Defensor das causas homossexuais na Câmara, o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) relatou à Comissão de Direitos Humanos ter sofrido ameaças de morte.
O relato foi feito na reunião da comissão desta quarta-feira (23). A presidente da comissão, Manuela D'Ávila (PCdoB-RS), apresentou uma moção de repúdio às ameaças sofridas pelo deputado.
“Desde que eu assumi o mandato, eu tenho sofrido com esse movimento de intimidação, mas eles [agressores] não vão conseguir me intimidar. Eu não quero fazer generalizações, mas eu sei que são fanáticos religiosos que estão fazendo isto”, disse o deputado.
Segundo Jean Wyllys, as ameaças vieram por quatro mensagens postadas na sexta-feira (18)na página do deputado no Twitter. Ele afirma que não conseguiu identificar os agressores, pois as páginas foram bloqueadas.
O deputado disse acreditar que as ameaças estejam partindo de pessoas que são contra suas propostas, especialmente a de uma emenda à Constituição (PEC) que prevê o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.
“Casamento civil é um direito de todos, e eu vou lutar por esse direito”, afirmou o deputado.
O deputado afirmou que já está reunindo provas para registrar na polícia as ameaças. "Eu vou procurar a Justiça e buscar meus direitos. Eu não estou amedrontado, mas vou tomar todas as medidas que me são de direito", afirmou.
Além da defesa do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, Jean Wyllys articula a criação da Frente Parlamentar Mista pela Cidadania GLBT [Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgênero], que tem lançamento previsto para a próxima terça-feira (29).
"Já acionei os advogados do mandato e da Frente Parlamentar pela Cidadania LGBT e estamos tomando providências para retirar do ar os perfis ,volta e meia em,whitepowerskin, pela homofobia e ameaças, e o perfil ,volta e meia em,crfvendramini, cujo conteúdo indica ser membro fundamentalista de uma parcela conservadora da direita católica em São Paulo, por perseguição a mim, à Senadora Marta Suplicy e ao Senador Cristovam Buarque".
Isso deve ser levado a sério, pois obstinado do jeito que é, e ele foi eleito por isto!, Jean Wyllys não vai desistir, assim como muitos outros políticos militantes da causa gayzista, em levar avante os projetos homossexualistas hetero-católico-fóbicos.
Esses babcas mostram duas ou três ameças vazias, jogam na mídia e ja se tornam persequidos hahahaha
Porra eu e meus amigos vivemos recebendo ameaças de um monte de babacas e não ficamos por ai choramingando, hahahaha
É exatamente o que o Mega Man ai acima falou.
hahahaha
Vejam só, as ameças de morte de uns quantos anônimos "religiosos fundamentalistas" gerou comoção e solidariedade de movimentos LGBT de toda a... América Latina! Coitado do Jean!
Esse deputado hetero-católico-fóbico está lá para trabalhar só pra isso. Ele se elegeu por esta causa, para defender os "direitos sexuais" em detrimento dos Direitos Civis. Ele quer aprovar o PLC 122/2006. E isso está tramitando na Câmara neste momento.
"Eu não quero fazer generalizações, mas eu sei que são fanáticos religiosos que estão fazendo isto”, disse o deputado.
Segundo Jean Wyllys, as ameaças vieram por quatro mensagens postadas na sexta-feira (18)na página do deputado no Twitter. Ele afirma que não conseguiu identificar os agressores, pois as páginas foram bloqueadas."
Ora, seu Jean Wyllys, se você se quer conseguiu identificar os agressores, como você pode ter certeza em afirmar que eles são religiosos? Me parece que a perseguição parte exatamente do acusador, nesse caso. Como dizia Lenin: "Acuse-os do que você faz, xingue-os daquilo que você é."
É que nem o Luiz Mott que disse que morriam não sei quantos homossexuais assassinados por culpa da homofobia... Mas confessava que em 80% desses crimes o autor do delito é desconhecido.
ah, eu sei desse caso, as duas páginas que estavam "persguindo" ele é o ,volta e meia em,livrexpress e o ,volta e meia em,crfvendramini, não cheguei a acompanhar a briga de perto pra ver se houve ameaça de morte, mas aqui está parte da discussão http://is.gd/Hs89dv
o vendramini fechou a conta mas acho q foi pra não sofrer processo, que estava sendo ameaçado pr lá..
