PARABÉNS Rachel! O papel do jornalista é alertar a população para visões mais amplas dos fatos. Tá na hora do Brasil deixar de ser "O PAÍS DO CARNAVAL E DO FUTEBOL" para ser "O PAÍS DA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE E DO DESENVOLVIMENTO HUMANO". Chega de pão e circo. ACORDA BRASIL!
E digo mais: parabéns pela coragem em expressar o seu ponto de vista de forma tão clara e sem máscaras. Jornalismo de verdade tem visão crítica.
Jornalista sincera e corajosa! Editorial impecável sobre esta festa pagã que, no Brasil, somada às culturas mais deploráveis possíveis, se tornou a expressão máxima da falta de senso das proporções da utilização do poder público e da falta de seriedade desta nação.
Ela falou em carnaval de outrora quem sabe dos tempos das marchinhas do seu Lamartine Babo.
Sou Cristão Calvinista e não sou folião. Guardamos a Quaresma que se inicia na quarta feira e não execro o carnaval por simples religiosidade ou moralismo, mas por causa do que ela representa no seu aspecto primitivo. Sinto-me envergonhado por saber que para os estrangeiros o meu país é um país exótico com uma festa primitiva. O Carnaval se tornara nisso. Um antropôlogo cultural, de esquerda diria que minha visão é eurocentrica, preconceituosa para com a cultura do meu povo e que ainda padeço com o ranço da elite da primeira metade do século XX. Mesmo assim não deixo de me envergonhar com que vejo, principalmente no Rio, Salvador e Olinda
Se hoje o carnaval é assim que diriamos dos carnavais dos tempos da "Jardineira" de Benedito Lacerda e Huberto Porto, ou "Rasguei a Minha Fantasia" de Lamartine Babo, onde famílias católicas, piedosas brincavam como foliões de forma inocente nos clubes ou nos blocos os quatro dias (não vou dizer que antes não havia excessos, pois havia, mas....). Dizem que o grande problema do carnaval não era a folia em si, mas o esconder-se atrás da máscara como nos colocou muito bem o poeta ícone da esquerda deste país.
Quem é você diga logo
Que quero saber do seu jogo....
Eu quero morrer no seu bloco
Eu quero arder no seu fogo
Marcha rancho de Chico Buarque que já indicava a mudança do carnaval para se tornar no que ele é hoje
A fase áurea dos carnavais das marchinhas, nos anos 20,30,40, que logo após a festa dos Reis já eram tocadas nas rádios de forma massificante para sedimentar na cabeça do povo e uma delas, a mais tocada e cantada, seria a campeã. Nada de mulheres nuas, nas escolas da miséria milionária, nem sambas enrredos pobres de enrredo que uma semana depois já caiu no esquecimento, mas marchinhas inesquecíveis como "Seu Cabelo não Nega" do próprio Lamartine.
Na quarta feira à meia noite, tudo parava, pois seria sacrilégio a folia em tempo de contrição na quaresma.
Eis aí Benedito Lacerda outra vez agora com Aldo Cabral
O Carnaval da Minha Vida
na voz de Francisco Alves
Quarta-Feira de Cinzas, amanhece.
Na cidade há um silêncio que parece
Que o próprio mundo se despovoou.
Um toque de clarim já bem distante
Vai levando consigo agonizante
O som de um Carnaval que já passou.
E repetem-se as cenas de costume,
Cacos dispersos de lança-perfume,
Confetes, serpentinas pelo chão.
É a máscara que a vida jogou fora,
Lembrando que a alegria foi embora
Nos braços da passagem da ilusão.
Minha vida também durou três dias,
Alimentada pelas fantasias,
Recordações de uma existência inteira.
Um flerte, um bilhete, uma aliança,
Na maior festa da minha esperança,
que também teve a sua quarta-feira.
Hoje, ante o silêncio sepulcral
Dos despojos de mais um Carnaval,
Confronto esse cenário à minha dor.
E o que antes para mim era iluminado
Hoje são sombras mortais do passado,
Restos do Carnaval do meu amor.
Caraca, é difícil ver uma mulher gata como essa dotada também de um cérebro que consegue construir estruturas lógicas de críticas muito bem embasadas!! Essa mulher está de parabéns!!
Contudo, uma coisa assevero e com jum solene o confirmo: Por este cetro que ramos nem folhas jamais, em verdade, reproduziu, dés que foi, na montanha, do tronco arrancado, e que jamais brotará, pois o bronze, de vez, arrancou-lhe a casca e as folhas - a vida - e que os filhos dos nobres Olavetes, quando em função de juízes, empunham, fazendo que valham as leis de OdeC e os preceitos - solene é, repito, esta jura!
Todas as tuas palavras, Olibeira, foram ditas com senso. Foste indivíduo, porém, sempre quer sobrepor-se a nós todos, nos outros todos mandar, arrogar-se a gerência de tudo, e leis ditar inconteste, o que muitos, suponho, lhe negam.
Bem é verdade o que dizes, Olibeira, pois junto de Olavo, entretanto, se achavam reunidos os Olavetes, no soalho de ouro sentados. De néctar enchia uma das participantes cá da comunidade os copos de ouro maciço, que todos recebem, trocando brindes corteses, enquanto a cidade de Salvador admiravam. Isto fora o que precedeu o supracitado por ti, Olibeira.
CARVAVAL É LIXO !!
FESTA DE MERDA ONDE MISERÁVEL FAZ ROUPAS DE PLUMAS E PAÊTES PARA SE PARECER RICO
E RICO CELEBRA A PUTARIA COM ORGIAS E OUTRAS PORCARIAS
"Mas, enquanto o presidente Lula tiver dinheiro para pagar multas eleitorais - irrisórias e ineficazes, diga-se de passagem - ele vai continuar na contra-mão da ética e da legalidade, trocando as inúmeras obrigações de um presidente da República, pelos misteres de um autêntico cabo eleitoral."