgio Pinheiro, declarou que temos de nos
acostumar com a isonomia de todas as minorias, inclusive os homossexuais”.
Por esse motivo, o Grupo Gay da Bahia, o Grupo Quimbanda-Dudu de
Gays Negros e a Associação de Travestis de Salvador estão preparando uma
campanha nacional a ser iniciada tão logo seja divulgado o primeiro concurso
público em que já esteja em vigor o sistema de cotas. “Estamos fazendo um
levantamento sobre situações concretas de discriminação contra os homossexuais
negros, mulheres e deficientes físicos, demonstrando que sofrem muito mais
discriminação. Vamos mobilizar os homossexuais de todos os estados para que
concorram às cotas e insistam em sua condição de dupla ou triplamente
discriminados, reivindicando prioridade”.
Mott considera que o sistema de cotas é uma medida de alcance
imediato, necessária a curto prazo, enquanto não se realiza na sociedade uma
transformação profunda que promova a igualdade. “Imagino que dentro de alguns
anos ou décadas, quando as diferenças socioeconômicas que hoje excluem as
minorias do acesso igualitário à educação, ao funcionalismo etc. deixarem de
existir, então não mais serão necessárias políticas afirmativas, que podem ser
chamadas de ‘discriminação positiva’, pois favorecem temporariamente quem
durante muitas gerações foi discriminado devido à sua condição”.