10/12/2011
A Rothschild Speaks - Listen Closely
Escrito por Ronald Robson
| 27 Maio 2012
Artigos -
Globalismo
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http://www.midiasemmascara.org/artigos/globalismo/13…anahuja.html
O Conselho de Direitos Humanos da ONU pediu nesta quarta-feira ao Brasil maiores esforços para combater a atividade dos "esquadrões da morte" e que trabalhe para suprimir a Polícia Militar, acusada de assassinatos.
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1097795-image…a-rota.shtml
Esta é uma de 170 recomendações que os membros do Conselho de Direitos Humanos aprovaram hoje como parte do relatório elaborado pelo Grupo de Trabalho sobre o Exame Periódico Universal (EPU) do Brasil, uma avaliação à qual se submetem todos os países.
A recomendação em favor da supressão da PM foi obra da Dinamarca, que pede a abolição do "sistema separado de Polícia Militar, aplicando medidas mais eficazes (...) para reduzir a incidência de execuções extrajudiciais".
A Coreia do Sul falou diretamente de "esquadrões da morte" e Austrália sugeriu a Brasília que outros governos estaduais "considerem aplicar programas similares aos da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) criada no Rio de Janeiro".
Já a Espanha solicitou a "revisão dos programas de formação em direitos humanos para as forças de segurança, insistindo no uso da força de acordo com os critérios de necessidade e de proporcionalidade, e pondo fim às execuções extrajudiciais".
O relatório destaca a importância de que o Brasil garanta que todos os crimes cometidos por agentes da ordem sejam investigados de maneira independente e que se combata a impunidade dos crimes cometidos contra juízes e ativistas de direitos humanos.
O Paraguai recomendou ao país "seguir trabalhando no fortalecimento do processo de busca da verdade" e a Argentina quer novos "esforços para garantir o direito à verdade às vítimas de graves violações dos direitos humanos e a suas famílias".
A França, por sua parte, quer garantias para que "a Comissão da Verdade criada em novembro de 2011 seja provida dos recursos necessários para reconhecer o direito das vítimas à justiça".
Muitas das delegações que participaram do exame ao Brasil concordaram também nas recomendações em favor de uma melhoria das condições penitenciárias, sobretudo no caso das mulheres, que são vítimas de novos abusos quando estão presas.
Neste sentido, recomendaram "reformar o sistema penitenciário para reduzir o nível de superlotação e melhorar as condições de vida das pessoas privadas de liberdade".
Olhando mais adiante, o Canadá pediu garantias para que a reestruturação urbana visando à Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016 "seja devidamente regulada para prevenir deslocamentos e despejos".
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Christine Lagarde, diretora-gerente do FMI, no Centro para o Desenvolvimento Global, onde o Fundo lançou um e-book para servir de guia de implementação de políticas de negociação de carbonoYURI GRIPAS / REUTERS
WASHINGTON — O Fundo Monetário Internacional (FMI) recomenda que os países usem a tributação e a redução de subsídios como armas para tornar transparentes os custos socioambientais do padrão atual de crescimento global e levantar recursos que financiem o desenvolvimento sustentável. A receita, inovadora para um organismo multilateral que tem a estabilidade financeira como missão e o chamado neoliberalismo em seu DNA, foi apresentada, nesta terça-feira, pela diretora-gerente do Fundo, Christine Lagarde, em evento sobre a Rio+20 do think tank Centro para o Desenvolvimento Global.
Para o FMI, os governos deveriam criar taxas ambientais, adequar tarifas de licenciamento (por exemplo para exploração de recursos naturais) e estabelecer sistemas de emissão de “direitos de poluir”. O organismo multilateral lançou nesta terça-feira um e-book para servir de guia de implementação de políticas de negociação de carbono (
www.imf.org).
Lagarde salientou ainda a importância de os países reduzirem subsídios a fontes de energia poluentes, como o carvão — que só na Índia causa 77 mil mortes prematuras anualmente. Mas chamou a atenção para que a retirada não afete os mais pobres e que sejam pensados mecanismos de subvenção direta a quem precisa da ajuda governamental, citando como exemplos experiências no Irã e na Nigéria.
