“Estamos muito felizes - tristes pela tragédia -, mas felizes em poder colaborar com a campanha que vai ser melhor que a de 2004. Ninguém pode ser contra uma campanha voluntária. Estamos felizes com essa atitude e confiantes em uma campanha ainda maior. Estamos otimistas que esta tragédia não foi em vão. Ela vai nos ajudar a construir um país sem armas”
A fala acima é de Antônio Rangel, representante da entidade Viva Rio. Dizer o quê?
Ainda bem que ele não deve gostar de armas!
Por Reinaldo Azevedo
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Agora, imagine se fosse o Bolsonaro que dissesse uma boçalidade dessas... Num instante as TVs e jornais iam pedir a cabeça dele.
Quem financia o Viva Rio? Assim como o MST e a desestabilização dos direitos de propriedade no campo são extremamente úteis aos concorrentes da produção agrícola nacional, é sabido que as empresas brasileiras produtoras de armas e munições (grande parte locada no RS) têm grande penetração nos maiores mercados mundiais. Estariam a incomodar a indústria bélica estrangeira?