Como vocês poderão ver na notícia abaixo, a verdadeira epidemia não é a de obesidade, como se tem feito força para atochar nas mentes crédulas. A verdadeira epidemia é de a da destruição da família, dos valores, e do núcleo familiar ser o responsável pelos mesmos. Mais um país começa a seguir as orientações vigentes e retira uma criança de sua família por estar obesa. Isso é inaceitável!
Caio, ser gordo não é necessariamente "culpa" de ninguém. E pode ser a alimentação, distúrbio metabólico e vários outros fatores. O que não pode é o Estado tomar a criança sob alegação de maus tratos. A criança receber má alimentação é um problema da família, de informação, dos médicos que cuidam deles e etc. Nada justifica tomar a criança da família. No máximo, que eu já acho que não deve vir diretamente de uma fonte governamental, poderiam receber uma ajuda de informação nutricional, ou algo do gênero.
Isso pra mim é mais uma tentativa de diminuir o pátrio-poder e o alcance da família. É o Estado que quer controlar o que você aprende, os seus valores, a sua saúde, sua aparência e etc.
Isso ocorre. Lamentável a criança morrer. Mas você pode dizer que não é um distúrbio metabólico que o faz engordar anormalmente? Ou o Estado primeiro tira para depois saber o motivo?
Acredito que sua possível morte é um problema da família. Se for causada por excesso de guloseimas, eles vão sofrer com o desequilíbrio que causaram.
A situação realmente é delicada. TEm que haver um estudo caso a caso.
Por mais que digam o contrário, duvido que a criança engordou simplesmente porque estava sob uma nutrição inadequada. Claro que estava, mas isso de longe não a deixaria com 100 quilos. Obviamente, ela deve ter uma predisposição genética, sei lá, algo metabólico (n entendo muito).
O estado deveria orientar um tratamento. MAs tirar a guarda da criança é desnecessário.
Não se preocupem. Papai Estado resolve tudo.
Embora a saúde pública esteja uma verdadeira merda, o Estado quer ensinar às famílias como cuidar da saúde dos seus filhos.
E la nave va ...
"O serviço social do governo da região autônoma de Astúrias, no norte da Espanha, assumiu temporariamente a tutela de um menino de 10 anos, que vivia com seus avós e que chegou a pesar 100 kg por causa de uma alimentação excessiva e inadequada."
Ora, esta' certo e Estado serve pra isso mesmo. Sem estatofobia libertaria aqui, por favor!
Pessoal, olha a bobagem que vcs estão falando, ao transformar um caso LEGAL em em questão POLÌTICA.
Tudo tem limites, e vcs estão esquecendo de uma máxima da própria legislação, onde a segurança do prejudicado tem prioridade sobre qualquer outra coisa. Isso é questão de DIREITO, e muitos crimes inclusive não exigem queixa.
Se um pai por exemplo espanca violentamente o filho, deixa-se isso pra "resolver na família?" Claro que não. Há uma questão de grau: Pode-se dar umas palmadas, mas o excesso (espancamento ao ponto de deixar sequelas físicas ou mesmo emocionais) é CRIME e o estado tem que se meter SIM, pois ALGUÉM tem interceder e defender a criança.
Se um pai abusa sexualmente do filho, vamos deixar isso "pra resolver na família" também?
Da mesma forma, se uma mãe, por burrice ou ignorância extrema ou seja lá o que for, entope o filho de comida ao ponto do mesmo ter sua saúde seriamente comprometida em tenra idade, cai no mesmíssimo caso acima. Também não adianta dizer "ah, isso é coisa que deve ser resolvida na família", pois na prática, quem é que vai se indispôr contra a mãe? Imagine vc sendo parente (tio, primo, irmão, etc), arrumaria um bate-boca e indisposição na sua família entrando em atrito com a mãe? Duvido. Mesmo porque provavelmente só arrumaria uma briga e mãe, na sua santa imbecilidade, ignoraria tudo e continuaria e matar lentamente o filho.
Assim sendo, se vc nota um pai espancando ou abusando de um filho, provavelmente vc chamaria a polícia. O mesmo para uma mãe destruindo a saúde do filho. Quem deve decidir se o GRAU do caso se aplica é o juiz, mas a questão é LEGAL, e não política.
...Embora a saúde pública esteja uma verdadeira merda...
Está, mas nem TANTO quanto pintam. Nos casos emergenciais e outros, funciona até que razoavelmente bem.
Já sofri fraturas duas vezes e em ambos os casos fui muitíssimo bem atendido pela rede pública. Um dos casos até exigiu internação de 3 dias e uma cirurgia onde o gesso foi substituído pois dois fios grossos segurando o osso. Fui extremamente bem atendido e o acompanhamento foi fenomenal. Claro, não tive nenhum luxo, tive que dividir quarto com mais 5 pessoas, não tinha cortina bordada, TV a cabo, e nem sonzinho surround, não teve atendimento VIP ou capuccino na cama, mas no que interessa mesmo, foi 100%.
Até digo que o médico me atendeu com MUITO mais atenção que nesses famigerados planos de saúde, onde o médico é transformado em uma máquina de atender pois ganha-se por atendimento feito (o próximo, o próximo, o próximo...). Aliás, digo que via de regra prefiro o atendimento do médico do SUS ao dos plano (o médico, não os recursos, claro).
Outra coisa: Minha mãe está com cirrose hepática, por conta de uma hepatite C que ela contraiu há uns 20 anos numa transfusão, e todo o tratamento está sendo pelo SUS, inclusive os remédios. Ainda bem, pois só os remédios sairiam mais de R$15 mil por ano. (Fosse nos EUA, ela estaria lascada).
Sim, o SUS precisa melhorar e MUITO, mas daí a dizer que é uma merda e fim de papo, também é exagero.
Eita caralho. Me ausento por uns dias e vejo umas coisas escabrosas. Ninguém falou em "estatofobia libertária" aqui, Uriel. Mas acho que a Norma resumiu muito bem a coisa. Como está o garoto? Com quem está? Não seria, se uma intervenção fosse mesmo necessária, melhor, esta ser na forma de um tratamento? Com os parentes recomendados a submeter a criança aos exames necessários? Ou se pega a criança para os exames e depois "devolve"? Foi essa a questão que eu levantei.
Vamos saber separar quem fala por aqui em "estatofobia libertária", ok? Definitivamente não quero entrar nessa "categoria". E estão carecas de saber minhas opiniões por aqui!