— Eu tive a sorte de ter uma babá 25 anos atrás. Ela era polonesa. Uma vez cheguei em casa e as torneiras estavam abertas. Eu disse a ela: você tem que fechá-las, é muito caro. Ela respondeu: ‘Na Polônia (comunista) a gente não paga nada’. Isso é para pontuar que se não há preço (para o uso de recursos), não há custo, pode-se desperdiçar. Então, atribuir o preço correto é algo crítico e no que o FMI pode ajudar — afirmou Lagarde, que participará da Rio+20.
A diretora-gerente destacou duas vantagens da estratégia de usar o peso no bolso como mecanismo de conscientização e financiamento de iniciativas verdes. Por um lado, ao estabelecer um novo preço para o uso dos recursos, há o incentivo à mudança, com o desenvolvimento de novas tecnologias limpas e investimentos em eficiência energética e fontes renováveis. Isso terá impacto positivo sobre o crescimento e a criação de empregos.
Por outro, disse Lagarde, ex-ministra das Finanças da França, tributação, em tempos de restrição orçamentária ao redor do mundo, “ressoa bem com ministros de Economia”. Os técnicos do Fundo calculam que, nos Estados Unidos, uma taxação de US$ 25 por tonelada de carbono emitida resultaria em apenas 22 centavos de dólar a mais no preço do galão da gasolina, mas levantaria US$ 1 trilhão em receitas em dez anos (1% do Produto Interno Bruto americano).
Em outra estimativa, a taxação de emissões da aviação e da navegação internacionais teria o potencial de levantar US$ 25 bilhões — um quarto do que, segundo o FMI, os países ricos se comprometeram a levantar até 2020 para atenuar os efeitos das mudanças climáticas nas nações em desenvolvimento.
— O FMI não é uma organização ambiental, é uma instituição financeira internacional cujo objetivo é ajudar na estabilidade financeira do mundo. Mas não podemos ignorar o extenso sofrimento humano e a alocação deficiente de recursos que nos conduz ao caminho errado — disse Lagarde, que fez sua estreia no primeiro escalão do governo francês como ministra da Agricultura e da Pesca, período no qual o mercado de carbono da França foi iniciado.
O Fundo, segundo a diretora-gerente, está trabalhando para desenvolver ferramentas melhores para o uso da tributação e de sistemas de negociação de carbono e ajudar os países-membros na implementação dessas políticas. Um dos eventos dos quais a instituição participará na Rio+20 será sobre este tema. Estudos estão sendo feitos na área técnica do FMI e os primeirtos resultados deverão ser conhecidos no fim de 2012.
Caminho de desenvolvimento verde começa com retomada da estabilidade financeira
Lagarde afirmou ainda que o organismo está trabalhando junto com as Nações Unidas e o Banco Mundial para mensurar as reservas, os usos e os custos potenciais dos recursos naturais, uma espécie de PIB verde. A diretora-gerente não acredita que esta medida suplantará os indicadores tradicionais como referência, mas defendeu a iniciativa para aumentar a transparência da situação ambiental global e ajudar a formulação de políticas sustentáveis.
Para Lagarde, o caminho do desenvolvimento verde, porém, começa com o resgate da estabilidade financeira e do crescimento internacionais, ou seja, com a resolução da crise atualmente em curso. Isso porque se abrem oportunidades para políticas de médio e longo prazos que promovam reformas estruturais, especialmente nos países ricos, que reduzam o desemprego — há 200 milhões de desempregados hoje no mundo, 75 milhões dos quais são jovens — e preparem terreno para um novo ciclo de expansão sustentada e sustentável.
— A crise está hoje no topo das prioridades simplesmente porque é urgente. Mas mesmo difícil, longa, onerosa, a crise vai caminhar para a solução. Mas os desafios de longo prazo que nós temos, não podemos relegá-los a segundo plano, porque não vão desaparecer e têm que ocupar o topo das prioridades também. Essa é certamente uma mensagem que vou levar ao Rio — afirmou a diretora-gerente do Fundo.
