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Homem e Mulher

Iniciado por rafael_4 em 04/02/2011 · 4 mensagens

rafael_4#1
As diferenças entre homem e mulher não se limitam as de caráter biológico. A condição de homem ou mulher pertence tanto à biologia quanto ao espírito, à cultura e à vida social. A diferenciação morfológica e anatômica leva consigo diferentes traços psicológicos, afetivos e cognoscitivos.

Assim, a complementariedade de cada um em relação ao outro não se refere apenas á união para a preservação da espécie, mas abrange também o terreno espiritual, verificando-se características anímicas próprias de cada um dos sexos:

Homem:

-Tendência para o Universal e Abstrato
-Inteligência mais teórica
-Atenção espontânea
-Maior influência do sentido comum
-Preponderância da Racionalidade (Lógica)
-Captação mais discursiva da realidade
-Maior controle sobre os sentimentos
-Menor capacidade para o sofrimento
-Maior calculismo e inconstância

Mulher:

-Tendência para o Singular e Concreto
-Inteligência mais prática
-Atenção voluntária
-Maior riqueza de imaginação e memória
-Preponderância da Emotividade (Afetos)
-Captação mais intuitiva da realidade
-Menor controle sobre os sentimentos
-Maior capacidade para o sofrimento
-Maior generosidade e fidelidade

Verifica-se, portanto, que, além das características comuns a todos os indivíduos da espécie humana, a diferenciação sexual representa não apenas um elemento orgânico de conjugação para a preservação da espécie, mas fator de complementação do ser humano em sua dimensão espiritual, cujas características próprias, de cada sexo, devem ser compreendidas para sua melhor concatenação.

Por Ives Gandra da Silva Martins Filho.

Manual esquemático de Filosofia, pág 160, 3° edição.

Descorram sobre o assunto. (:
brancaleone#2
Ele está certo, mas acredito que estas características citadas tem bases biológicas e não espirituais.
lrdezro#3
Aqui está a causa de por que as mulheres, como seres que, por causa da fraqueza de sua razão, são bem menos aptas que os homens para entender, manter e tomar como norma os princípios gerais, são inferiores a eles na virtude da justiça e, portanto, também na honestidade e na escrupulosidade. Por isso ai injustiça e a falsidade são seus vícios mais freqüentes, e a mentira, seu elemento próprio. Em contrapartida, superam os homens na virtude da caridade, pois, para esta, a ocasião é, na maioria das vezes, intuitiva e por isso fala direto à compaixão, para a qual as mulheres são decididamente mais facilmente sensíveis. Mas apenas o intuitivo presente, imediatamente real, tem para elas verdadeira existência; o mais distante, porém, o ausente, passado e futuro, só cognoscível mediante conceitos, não é bem compreensível para elas. Portanto também aqui há compensação: a justiça é uma virtude mais masculina, a caridade mais feminina. O pensamento de ver uma mulher exercendo o ofício de juiz faz rir.


- Arthur Schopenaher em Sobre o Fundamento da Moral, capítulo III, parágrafo XVII, página CXLV.
pedro_9#4
Olha, não é por nada não, mas esse cara está inferiorizando as mulheres. Depois de litros de chorume filosófico terem invadido o Ocidente, com Hegel, Schelling, Bergson e o resto da corja, muitos intelequituais jogaram Platão no saco e começaram a equiparar Razão e Sentimento, inteligência do universal e intuição do singular, e até (PQP!) discurso lógico e discurso imaginativo. No entanto, esse modo de encarar a "complementaridade" não passa de uma farsa. A intuição, a imaginação, os sentimentos, realmente são femininos, mas estão ABAIXO das suas contrapartes masculinas. É por isso que, no hinduísmo, o espírito está para a alma como Purusha está para Prakriti. Até os egípcios pensavam assim. O problema é que os ocidentais primeiro confundiram alma e espírito, e graças a isso surgiram essas maluquices pseudo-esotéricas de "igualdade" entre os dois.

Guénon explica

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