ESTADO - 22/01/2005
O Palácio do Planalto quer saber dos representantes dos movimentos sociais do País, incluindo o Movimento dos Sem-Terra (MST), o que eles acham do serviço de inteligência brasileiro, que tem como órgão central a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), entidade que substituiu o extinto e malfadado Serviço Nacional de Informações (SNI). Nesta mesma consulta, a ser realizada pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), auxiliado pela Secretaria-Geral da Presidência, o governo quer saber o que esses movimentos acham que a Abin deve ter como prioridade.
“Queremos que esses movimentos nos digam como gostariam que o sistema de inteligência
do País funcionasse, digam o que eles acham que não agrada a eles no serviço prestado, quais deveriam ser os focos do sistema e pediremos que apresentem sugestões”, disse ao Estado o ministro-chefe do GSI, general Jorge Armando Félix, que comanda a direção da Abin. O general informou que vários segmentos,como as igrejas, já foram ouvidos e a intenção é abrir o debate com todos os setores da sociedade.
(...)
http://www.estado.com.br/ (primeiro caderno, p. 6)
O Palácio do Planalto quer saber dos representantes dos movimentos sociais do País, incluindo o Movimento dos Sem-Terra (MST), o que eles acham do serviço de inteligência brasileiro, que tem como órgão central a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), entidade que substituiu o extinto e malfadado Serviço Nacional de Informações (SNI). Nesta mesma consulta, a ser realizada pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), auxiliado pela Secretaria-Geral da Presidência, o governo quer saber o que esses movimentos acham que a Abin deve ter como prioridade.
“Queremos que esses movimentos nos digam como gostariam que o sistema de inteligência
do País funcionasse, digam o que eles acham que não agrada a eles no serviço prestado, quais deveriam ser os focos do sistema e pediremos que apresentem sugestões”, disse ao Estado o ministro-chefe do GSI, general Jorge Armando Félix, que comanda a direção da Abin. O general informou que vários segmentos,como as igrejas, já foram ouvidos e a intenção é abrir o debate com todos os setores da sociedade.
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http://www.estado.com.br/ (primeiro caderno, p. 6)