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ONU Mulheres: nova agência da ONU

Iniciado por giovanni_3 em 24/02/2011 · 10 mensagens

giovanni_3#1
Mais um passo para a implementação da Nova Ordem Mundial.
Direto da fonte: http://unicrio.org.br/onu-mulheres-celebra-hoje-242-…e-de-genero/
giovanni_3#2
Não estou conseguindo postar corretamente. O link da notícia é esse: http://unicrio.org.br/onu-mulheres-celebra-hoje-242-…e-de-genero/

Michelle Bachellet, Nicole Kidman, CNN, Shakira, ABC, e mais uma cambada de sem-vergonhas.
fbio_8#3
Essa nova agência vai querer implantar o aborto no mundo inteiro.
giovanni_3#4
"ONU Mulheres prestará apoio aos países de forma individual para o alcance da igualdade de gênero na economia e na política e para a eliminação do fenômeno mundial da violência contra as mulheres. Ajudará a estabelecer pautas internacionais de progresso e liderar iniciativas coordenadas da ONU para converter as novas oportunidades para as mulheres e as meninas em elementos centrais de todos os programas de paz e desenvolvimento da ONU."

Para quem está um pouco por fora, desde as Conferências de Pequim e do Cairo, na década de 90, a implementação da teoria do gênero ganhou toda a força possível. Aborto, eutanásia, igualdade de gênero, toda essa merda foi incentivada e assumida pelo Ocidente.
Essa nova agência só vem a coroar; é sinal de que não é preciso esconder mais nada.
elanaine#5
Parece até nome de loja de roupas femininas kkkkkkkk
elizangela#6
Elanaine
ONU Mulheres
Parece até nome de loja de roupas femininas kkkkkkkk


HAHAHA! É mesmo!
gabriel_2#7
Cadê a ONU homens? Ou será que tanta gente vai acreditar que uma entidade sexista vai impor a tão sonhada "igualdade"? A idiotice de certas noticias beira a psicopatia, que merda viu.
elizangela#8
"igualdade de gênero na economia e na política"

isso não faz o mínimo sentido.
giovanni_3#9
Está para ser lançada no Brasil no fim deste ano a versão portuguesa do livro do advogado argentino Jorge Scala "El género como herramienta de poder" sobre a perigosa e destrutiva "ideologia de gênero".

Em nossa língua poucos são os que compreendem a origem, o significado e o perigo de tal ideologia. Não tivemos ainda, por parte do episcopado brasileiro, um documento semelhante ao produzido pela Conferência Episcopal Peruana "La ideología de género: sus peligros y alcances" (1998)[1]. Ao contrário, não são poucas as vezes em que membros da hierarquia católica em nosso país fazem uso - inadvertidamente, é claro - de termos emprestados àquela ideologia. Falar de desigualdade de gênero, opor-se à homofobia, não aceitar discriminações contra os homossexuais, dividir as pessoas em homossexuais e heterossexuais, tudo isso se encontra em escritos de zelosos pastores de almas, inocentes úteis nas mãos de uma doutrina tão perniciosa.
(...)

Em seu livro sobre "gênero" a ser lançado no Brasil, Jorge Scala alerta mais uma vez que o jogo de palavras dessa ideologia não é inocente. Segundo a "ideologia de gênero", não existe um homem natural nem uma mulher natural. O ser humano nasce sexualmente neutro. A sociedade é que constrói os papéis masculinos ou femininos. "Gêneros" são papéis socialmente construídos. Como não existe uma masculinidade e feminilidade naturais, cada um pode "desconstruir" o papel que lhe foi imposto por convenção social. Surge assim a liberdade de "casar-se" com uma pessoa do mesmo sexo e a exigência de o Estado reconhecer essa forma de "família". Se não existe uma vocação da mulher à maternidade, pode-se falar no direito a "interromper a gravidez", colocado entre os "direitos sexuais e reprodutivos". Homossexualismo, transexualismo, travestismo, adoção de crianças por duplas homossexuais, prostituição, pedofilia e aborto são algumas das tristes consequências dessa ideologia.
giovanni_3#10
Além da palavra "gênero", Jorge Scala faz uma lista de locuções habilmente usadas para manipular a linguagem: opção sexual, igualdade sexual, direitos sexuais e reprodutivos, saúde sexual e reprodutiva, igualdade e desigualdade de gênero, "empoderamento" da mulher, "patriarcado", "sexismo", cidadania, "direito ao aborto", gravidez não desejada, "tipos" de família, "androcentrismo", "casamento homossexual", sexualidade polifórmica, "parentalidade", "heterossexualidade obrigatória" e "homofobia". "Como se pode ver - prossegue o autor - trata-se de uma nova linguagem, de características esotéricas, cuja função é assegurar a confusão". (...)

http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-rev…-genero.html

E por aí segue o artigo. Jorge Scala é um advogado argentino. Já assisti a uma excelente palestra dele e tenho um livro dele, chamado "Género y Derechos Humanos". Quem se interessar, pode comprar de olhos fechados qualquer livro dele que não se arrependerá. Este que será lançado se chamará "O gênero como ferramenta de poder".

Fica a dica!

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