Um país que não aprendeu a respeitar a vida alheia – são ao menos 50 mil brasileiros assassinados a cada ano – de certo não respeitaria a morte. Todo o tipo de grupelho insolente tentou tirar uma casquinha da tragédia em Realengo. Dos amalucados com mensagens de apoio ao atirador, as ONGs pró- bandidagem. Do lobby anti-armas, ao pseudo-jornalismo do cotidiano, nada importado com a dor das vítimas e muito importado com os números do ibope. Não temos jeito. Até mesmo discussões que são válidas somente recebem atenção depois que o leite já foi derramado.
O esquerdismo bocó representado pelo ministro da justiça, José Eduardo Cardozo, em resposta ao massacre, pretende recrudescer contra os que gostam de ter armas ou os que a querem para tentarem se proteger da bandidagem. O que pensa sobre a bandidagem o atual ministro eu não sei. Seu antecessor, Tarso (cupincha de bandido) Genro, com toda certeza, quer soltá-los.
Criar um novo referendo sobre as regras, ou quem sabe até o tolhimento da posse legal de armas de fogo parece ser a melhor idéia vinda do governo. Mais uma inutilidade. Na verdade, não há nem o que discutir. A Lei nº 10 826, sancionada por Lula e regulamentada pelo Decreto nº 5 123 é clara ao definir quem pode portar armas, em que condições e sob quais necessidades. Fim de papo! E convenhamos: Wellington Menezes não foi a uma loja da Taurus comprar dois revólveres calibre .38 e um speed loader.
Ao invés de melhorar o ensino e segurança nas escolas, de coibir a entrada ilegal de armas dos mais grossos calibres no país, de conduzir a mudança necessária para que prendamos mais, soltemos menos bandidos e executemos os irrecuperáveis, o governo pretender derramar vil cortina de fumaça, a fim de culpar os que conseguiram a permissão para portar uma arma. E é bom que se lembre que tal cidadão não pode carregá-la para onde deseja, mesmo depois de autorizado mediante exames psicológicos e de manuseio.
O esquerdismo bocó representado pelo ministro da justiça, José Eduardo Cardozo, em resposta ao massacre, pretende recrudescer contra os que gostam de ter armas ou os que a querem para tentarem se proteger da bandidagem. O que pensa sobre a bandidagem o atual ministro eu não sei. Seu antecessor, Tarso (cupincha de bandido) Genro, com toda certeza, quer soltá-los.
Criar um novo referendo sobre as regras, ou quem sabe até o tolhimento da posse legal de armas de fogo parece ser a melhor idéia vinda do governo. Mais uma inutilidade. Na verdade, não há nem o que discutir. A Lei nº 10 826, sancionada por Lula e regulamentada pelo Decreto nº 5 123 é clara ao definir quem pode portar armas, em que condições e sob quais necessidades. Fim de papo! E convenhamos: Wellington Menezes não foi a uma loja da Taurus comprar dois revólveres calibre .38 e um speed loader.
Ao invés de melhorar o ensino e segurança nas escolas, de coibir a entrada ilegal de armas dos mais grossos calibres no país, de conduzir a mudança necessária para que prendamos mais, soltemos menos bandidos e executemos os irrecuperáveis, o governo pretender derramar vil cortina de fumaça, a fim de culpar os que conseguiram a permissão para portar uma arma. E é bom que se lembre que tal cidadão não pode carregá-la para onde deseja, mesmo depois de autorizado mediante exames psicológicos e de manuseio.