Hoje, amigos, eu estava na minha casa serrana, vizinha à igrejinha dedicada ao meu amigo Santo Tomás (patrono dos leitores, portanto muito querido meu), ocupada no simples (e trabalhosíssimo) afazer de “adiantar” a comezaina do domingo de Páscoa, ocupação, é claro, grata ao coração.
Às nove horas da noite tocaram os sinos, e eis que daí por diante eu tive o privilégio de escutar a música mais linda, e de ver os vitrais modestamente iluminados, mas que me pareceram mais luminosos que qualquer estrela, desta minha igreja vizinha.
Que, de repente, não era mais uma igrejinha paroquial - mas se elevava ao céu, como uma imensa catedral gótica, conversando com Deus.
Cantavam gregorianamente, amigos!
Não sei quem cantava assim tão lindamente na igreja do meu Santo, e nem podia ir lá participar e descobrir, porque cinco netos corriam pela casa, entregues à vó, e se recusando a ir dormir, é lógico, nesta casa de possibilidades inesperadas - como é de praxe entre netos e qualquer avó que se preze.
Mas fiquei na varanda que dá para a igrejinha, pensando que, enquanto um canto como este e uma celebração como esta existirem – a humanidade não estará ainda perdida, por ser capaz de perceber o Transcendente.
Deus se alegra com a voz, mesmo silenciosa, de seus filhos amados!
Eu pensei em todos vocês, amigos “invisíveis”, e rezei por todos nós – para que a humanidade continue, e se manifeste sempre, através do impulso natural de cantar a glória do Deus que a criou.
Mais uma vez, feliz Páscoa, e Deus abençoe a nós todos!
Às nove horas da noite tocaram os sinos, e eis que daí por diante eu tive o privilégio de escutar a música mais linda, e de ver os vitrais modestamente iluminados, mas que me pareceram mais luminosos que qualquer estrela, desta minha igreja vizinha.
Que, de repente, não era mais uma igrejinha paroquial - mas se elevava ao céu, como uma imensa catedral gótica, conversando com Deus.
Cantavam gregorianamente, amigos!
Não sei quem cantava assim tão lindamente na igreja do meu Santo, e nem podia ir lá participar e descobrir, porque cinco netos corriam pela casa, entregues à vó, e se recusando a ir dormir, é lógico, nesta casa de possibilidades inesperadas - como é de praxe entre netos e qualquer avó que se preze.
Mas fiquei na varanda que dá para a igrejinha, pensando que, enquanto um canto como este e uma celebração como esta existirem – a humanidade não estará ainda perdida, por ser capaz de perceber o Transcendente.
Deus se alegra com a voz, mesmo silenciosa, de seus filhos amados!
Eu pensei em todos vocês, amigos “invisíveis”, e rezei por todos nós – para que a humanidade continue, e se manifeste sempre, através do impulso natural de cantar a glória do Deus que a criou.
Mais uma vez, feliz Páscoa, e Deus abençoe a nós todos!