KAMPALA, Uganda, 4 de fevereiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Depois do assassinato brutal do ativista gay ugandense David Kato na semana passada, os meios de comunicação, os ativistas homossexuais e os grupos de direitos humanos afirmaram que o assassinato foi consequência dos sentimentos anti-homossexualismo de Uganda.
Contudo, na quarta-feira a polícia prendeu um homem de nome Nsubuga Enock que dizem era um dos parceiros sexuais de Kato e que havia confessado ter cometido o assassinato.
De acordo com o superintendente da polícia Kale Kayihura, o suspeito disse que “havia negociado com o morto para ser pago em dinheiro para ser usado como um parceiro sexual”.
Ele disse que o homem então fez sexo, mas Kato não pagou. “No dia seguinte, Nsubuga confessa que pegou um martelo que estava no banheiro e bateu na cabeça dele”, disse Kayihura.
“Não há nada concreto que indique que Nsubuga tivesse sido motivado por ódio, embora não estejamos descartando isso”.
A polícia disse que Enock era um ladrão muito conhecido.
Kato foi assassinado em 24 de janeiro. Os meios de comunicação e os ativistas gays do mundo inteiro imediatamente denunciaram a morte dele como um ataque direto à postura homossexual dele e Kato está sendo descrito como um ativista herói e “modelo”.
A entidade Human Rights Watch (Vigilância dos Direitos Humanos), cuja sede está em Nova Iorque, divulgou uma declaração na quinta-feira passada exigindo uma investigação minuciosa do caso. “A morte de Kato é uma perda trágica para a comunidade de direitos humanos”, disse Maria Burnett, pesquisadora sênior de assuntos africanos na Human Rights Watch. “David havia enfrentado corajosamente as crescentes ameaças aos indivíduos LGBT ugandenses e nós sentiremos muita falta dele”.
Contudo, na quarta-feira a polícia prendeu um homem de nome Nsubuga Enock que dizem era um dos parceiros sexuais de Kato e que havia confessado ter cometido o assassinato.
De acordo com o superintendente da polícia Kale Kayihura, o suspeito disse que “havia negociado com o morto para ser pago em dinheiro para ser usado como um parceiro sexual”.
Ele disse que o homem então fez sexo, mas Kato não pagou. “No dia seguinte, Nsubuga confessa que pegou um martelo que estava no banheiro e bateu na cabeça dele”, disse Kayihura.
“Não há nada concreto que indique que Nsubuga tivesse sido motivado por ódio, embora não estejamos descartando isso”.
A polícia disse que Enock era um ladrão muito conhecido.
Kato foi assassinado em 24 de janeiro. Os meios de comunicação e os ativistas gays do mundo inteiro imediatamente denunciaram a morte dele como um ataque direto à postura homossexual dele e Kato está sendo descrito como um ativista herói e “modelo”.
A entidade Human Rights Watch (Vigilância dos Direitos Humanos), cuja sede está em Nova Iorque, divulgou uma declaração na quinta-feira passada exigindo uma investigação minuciosa do caso. “A morte de Kato é uma perda trágica para a comunidade de direitos humanos”, disse Maria Burnett, pesquisadora sênior de assuntos africanos na Human Rights Watch. “David havia enfrentado corajosamente as crescentes ameaças aos indivíduos LGBT ugandenses e nós sentiremos muita falta dele”.