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O vídeo abaixo apresenta um debate entre o padre Quevedo e o espírita Benjamin Teixeira, que não se furtou a apelar para o realtivismo, para o politicamente correto e para o ecumenismo (como se isso fossem argumentos).
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Notem que a introdução do vídeo traz um texto no qual um cidadão destila xenofobia e todo seu ódio contra o padre Quevedo, (sinal inequiívoco de "evolução" espiritual).
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Julguem vocês mesmos:
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http://youtu.be/LBs3i7A_jJA
Só uma ultima coisa:
Sem entrar no mérito da discussão, mas pegando a forma como ela ocorreu,
vale salientar o seguinte: o sujeito, quando discute com o pe. Quevedo,
salta de várias áreas de conhecimento, e o faz rapidamente, o que
associado a sua fala rápida, e o tom da voz puxado para a mansidão
(falando com o tom de voz de alguém que estivesse a aconselhar uma
viúva), via de regra leva a debatedores e ouvintes inexperientes e/ou
imaturos a paralizar. Isso ocorre porque enquanto você escuta e
racionaliza o que está sendo dito, simplesmente não há uma lógica
intrínseca a ser captada. Se o carequinha (que não pude deixar de
associá-lo ao gordinho do Seinfield) falasse devagar, pausadamente, em
um tom normal, ficaria clara toda a empulhação. Funciona meio que como
uma hipnose para pegar trouxas. Se o discurso é feito nessas condições
acima ditas, e acompanhado de um vocabulário cheio neologismos e
palavras "bonitas" e "rebuscadas", dá ao ouvinte aquela sensação de
autoridade e inteligibilidade (pois mesmo não compreendendo a lógica
interna do discurso, o ouvinte consegue compreender alguma coisa, nem
que seja a compreensão de uma palavra "difícil" dita em relação a um
fenômeno do qual simplesmente não há compreensão nenhuma), que o faz
crer em algo sem sequer pensar a respeito, passando a repetir o que
aprendeu sem analisar as próprias bases do discurso.
Isso também é outro motivo pelo qual o William Lane Craig, quando
debate, reduz o assunto discutido a 3 teses fundamentais (nunca vi ele
passar disso) e por mais que seu interlocutor leve a discussão para
longe do mérito da questão, ele volta a amarrá-lo no tema debatido.
Só para citar dois exemplos: 1. Os espíritos e os eletrônicos: De acordo
com o próprio debatedor, a tese mais simples é também a mais provável
para melhor explicar o fenômeno. Se há imagens e sons captados por
aparelhos eletrônicos, por qual motivo se falar em espíritos quando há a
propria interferência de ondas audio-visuais, radiação etc. etc.?
2. A senha: Sendo os espíritos tão evoluídos, porque descartam as senhas
comprobatórias ao invez de reconhecerem a pequenez humana (já que são
tão evoluídos...) e simplesmente confirmar a porcaria da senha e assim
tornar a Doutrina Espírita crível para toda a humanidade?
Note que esses "contra argumentos", apesar de muito mais plausíveis que
as teses defendidas pelo carinha lá, não foram sequer tocados na
discussão. E não o foi não por demérito do pe. Quevedo, mas porque a
quantidade de assuntos que seu contendor levantou foram tantos e tão
diversos que simplesmente fica impossível de rebater a grande maioria.
Obviamente que pe. Quevedo não cai no conto do malandro... mas já os
espectadores...