A filosofia diferentemente como muitos pensam, não é o "amor a sabedoria".
Vivemos num mundo em constante transformação. Produz ainda a contradição que se baseou nos mais belos discursos sobre bondade, moral, justiça e o saber; que foi capaz, só em nosso século passado, devastar e arrasar a Europa e uma boa parte da Ásia com guerras sucessivas cada vez mais cruéis.
O Mundo hoje está cada vez mais consumista aonde os poderosos englobam todo o poder intelectual, moral e religioso. Aonde procura-se resistir à condições de uma imensa vitrine, que oferece os mais variados e desnecessários produtos; tornando-se o homem mais encarcerado num muro de concientizações ridículas, convertendo-o em um grande consumidor de necessidades inúteis.
Tal meio que em tempos em tempos, destaca-se de acordo com a moda, com o domínio "racional" com a desculpa de que se detectam impulsos reprimidos do chamado preconceito, hipocrisia e a minoria social, que às vezes acentua a presença de uma razão "formal", "asséptica" ou "estatística" que pretendem determinar padrões de "progresso social", cujo a único significado, é o controle social e o determinismo favorecendo de alguma forma, sempre, os poderosos e o meio político em que vivem. Num mundo como esse, devemos perguntar: não parece retórico algo que nos foi ensinado, algo tão idílico como "amor a sabedoria" ? Que tipo de amor é esse? Que espécie de sabedoria é essa?
Não é fácil saber o que realmente é a filosofia. Mas evidentemente, nem hoje, nem nunca significou "amor a sabedoria". O conteúdo da antiga filosofia, era a capacidade que se expressara um momento supremo da razão e da adequação do homem em seu ambito e de sua própria experiência, adequar-se no mundo, infiltrar nele e modifica-lo a partir do eixo e de sua experiência racional.
Vivemos num mundo em constante transformação. Produz ainda a contradição que se baseou nos mais belos discursos sobre bondade, moral, justiça e o saber; que foi capaz, só em nosso século passado, devastar e arrasar a Europa e uma boa parte da Ásia com guerras sucessivas cada vez mais cruéis.
O Mundo hoje está cada vez mais consumista aonde os poderosos englobam todo o poder intelectual, moral e religioso. Aonde procura-se resistir à condições de uma imensa vitrine, que oferece os mais variados e desnecessários produtos; tornando-se o homem mais encarcerado num muro de concientizações ridículas, convertendo-o em um grande consumidor de necessidades inúteis.
Tal meio que em tempos em tempos, destaca-se de acordo com a moda, com o domínio "racional" com a desculpa de que se detectam impulsos reprimidos do chamado preconceito, hipocrisia e a minoria social, que às vezes acentua a presença de uma razão "formal", "asséptica" ou "estatística" que pretendem determinar padrões de "progresso social", cujo a único significado, é o controle social e o determinismo favorecendo de alguma forma, sempre, os poderosos e o meio político em que vivem. Num mundo como esse, devemos perguntar: não parece retórico algo que nos foi ensinado, algo tão idílico como "amor a sabedoria" ? Que tipo de amor é esse? Que espécie de sabedoria é essa?
Não é fácil saber o que realmente é a filosofia. Mas evidentemente, nem hoje, nem nunca significou "amor a sabedoria". O conteúdo da antiga filosofia, era a capacidade que se expressara um momento supremo da razão e da adequação do homem em seu ambito e de sua própria experiência, adequar-se no mundo, infiltrar nele e modifica-lo a partir do eixo e de sua experiência racional.