Política, Lagarde evitou comentar a perspectiva de que a Rio+20 produzirá resultados muito tímidos, entre outros motivos pela ausência de líderes de países-chave, como Barack Obama, presidente dos EUA. Ela preferiu apostar na importância do diálogo permanente:
— Eu não quero me focar em que tal coisa pode ser um sucesso e tal coisa um fracasso. Da minha perspectiva, a meta é ser (um processo) continuado, avançar em direção a objetivos gerais da Rio+20. Não na quantia, na estrutura, alguma coisa que daria manchetes. Eu quero dizer apenas: estou aqui como diretora-gerente do FMI, temos expertise, no campo do preço, dos subsídios, de incorporar crescimento inclusivo. E queremos ajudar.
15 de Março (EIRNS)—Num pronunciamento
internacional pela web, feito em cinco idiomas, o economista de renome
mundial Lyndon LaRouche avisou que a bolha de jogo cambial
brasileira, no centro do sistema monetário internacional de Londres,
vai explodir a qualquer momento, e que a Rússia e outras nações que
esperam sobreviver devem juntar forças para impor uma abordagem global
"Glass-Steagall" para uma reorganização através de bancarrota que
aniquile essa bolha e todo o sistema imperial de espoliação.
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Numa vídeoconferência explosiva que está sacudindo
as capitais do mundo, LaRouche foi incisivo: “ Entrementes, há um
perigo crescente de explosão da moeda brasileira. Essa explosão, agora
iminente, significaria uma crise de quebra geral para todo o
planeta.''
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LaRouche identificou o papel central desempenhado
pela espoliação do Brasil, prisioneiro do império britânico, no
auto-destrutivo sistema monetário internacional estabelecido em agosto
de 1971, com o fim do sistema de paridade fixa. “Naquele ponto, os
britânicos organizaram uma conspiração financeira, centralizada na
figura de Lorde Rothschild, chamada Grupo Inter-Alfa. Hoje o Grupo
Inter-Alfa, que é baseado na especulação entre pessoas espanholas que
não gostaríamos de conhecer, está no Brasil em torno do Banco
Santander... O Grupo Inter-Alfa como um todo é o maior engodo neste
planeta. E toda a economia britânica depende financeiramente desse
logro, cuja principal base de operação está hoje no Brasil.
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(...)
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LaRouche diz que esse Grupo Inter-Alfa – a mesma
organização que conseguiu que o Presidente John F. Kennedy fosse
assassinado e depois criou o chamado BRIC com Brasil, Rússia, Índia,
China—como o grupo que controla posições vitais na Rússia de hoje e as
pessoas que são “o principal empecilho para salvar a Rússia da
destruição que ameaça atingi-la hoje, quando explodir a crise
brasileira, e que acontecerá.”
“Em outras palavras, do jeito que essa crise vai, a
crise financeira geral no mundo está a caminho de uma crise de ruptura
- não uma depressão, mas sim uma crise de ruptura”, afirmou. “Não
haverá nunca uma recuperação da economia no mundo, em qualquer lugar,
enquanto esse perigo existir! Se não eliminarmos Wall Street hoje, ou
o que seja equivalente a Wall Street hoje, os Estados Unidos não
existirão, e teremos uma crise na qual nenhuma nação existirá como
nação; entraremos em decadência.
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(...)"
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http://portugues.larouchepub.com/outrosartigos/2010/…_brasil.html
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Secret bureaucracy, it's just a lie
The devil's henchmen, in suit and tie
A sacred brotherhood; an ancient rite
Politicians and the double lives they hide
Violate your rights, no more equality
Surrender freedom, your social security
We, the people face unconstitutional lies
In greed we trust, in revolution we die
Our founding fathers are rolling in their graves
The land of liberty needs a regime change
Until you no longer know right from wrong
The constitution isn't worth the paper it's written on
Screams from the future, warn of calamity
The coming plagues of the new disease
The illuminati, one world currency
One world religion, one world everything
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Burocracia secreta, é apenas
uma mentira.
