Há quem passe o carnaval como eu – divido entre o trabalho, a folia e o noticiário. Na Líbia tudo vai mal graças ao auxílio luxuoso da covardia Obamista. Esse rapaz precisa entender que o cargo por ele ocupado demanda certas inerências que estão acima de convicções ultrapassadas. Ou ele detém Kadafi, ou Kadafi fará de um republicano qualquer o seu sucessor.
A grande sorte do povo líbio, até agora, é que o Brasil não se meteu nessa história. E nem poderia. Estamos do lado errado dessa pendenga e, ademais, antes de pensarmos em encalacrar na cadeia os criminosos dos outros, é preciso que comecemos a trancafiar os nossos. Ou matá-los.
Luiz Carlos de Oliveira, de 51 anos, se entregou à polícia voluntariamente, na terça-feira de carnaval. Essa candura de pessoa, na última segunda-feira, assassinou uma jovem de 21 anos degolando-a com cacos de vidro. A jovem negara um beijo ao psicopata apaixonado. Sob a luz de sua monstruosidade se disse arrependido e pronto para responder pelo crime que cometeu. Só que há um pequeno detalhe: a besta-fera já havia sido condenada por latrocínio. Sem contar alguns outros pequenos crimes.
Um adolescente de 17 anos – que não tem a identidade revelada em lugar algum por ser protegido pelo disparatado estatuto de proteção da criança e do adolescente – tentou matar a ex-namorada pela segunda vez, em Minas.
Trata-se de uma caçada. Não de uma caçada contra mulheres, embora estas ainda sofram absurdamente. Não de uma caçada contra minorias, embora as ditas minorias, com as suas agendas bem ajambradas, já não são tão frágeis quanto antes. Somos nós, homens de bem, contra eles, homens dispostos a matar e seus defensores. O que falta para entramos de vez na discussão sobre a diminuição da maioridade penal, a reformulação da constituição, do código de execução penal, do judiciário e a instauração da pena de morte?
A grande sorte do povo líbio, até agora, é que o Brasil não se meteu nessa história. E nem poderia. Estamos do lado errado dessa pendenga e, ademais, antes de pensarmos em encalacrar na cadeia os criminosos dos outros, é preciso que comecemos a trancafiar os nossos. Ou matá-los.
Luiz Carlos de Oliveira, de 51 anos, se entregou à polícia voluntariamente, na terça-feira de carnaval. Essa candura de pessoa, na última segunda-feira, assassinou uma jovem de 21 anos degolando-a com cacos de vidro. A jovem negara um beijo ao psicopata apaixonado. Sob a luz de sua monstruosidade se disse arrependido e pronto para responder pelo crime que cometeu. Só que há um pequeno detalhe: a besta-fera já havia sido condenada por latrocínio. Sem contar alguns outros pequenos crimes.
Um adolescente de 17 anos – que não tem a identidade revelada em lugar algum por ser protegido pelo disparatado estatuto de proteção da criança e do adolescente – tentou matar a ex-namorada pela segunda vez, em Minas.
Trata-se de uma caçada. Não de uma caçada contra mulheres, embora estas ainda sofram absurdamente. Não de uma caçada contra minorias, embora as ditas minorias, com as suas agendas bem ajambradas, já não são tão frágeis quanto antes. Somos nós, homens de bem, contra eles, homens dispostos a matar e seus defensores. O que falta para entramos de vez na discussão sobre a diminuição da maioridade penal, a reformulação da constituição, do código de execução penal, do judiciário e a instauração da pena de morte?