George Orwell deve estar se revirando no túmulo de raiva. Encolerizado por seu aviso não ter sido escutado. Em seu livro “1984” Winston, personagem principal, vive sob um Estado policial, onde vizinhos denunciam vizinhos, filhos denunciam pais por crime de pensamento e este mesmo Estado utiliza-se da linguagem para impossibilitar o individuo de racionalizar a própria situação existencial na ditadura em que vive num lugar chamado Oceânia. Oceânia é aqui / Oceânia não pode ser aqui.
O deputado federal Jair Bolsonaro, por conta de uma entrevista no programa CQC (Custe O que Custar) da Rede Bandeirantes, está sendo acusado de “homofobia” e – ênfase aqui – suposto racismo, por suas declarações já conhecidas acerca dos homossexuais – ênfase aqui também – ativistas e pelo engano cometido ao responder uma pergunta feita por Preta Gil se um filho dele namoraria uma negra (somente um imbecil para não perceber a tendenciosidade da pergunta). Pois bem!
Primeiro, homofobia não é crime, pois qualquer um que não seja a sumidade da estupidez sabe que não há possibilidade de crime sem prévia cominação legal; segundo, homofobia pode tão somente ser usado de maneira descritiva e neutra quando referido estritamente aos criminosos que o dr. Weinberg (George Weinberg, psiquiatra que introduziu o termo “homofóbico” no vocabulário do ativismo gay no livro “Society and the Healthy Homosexual”) tinha em vista ao cunhar a expressão.[1]; terceiro, não faz o mais ínfimo sentido o delírio pueril de cogitar um “suposto racismo”, pois não há como associar as palavras do deputado a essa conclusão, as sentenças não se ligam, uma vez que ao dizer “preta” ele se referia a Preta Gil e não existe racismo suposto, ou há o crime, ou não há. Aliás, se é suposto, como alguém tem a audácia de querer processar alguém por algo que sequer sabe se é ou não o que se pretende ser o motivo do processo? Tudo isso mostra-nos apenas um estado de coisas.
O deputado federal Jair Bolsonaro, por conta de uma entrevista no programa CQC (Custe O que Custar) da Rede Bandeirantes, está sendo acusado de “homofobia” e – ênfase aqui – suposto racismo, por suas declarações já conhecidas acerca dos homossexuais – ênfase aqui também – ativistas e pelo engano cometido ao responder uma pergunta feita por Preta Gil se um filho dele namoraria uma negra (somente um imbecil para não perceber a tendenciosidade da pergunta). Pois bem!
Primeiro, homofobia não é crime, pois qualquer um que não seja a sumidade da estupidez sabe que não há possibilidade de crime sem prévia cominação legal; segundo, homofobia pode tão somente ser usado de maneira descritiva e neutra quando referido estritamente aos criminosos que o dr. Weinberg (George Weinberg, psiquiatra que introduziu o termo “homofóbico” no vocabulário do ativismo gay no livro “Society and the Healthy Homosexual”) tinha em vista ao cunhar a expressão.[1]; terceiro, não faz o mais ínfimo sentido o delírio pueril de cogitar um “suposto racismo”, pois não há como associar as palavras do deputado a essa conclusão, as sentenças não se ligam, uma vez que ao dizer “preta” ele se referia a Preta Gil e não existe racismo suposto, ou há o crime, ou não há. Aliás, se é suposto, como alguém tem a audácia de querer processar alguém por algo que sequer sabe se é ou não o que se pretende ser o motivo do processo? Tudo isso mostra-nos apenas um estado de coisas.
