Por Michelle A. Vu |Repórter do Christian Post
Traduzido por Abigail Viana dos Santos
O número 1 na lista do Talibã do Paquistão, Shahbaz Bhatti, o ministro federal de Assuntos Minoritários, foi morto a tiros quarta-feira por volta das 11 horas (horário local)
O Talibã assumiu a responsabilidade pelo assassinato do ativista das minorias.
Bhatti, 42 anos, estava saindo de sua casa pela manhã, quando um atirador desconhecido bombardeou o seu veículo com balas em plena luz do dia. Ele estava morto quando chegou ao Hospital Shifa, em Islamabad. Bhatti é normalmente acompanhado por seguranças, mas na quarta-feira ele lhes disse para não viajar com ele.
"O assassinato de Bhatti é uma mensagem para todos aqueles que são contra as leis de blasfêmia do Paquistão," disse Ihsanullah Ihsan, um porta-voz do Talibã, segundo a CNN.
Bhatti irritou os extremistas, exigindo uma revisão sobre a controversa lei da blasfêmia à luz do caso da Ásia Bibi - a primeira mulher a ser condenada à morte sob a lei de blasfêmia.
No mês passado, o The Christian Post esteve com Bhatti, em Washington, DC, para uma entrevista durante a qual ele compartilhou que estava recebendo ameaças de morte por falar contra a lei de blasfêmia do Paquistão. Bhatti tinha dito que ele era o alvo número 1 dos talibãs após o ex-governador de Punjab, Salman Taseer, um adversário da lei sobre a blasfêmia, ter sido assassinado. Taseer, que é um Muçulmano de mente liberal, tinha sido o alvo No. 1 do Talibã até que foi assassinado por seu próprio guarda-costas em 04 de janeiro.
"Quero deixar claro que estou consciente de que na luta para proteger a liberdade religiosa, direitos das minorias, e para levantar a voz contra a lei sobre a blasfêmia, eu posso ser assassinado. Eu posso ser morto," contou Bhatti PB na entrevista em fevereiro.
Traduzido por Abigail Viana dos Santos
O número 1 na lista do Talibã do Paquistão, Shahbaz Bhatti, o ministro federal de Assuntos Minoritários, foi morto a tiros quarta-feira por volta das 11 horas (horário local)
O Talibã assumiu a responsabilidade pelo assassinato do ativista das minorias.
Bhatti, 42 anos, estava saindo de sua casa pela manhã, quando um atirador desconhecido bombardeou o seu veículo com balas em plena luz do dia. Ele estava morto quando chegou ao Hospital Shifa, em Islamabad. Bhatti é normalmente acompanhado por seguranças, mas na quarta-feira ele lhes disse para não viajar com ele.
"O assassinato de Bhatti é uma mensagem para todos aqueles que são contra as leis de blasfêmia do Paquistão," disse Ihsanullah Ihsan, um porta-voz do Talibã, segundo a CNN.
Bhatti irritou os extremistas, exigindo uma revisão sobre a controversa lei da blasfêmia à luz do caso da Ásia Bibi - a primeira mulher a ser condenada à morte sob a lei de blasfêmia.
No mês passado, o The Christian Post esteve com Bhatti, em Washington, DC, para uma entrevista durante a qual ele compartilhou que estava recebendo ameaças de morte por falar contra a lei de blasfêmia do Paquistão. Bhatti tinha dito que ele era o alvo número 1 dos talibãs após o ex-governador de Punjab, Salman Taseer, um adversário da lei sobre a blasfêmia, ter sido assassinado. Taseer, que é um Muçulmano de mente liberal, tinha sido o alvo No. 1 do Talibã até que foi assassinado por seu próprio guarda-costas em 04 de janeiro.
"Quero deixar claro que estou consciente de que na luta para proteger a liberdade religiosa, direitos das minorias, e para levantar a voz contra a lei sobre a blasfêmia, eu posso ser assassinado. Eu posso ser morto," contou Bhatti PB na entrevista em fevereiro.