A modernidade parece começar com uma trágica constatação: o bem não provém necessariamente do bem! Quem faz tal constatação é Maquiavel, que exigirá do político uma responsabilidade para com os fins de suas ações. Se a ética, que se fundamenta nos costumes e na consciência é incapaz de regrar a ação do político, Maquiavel exige que as boas leis o façam... Seria necessário, portanto, para que exista uma república, uma constituição forte e uma reforma jurídica que ponha nos eixos o agente político.