Uma história curiosa vem do interior de Minas Gerais e mais parece uma história dos velhos filmes de bangue-bangue. Um homem está proibido de entrar na própria cidade. O agricultor Leonardo Durães não pode cruzar a divisa. “Se eu der um passo para lá, eu estou fora da lei”, revela.
Se pisar no município mineiro de Buritis, Leonardo estará descumprindo uma ordem judicial. “Eu me sinto no Velho Oeste, tipo um bandido, expulso da minha cidade”, lamenta.
No começo era só uma desavença de família, uma rixa com a irmã, a funcionária pública Sandra Durães. “Ela costuma pisar nas pessoas”, diz o agricultor. “Ele sempre foi custoso, sempre foi agressivo”, ressalta a irmã.
Mas a briga ficou feia, e o bate-boca parou na Justiça. “A minha irmã é bruta, está sempre querendo ser melhor do que todos”, declara Leonardo. “Quando ele implica com uma pessoa, ele implica para valer”, aponta Sandra.
Até o dia em que ele ameaçou a irmã. “Ela se alterou comigo, eu me alterei com ela. Veio a convulsão em mim. Aí, eu não vi nada”, conta o agricultor. A irmã chamou a polícia, e Leonardo foi preso.
A juíza de Buritis, Lisandre Figueira, mandou soltá-lo, mas, baseada na Lei Maria da Penha, de proteção à mulher, o proibiu de freqüentar o município durante seis meses. “Imediatamente, no outro dia, eu sai para Brasília, porque eles me pressionaram para sair do município”, revela Leonardo.
“Foi uma decisão correta, porque, até então, o período em que eu tive um sossego, uma paz, foi esse período em que o Leonardo ficou afastado da cidade”, declara a funcionária pública Sandra Durães.
Leonardo e a irmã Sandra não viviam na mesma casa. Ela mora na cidade. E ele, no campo, a sete quilômetros do centro de Buritis. Mesmo assim, ele teve que ir embora, porque a casa dele fica dentro dos limites do município. Com medo de ser preso, trancou tudo e nunca mais pisou no local.
Se pisar no município mineiro de Buritis, Leonardo estará descumprindo uma ordem judicial. “Eu me sinto no Velho Oeste, tipo um bandido, expulso da minha cidade”, lamenta.
No começo era só uma desavença de família, uma rixa com a irmã, a funcionária pública Sandra Durães. “Ela costuma pisar nas pessoas”, diz o agricultor. “Ele sempre foi custoso, sempre foi agressivo”, ressalta a irmã.
Mas a briga ficou feia, e o bate-boca parou na Justiça. “A minha irmã é bruta, está sempre querendo ser melhor do que todos”, declara Leonardo. “Quando ele implica com uma pessoa, ele implica para valer”, aponta Sandra.
Até o dia em que ele ameaçou a irmã. “Ela se alterou comigo, eu me alterei com ela. Veio a convulsão em mim. Aí, eu não vi nada”, conta o agricultor. A irmã chamou a polícia, e Leonardo foi preso.
A juíza de Buritis, Lisandre Figueira, mandou soltá-lo, mas, baseada na Lei Maria da Penha, de proteção à mulher, o proibiu de freqüentar o município durante seis meses. “Imediatamente, no outro dia, eu sai para Brasília, porque eles me pressionaram para sair do município”, revela Leonardo.
“Foi uma decisão correta, porque, até então, o período em que eu tive um sossego, uma paz, foi esse período em que o Leonardo ficou afastado da cidade”, declara a funcionária pública Sandra Durães.
Leonardo e a irmã Sandra não viviam na mesma casa. Ela mora na cidade. E ele, no campo, a sete quilômetros do centro de Buritis. Mesmo assim, ele teve que ir embora, porque a casa dele fica dentro dos limites do município. Com medo de ser preso, trancou tudo e nunca mais pisou no local.