Inspirados pelos recentes acontecimentos no Oriente Médio e no Norte da África, centenas de ativistas chineses pró-democracia foram às ruas neste final de semana para a manifestação chamada “Revolução de Jasmim”. A convocação inicial para o protesto foi feita através do site “http://boxun.com/“, hospedado nos Estados Unidos, e repercutiu rapidamente pela Internet, fazendo com que vários sites organizassem protestos em Pequim, Xangai e outras 11 cidades.
Incomodado com a repercussão dos eventos no Egito, Tunísia, Bahrein, Iêmen, Algéria e Líbia, o governo chinês respondeu de forma enérgica, enviando um número de policiais bem maior do que o habitual para as ruas. A polícia agiu rapidamente para reprimir o protesto, onde os manifestantes gritavam: “Queremos comida, queremos trabalho, queremos moradia, queremos justiça!”, citando as reivindicações mais comuns do povo chinês.
Segundo o Information Centre for Human Rights and Democracy, baseado em Hong-Kong, mais de cem ativistas em várias cidades da China foram levados pela polícia, confinados em suas casas, ou estão desaparecidos.
Incomodado com a repercussão dos eventos no Egito, Tunísia, Bahrein, Iêmen, Algéria e Líbia, o governo chinês respondeu de forma enérgica, enviando um número de policiais bem maior do que o habitual para as ruas. A polícia agiu rapidamente para reprimir o protesto, onde os manifestantes gritavam: “Queremos comida, queremos trabalho, queremos moradia, queremos justiça!”, citando as reivindicações mais comuns do povo chinês.
Segundo o Information Centre for Human Rights and Democracy, baseado em Hong-Kong, mais de cem ativistas em várias cidades da China foram levados pela polícia, confinados em suas casas, ou estão desaparecidos.