Por Stephanie Samuel |Repórter do The Christian Post
Traduzido por Ivo Cardoso
EUA, Sábado, 26 de Fevereiro de 2011 -
Defensores pró-vida da Virgínia estão radiantes com a aprovação de uma legislação que permite que as clínicas de aborto do estado sejam reguladas como um hospital, e não como um consultório médico.
Os defensores pró-vida do estado da Virgínia têm feito um lobby a favor da medida, aprovada pelo vice-governador Bill Bolling, na quinta-feira, após um empate na votação no Senado estadual, durante quase duas décadas. Esta semana, a Assembleia Geral da Virgínia finalmente concordou. Defensores pró-vida dizem que a regulamentação é um passo na direção certa.
Victoria Cobb, presidente da Fundação da Família da Virgínia, elogiou a medida: "Após mais de duas décadas, com a votação de hoje, os centros de aborto da Virgínia deixarão de ser capazes de se esconder atrás de um véu de sigilo motivado por questões políticas."
A Sociedade para a Vida Humana da Virgínia (SVHV) disse que a lei é "uma segurança importante e legislação de proteção da saúde para as mulheres da Virgínia".
O projeto de lei foi aprovado após o grupo pró-vida Live Action, que é liderado por jovens, ter descoberto que profissionais de clínicas abortivas encobriram prostituição e o abortista da Pensilvânia Kermit Gosnell a matar crianças em uma clínica imunda.
"Casos como estes mostram claramente porque é crítico que regulamentos sejam aplicados a abortistas na Commonwealth. A vida e a segurança das mulheres estão claramente em jogo," disse a Presidente do SVHV Olivia Gans.
Sob a legislação recentemente aprovada, qualquer clínica ou consultório médico que realiza cinco ou mais abortos no primeiro trimestre por mês será classificado como um hospital.
A nova determinação significa que as clínicas estarão sujeitas a normas especiais estabelecidas pela Comissão Estadual de Saúde. Os regulamentos podem significar mudanças para as plantas das clínicas, bem como para os seus funcionários.
Traduzido por Ivo Cardoso
EUA, Sábado, 26 de Fevereiro de 2011 -
Defensores pró-vida da Virgínia estão radiantes com a aprovação de uma legislação que permite que as clínicas de aborto do estado sejam reguladas como um hospital, e não como um consultório médico.
Os defensores pró-vida do estado da Virgínia têm feito um lobby a favor da medida, aprovada pelo vice-governador Bill Bolling, na quinta-feira, após um empate na votação no Senado estadual, durante quase duas décadas. Esta semana, a Assembleia Geral da Virgínia finalmente concordou. Defensores pró-vida dizem que a regulamentação é um passo na direção certa.
Victoria Cobb, presidente da Fundação da Família da Virgínia, elogiou a medida: "Após mais de duas décadas, com a votação de hoje, os centros de aborto da Virgínia deixarão de ser capazes de se esconder atrás de um véu de sigilo motivado por questões políticas."
A Sociedade para a Vida Humana da Virgínia (SVHV) disse que a lei é "uma segurança importante e legislação de proteção da saúde para as mulheres da Virgínia".
O projeto de lei foi aprovado após o grupo pró-vida Live Action, que é liderado por jovens, ter descoberto que profissionais de clínicas abortivas encobriram prostituição e o abortista da Pensilvânia Kermit Gosnell a matar crianças em uma clínica imunda.
"Casos como estes mostram claramente porque é crítico que regulamentos sejam aplicados a abortistas na Commonwealth. A vida e a segurança das mulheres estão claramente em jogo," disse a Presidente do SVHV Olivia Gans.
Sob a legislação recentemente aprovada, qualquer clínica ou consultório médico que realiza cinco ou mais abortos no primeiro trimestre por mês será classificado como um hospital.
A nova determinação significa que as clínicas estarão sujeitas a normas especiais estabelecidas pela Comissão Estadual de Saúde. Os regulamentos podem significar mudanças para as plantas das clínicas, bem como para os seus funcionários.