Pessoal, eu postei um texto contido no Jardim das Aflições numa comunidade do Hugo Chavez, sobre a Revolução Cultural. É uma nota de rodapé atribuída pelo Olavo a Eric Voegelin, em que cita Richard Hooker sobre a doutrinação revolucionária (pag.293 nota de rodapé 256).
O fato é que uma esquerdinha veio com a teoria de que isso tem a ver com a Reforma Prostestante, e ainda, que a reforma era burguesa e capitalista, pois era a libertação da burguesia diante do clero, que condenava o lucro e a acumulação de capital, bla, bla, bla... ou seja, aquela famosa teoria esquerdista muito bem difundida por aqui.
Segue comentário dela:
Contemporâneo, de fato, principalmente se considerarmos sua relação com a expansão do movimento evangélico, amparando a consolidação do capitalismo.
Analisando o contexto histórico, a revolução burguesa do século XVI, de que trata a obra, veio justamente para permitir e sacralizar o lucro, antes condenado pela Igreja Católica, como disse Weber em: A Ética Protestante e o Espírito Capitalista.
E toda essa doutrinação tem trazido resultados até hoje.
Sei que a reforma teve um caráter social e econômico sim, mas muito acima disso vem as questões religiosas e políticas. Mas não domino muito esse assunto, por isso venho aqui apelar aos colegas, se alguém ainda tiver paciência com comunista que dê um pau nessa menina.
[url]/CommMsgs.aspx?cmm=1301121&tid=2522347291939271700&start=1[/url]
Obrigado
O fato é que uma esquerdinha veio com a teoria de que isso tem a ver com a Reforma Prostestante, e ainda, que a reforma era burguesa e capitalista, pois era a libertação da burguesia diante do clero, que condenava o lucro e a acumulação de capital, bla, bla, bla... ou seja, aquela famosa teoria esquerdista muito bem difundida por aqui.
Segue comentário dela:
Contemporâneo, de fato, principalmente se considerarmos sua relação com a expansão do movimento evangélico, amparando a consolidação do capitalismo.
Analisando o contexto histórico, a revolução burguesa do século XVI, de que trata a obra, veio justamente para permitir e sacralizar o lucro, antes condenado pela Igreja Católica, como disse Weber em: A Ética Protestante e o Espírito Capitalista.
E toda essa doutrinação tem trazido resultados até hoje.
Sei que a reforma teve um caráter social e econômico sim, mas muito acima disso vem as questões religiosas e políticas. Mas não domino muito esse assunto, por isso venho aqui apelar aos colegas, se alguém ainda tiver paciência com comunista que dê um pau nessa menina.
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Obrigado