Já pensou o sujeito na rua... e vem a voz: "Ô mijão!!! Aqui quem fala é a voz da prefeitura! Vá mijar em casa, cidadão!!!"
Eles devem achar que isso melhora a moral do cidadão...
http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI1528572-EI8142,00.html
É exatamente o que o Olavo fala n´O Jardim, quando comenta sobre o inchaço do Estado sobre a vida privada.
Caminhamos para o que eu chamo, paradoxalmente, de "totalitarismo democrático" ou totalitarismo de direito.
Imaginem a situação dos cidadãos nas ruas, o medo que isso criará sobre qualquer ato do indivíduo. Sempre que ele fizer algo, ele não terá de avaliar sua conduta sob a Justiça interior, mas sob o constrangimento público. Além de exteriorizar como uma conduta meramente cívica aquilo que é puramente moral e íntimo, essa interferência no íntimo pessoal induzirá a pessoa à paralisia completa porque.
Os grandes sonhos de Stálin e Hitler se estilhaçaram em milhares de pequenos burocratas.
"Sempre que ele fizer algo, ele não terá de avaliar sua conduta sob a Justiça interior, mas sob o constrangimento público."
É exatamente esse o ponto!
Sem contar o efeito colateral perigoso, perigosíssimo: caso haja uma contradição entre a consciência interior do cidadão e o olho do estado em cima dele, prevalecerá o quê?
O olhão, o alto-falante, o estado!
E, estendendo, suponho que de fato o objetivo seja mesmo este - o olhão e o alto-falante não só fiscalizarão - como logo,logo, determinarâo.
A confirmação ipsis literis das "teletelas" de Orwell. A genialidade de Orwell em antever os acontecimentos é impressionante. Até mesmo o país escolhido (Inglaterra) confere com o que está previsto em 1984.
O INGSOC em plena atuação.
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pois eu achei genial. E deveria haver auto-falantes assim nos banheiros todos - publicos, de shopping etc. Quando voce fosse saindo do banheiro sem lavar as maos seria advertido pelo auto-falante (bem alto, pra todo mundo ouvir).
na quinta vez um raio laser desintegraria voce.
Esqueci de apagar aquele "porque" no final do penúltimo parágrafo.