O consumidor brasileiro é capaz de destruir, por meio de ações cíveis, a reputação e o cofre de empresas que não prestam adequadamente seus serviços previamente contratados, e pagos, por seus clientes de forma OPCIONAL. Neste caso, ainda poderemos usufruir da liberdade de rescindir o contrato de modo a evitar prejuízos e aborrecimentos posteriores.
Mas, o que dizer da letargia deste mesmo cidadão agora no papel de consumidor em relação aos serviços públicos estatiais, igualmente pagos e com massiva desproporcionalidade em termos de frequência, igualmente emporcalhados em sua qualidade?
Ou alguém aí, desconsiderando a sua sanidade mental ou moral, acha que a saúde, a educação, a segurança, a urbanização, etc. em nosso país vai de vento em popa?
A grande pergunta é: porque esses consumidores do setor privado bombardeiam-no com ações cíveis ao mesmo tempo em que não mexem uma mísera palha contra os emporcalhados serviços públicos prestados e pagos de forma OBRIGATÓRIA através de impostos que não nos deixa a opção de cancelamento de contrato ou contribuição, sob pena de multa e/ou até prisão???
Nõ há dúvida de que, como consumidores, ainda temos muito que evoluir. Ainda mais em se tratando de exigência pelo cumprimento de nossos REAIS direitos. Esse tal Código de Defesa do Consumidor para mim só vai ter um fio de legitimidade a partir do instante em que este enquadrar o estado (isso, com "e" minúsculo mesmo!) como um dos prestadores de serviços passíveis de punição, com replicação nos mandatários, por seus abusos contra o cidadão, compulsório pagador de IMPOSTOS!
Abolida assim a dúvida: O CDC não passa de uma grande empulhação e, por consequência disso, nós não passamos consumidores em estágio larval ou, mais popularmente, OTÁRIOS!!
Marcos Paulo Miranda
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Comentáros à vontade.
Mas, o que dizer da letargia deste mesmo cidadão agora no papel de consumidor em relação aos serviços públicos estatiais, igualmente pagos e com massiva desproporcionalidade em termos de frequência, igualmente emporcalhados em sua qualidade?
Ou alguém aí, desconsiderando a sua sanidade mental ou moral, acha que a saúde, a educação, a segurança, a urbanização, etc. em nosso país vai de vento em popa?
A grande pergunta é: porque esses consumidores do setor privado bombardeiam-no com ações cíveis ao mesmo tempo em que não mexem uma mísera palha contra os emporcalhados serviços públicos prestados e pagos de forma OBRIGATÓRIA através de impostos que não nos deixa a opção de cancelamento de contrato ou contribuição, sob pena de multa e/ou até prisão???
Nõ há dúvida de que, como consumidores, ainda temos muito que evoluir. Ainda mais em se tratando de exigência pelo cumprimento de nossos REAIS direitos. Esse tal Código de Defesa do Consumidor para mim só vai ter um fio de legitimidade a partir do instante em que este enquadrar o estado (isso, com "e" minúsculo mesmo!) como um dos prestadores de serviços passíveis de punição, com replicação nos mandatários, por seus abusos contra o cidadão, compulsório pagador de IMPOSTOS!
Abolida assim a dúvida: O CDC não passa de uma grande empulhação e, por consequência disso, nós não passamos consumidores em estágio larval ou, mais popularmente, OTÁRIOS!!
Marcos Paulo Miranda
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