Bomfim é gay assumido, militante e foi acusado, segundo ele, de militar por causa própria. Ele também diz que a entidade o proibiu de dizer que era funcionário da instituição, enquanto militava pelos direitos humanos dos homossexuais. Após a demissão, o psicólogo passou a questionar o posicionamento da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT), que não se manifestou a seu favor. O presidente da entidade, Toni Reis, não apenas disse que a questão era trabalhista como desmereceu a acusação de que o CFP era homofóbico, dado o histórico de apoio da entidade aos direitos gays.
http://www.revistaladoa.com.br/website/artigo.asp?co…=84&id=17771
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