Leonardo Picciani, deputado federal da base alugada, setor PMDB, guichê do Rio de Janeiro, explicando que prefere continuar embolsando o salário de R$ 26,7 mil recebido por congressistas em vez dos R$ 12,9 mil pagos ao secretário estadual de Educação, cargo que acabou de assumir, não por gostar muito de dinheiro, mas porque odeia mudar de gerente de banco:
“É mais cômodo receber pela Câmara porque, quando eu volto para o mandato, não preciso reabrir conta bancária. O salário maior não é o mais importante”
“É mais cômodo receber pela Câmara porque, quando eu volto para o mandato, não preciso reabrir conta bancária. O salário maior não é o mais importante”