radicalização islâmica -
O representante Keith Ellison, o primeiro muçulmano no Congresso americano, caiu em prantos nesta quinta-feira (10) ao prestar depoimento na controversa audiência sobre o crescimento do terrorismo islâmico nos Estados Unidos.
O democrata Ellison foi chamado a depor na casa pelo colega republicano Peter King, que preside o Comitê de Segurança Interna, apesar da clara oposição à investigação sobre a radicalização dos muçulmanos americanos, após quase uma década dos ataques de 11 de setembro.
- O extremismo violento é uma séria preocupação para todos os americanos, mas a abordagem deste comitê neste assunto, em particular, é contrária aos valores americanos.
Ellison apresentou histórias de muçulmanos leais e patrióticos, porém sua serenidade balançou quando começou a falar sobre Hamdani, que em sua juventude "queria ser visto como um menino americano", mas acabou sendo acusado de conspirar com os terroristas.
- Ele foi um daqueles primeiros bravos socorristas que perderam a vida nos ataques terroristas de 11 de setembro quase uma década atrás. Sua vida não deve ser identificada como apenas um membro de um grupo étnico ou apenas um membro de uma religião, mas um americano que fez tudo por seus compatriotas.
Com a voz sufocada pelo choro e às vezes cobrindo o rosto, Ellison terminou seu depoimento e rapidamente deixou o recinto, enquanto um melancólico King e outros integrantes do comitê observavam.
Republicano abre audiência pedindo “mais esforço” de muçulmanos -
Ao abrir nesta quinta-feira a audiência polêmica no Congresso, Peter King afirmou que para combater a ameaça de um terrorismo "made in USA", a comunidade muçulmana deve se esforçar mais.
Citando uma pesquisa segundo a qual "15% dos americanos muçulmanos com entre 18 e 29 anos poderiam apoiar atentados suicidas", King afirmou que "este é o grupo que a Al Qaeda [rede terrorista] tenta recrutar".
O representante Keith Ellison, o primeiro muçulmano no Congresso americano, caiu em prantos nesta quinta-feira (10) ao prestar depoimento na controversa audiência sobre o crescimento do terrorismo islâmico nos Estados Unidos.
O democrata Ellison foi chamado a depor na casa pelo colega republicano Peter King, que preside o Comitê de Segurança Interna, apesar da clara oposição à investigação sobre a radicalização dos muçulmanos americanos, após quase uma década dos ataques de 11 de setembro.
- O extremismo violento é uma séria preocupação para todos os americanos, mas a abordagem deste comitê neste assunto, em particular, é contrária aos valores americanos.
Ellison apresentou histórias de muçulmanos leais e patrióticos, porém sua serenidade balançou quando começou a falar sobre Hamdani, que em sua juventude "queria ser visto como um menino americano", mas acabou sendo acusado de conspirar com os terroristas.
- Ele foi um daqueles primeiros bravos socorristas que perderam a vida nos ataques terroristas de 11 de setembro quase uma década atrás. Sua vida não deve ser identificada como apenas um membro de um grupo étnico ou apenas um membro de uma religião, mas um americano que fez tudo por seus compatriotas.
Com a voz sufocada pelo choro e às vezes cobrindo o rosto, Ellison terminou seu depoimento e rapidamente deixou o recinto, enquanto um melancólico King e outros integrantes do comitê observavam.
Republicano abre audiência pedindo “mais esforço” de muçulmanos -
Ao abrir nesta quinta-feira a audiência polêmica no Congresso, Peter King afirmou que para combater a ameaça de um terrorismo "made in USA", a comunidade muçulmana deve se esforçar mais.
Citando uma pesquisa segundo a qual "15% dos americanos muçulmanos com entre 18 e 29 anos poderiam apoiar atentados suicidas", King afirmou que "este é o grupo que a Al Qaeda [rede terrorista] tenta recrutar".