Deputado ex-BBB quer calar toda oposição aos projetos que defende
Deputado gay Jean Wyllys declara guerra aos cristãos e promove censura na internet
O recém-eleito deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), homossexual militante que conseguiu alguma notoriedade participando do programa Big Brother Brasil da Rede Globo, lançou, na semana passada, uma campanha de combate ao cristianismo.
Em sua página do Twitter, Jean publicou várias mensagens dizendo que cristãos são doentes, homofóbicos, preconceituosos, violentos, ignorantes e fanáticos, e que ele se dedicará ainda mais a eliminar a influência do cristianismo na sociedade. O deputado enfatizou que seu mandato tem como foco a defesa dos interesses da militância gay e o combate a seus "inimigos".
O deputado, que é membro da Frente Parlamentar LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e travestis) no Congresso Nacional, aproveitou para convocar seus seguidores para se juntar a ele em sua guerra particular. Jean obteve respostas diversas: angariou o apoio previsível de seus seguidores militantes da causa gay, e provocou a reação de inúmeros outros usuários da rede social, indignados com as ofensas do parlamentar aos cristãos e com seus ataques à liberdade de expressão, religião e comunicação.
Jean promove uma campanha de censura a usuários do Twitter que são contrários às idéias que ele defende, como o "casamento" homossexual, as cartilhas de suposto combate à "homofobia" do MEC (mais conhecidas como Kit Gay) e o PLC 122/2006 (lei da mordaça gay), projeto de lei que pretende transformar em crime qualquer crítica ou oposição ao comportamento homossexual ou às pretensões do lobby gay.
Uma das primeiras vítimas da campanha censória de combate ao cristianismo deflagrada por Jean Wyllys foi o usuário Carlos Vendramini.
Valendo-se do direito que qualquer cidadão possui em uma democracia, Vendramini fez, no Twitter, críticas ao Kit Gay, ao PLC 122/06 e a outros projetos dos militantes gays e aos parlamentares que os apóiam, como Jean Wyllis, Marta Suplicy e Cristovam Buarque, dentre outros. Incomodado com as críticas, o deputado disse, em seu blog, que estava acionando advogados da Frente LGBT para censurar o perfil de Vendramini, que Jean imagina ser "membro fundamentalista de uma parcela conservadora da direita católica em São Paulo" (sic) e estar praticando "perseguição" a ele.
O perfil de Vendramini no Twitter, ,volta e meia em,crfvendramini, foi censurado na quinta-feira, 17/03/2011. Também sua página no Facebook foi eliminada, sem nenhuma justificativa, havendo a possibilidade de ter sido hackeada.
A censura imposta por Jean Wyllys a Carlos Vendramini provocou inúmeras reações no Twitter na sexta-feira, a maioria delas de repúdio à ação do deputado e em apoio ao usuário que teve seu perfil eliminado.
Alguns participantes do Twitter tentaram entrar em contato com Carlos Vendramini por e-mail, mas não obtiveram resposta, e se mostram preocupados com o que mais pode ter acontecido, já que ele vinha recebendo ameaças de ativistas gays que diziam estar "de olho" nele e em outros usuários que criticam os projetos e exigências da militância homossexual.
Que só foi eleito porque ficou conhecido naquela suruba global chamada
bbbosta!
Os que votam num poste desse são bem piores dos que votaram no tiririca!
Creio que estas besteiras ditas pelo nobre deputado têm mais a ver com o fato dele ser do psol do que por ele ser homossexual. Imaginem uma (desculpem os palavrões) Luciana Genro ou Heloísa Helena lésbicas!!! A verborragia seria a mesma.
Quanto à cruzada anticristã do deputado, só mesmo a demência, típica dos comunas, poderia levar alguém a querer combater o cristianismo em um país onde mais de 97% da população é cristã. No entanto fico feliz com a sua iniciativa; é exatamente desse tipo de idiota que os movimentos gaysistas precisam p/ serem desmoralizados.
No mais, viva a plena e absoluta liberdade de expressão.
"No Brasil ser gay era proibido,agora é nornal, vou-me embora antes que seja obrigatório " (frase que não sei a quem pertence a autoria, mas que cabe bem na atual conjuntura )