Capangas do diabo, de terno e gravata.
Uma Irmandade Sagrada, um rito antigo
Os politicos e as vidas duplas que eles escondem
Violaram seu direitos, sem mais
igualdade
Se render da liberdade, sua segurança social
Nos, as pessoas encaramos mentiras inconstitucionais
Na Ganancia nos confiamos, na revolução nós morremos
Nossos
pais fundadores se contorcem em seus tumulos
A terra da liberdade precisa de uma mudança de regime
Até que você já não sabe distinguir o certo do
errado
A Constituição não vale o papel em que está
escrita
Gritos do futuro, alertam para calamidade
As pragas vinda da nova doença
O illuminati, uma moeda mundial
Apenas uma religião,tudo apenas um
OBS: espero que esteja no topico certo, e me avisem se tiver algo de errado na tradução!
Nossa...não acredito que seja coincidência.
Escrito por Olavo de Carvalho
| 08 Novembro 2012
Artigos -
Globalismo
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Nas minhas leituras de juventude, mais de quatro décadas atrás, poucas perguntas me impressionaram como aquela que dá título à segunda parte de La Rebelión de las Masas, de José Ortega y Gasset: “Quién manda en el mundo?”
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O filósofo não a formulava em sentido metafísico, onde poderia ser respondida por algo como “Deus”, “o acaso”, “a fatalidade”, mas em sentido geopolítico, e chegava à conclusão de que era uma lástima a Europa ter perdido seu posto de liderança, cedendo a vaga para a Rússia e os Estados Unidos.
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A resposta parecia deslocada da pergunta. Estados, nações, governos e continentes não mandam. Quem manda são os indivíduos e grupos que os controlam. Antes da geo-política vem a política tout court. E aí tudo se complica formidavelmente. É fácil perceber quais Estados ou países predominam sobre os outros. Mas descobrir quem realmente manda num Estado ou país – e através dele manda nos outros -- é um desafio intelectual mais atemorizante do que o pode imaginar o analista político usual.
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(...)
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Graças a eles é que hoje a elite globalista fabiana, núcleo vivo do poder por trás de praticamente todos os governos do Ocidente, se tornou visível na sua composição e em detalhes do seu modus operandi ao ponto da quase obscenidade, tornando involuntariamente cômica a insistência de alguns em chamá-la de “poder secreto”. Clique no Google as expressões “Council on Foreign Relations”, “Bilderberg”, “Trilateral” e similares, e obterá mais informações do que seus neurônios poderão processar pelos próximos dez anos -- informações cujo nível de credibilidade varia desde a prova científica até a rematada invencionice.
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Em compensação, pouco ou quase nada se sabe das fontes profundas do poder na Rússia, na China e nos países islâmicos. Mesmo as descrições que temos da classe dirigente visível nessas regiões do globo são esquemáticas e superficiais, sem comparação possível com o meticuloso Who’s Who da elite ocidental. Isso explica-se facilmente pela diferença de acesso às fontes de informação. Uma coisa é pesquisar em arquivos e bibliotecas ocidentais, sob a proteção das leis e instituições democráticas, podendo até, nos EUA, furar a barreira da má-vontade oficial por meio do Freedom of Information Act. Coisa totalmente diversa é tentar adivinhar o que se passa por trás das muralhas impenetráveis do establishment russo-chinês.
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Nem a KGB nem os serviços secretos da China jamais deram acesso a pesquisadores independentes. Mesmo os arquivos do Partido Comunista da URSS voltaram a fechar-se após um breve período de tolerância, motivado não por algum súbito amor à liberdade, mas pela convicção ilusória, logo desmentida, de que os pesquisadores ocidentais eram majoritariamente simpáticos ao regime soviético.
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(...)"
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http://www.midiasemmascara.org/artigos/globalismo/13…o-mundo.html