Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

[Fixo] Judaísmo

Iniciado por lus_orkut em 29/04/2011 · 96 mensagens · página 2 de 2

geraldo_3#51
Audiência no dia de feriado religioso pode ser adiada

Da revista eletrônica Conjur

17/05/2011 - O ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal, suspendeu a decisão do Conselho Nacional de Justiça que cassou a recomendação, do Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, de que juízes acolham pedidos de adiamento para as audiências que recaiam no feriado judaico do Yom Kipur (dia do perdão).

Segundo o ministro, o ato do TJ-RJ, que só permite o adiamento que não prejudicar as partes, foi mera recomendação aos juízes e respeitou o princípio constitucional básico de respeito à crença religiosa. "Em momento algum, adentrou a seara da normatização. Interpretou, sim, a Constituição Federal e, sem discrepar da razoabilidade, sopesando valores caros em um Estado Democrático de Direito".

Marco Aurélio considerou que "ao Poder Judiciário é assegurada autonomia administrativa e financeira. A atuação do Conselho Nacional de Justiça limita-se ao âmbito administrativo e deve ser conciliada com a citada independência. A realização, ou não, de audiência circunscreve-se ao campo jurisdicional".

Segundo Fernando Lottenberg, advogado e secretário-geral da Confederação Israelita do Brasil Conib, o ministro Marco Aurélio demonstrou sensibilidade para com o assunto, respeitando, ao mesmo tempo, os princípios constitucionais e as prerrogativas do CNJ.

Falta de competência

O Mandado de Segurança no qual a medida cautelar foi concedida pelo ministro foi apresentada pela Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro e pela Associação Nacional de Advogados e Juristas Brasil-Israel.

O ato do TJ-RJ foi publicado no Diário Oficial do Estado em 4 de abril de 2006, nos seguintes termos:
geraldo_3#52
Por unanimidade, deliberou o Conselho da Magistratura em recomendar aos Excelentíssimos Senhores Juízes de Direito, em atuação no 1º Grau de Jurisdição, no sentido de, mediante prévio requerimento dos advogados de fé mosaica, sem prejuízo às partes, recolhidas as custas que forem devidas para eventuais intimações, acolher pedidos de adiamento ou de designação de nova data para as audiências que recaiam no feriado religioso do 'Yom Kipur' (Dia do Perdão).

Em 23 de novembro de 2010, o CNJ entendeu que o conteúdo da recomendação só poderia ter sido editado em lei federal, "pois o conteúdo normativo atinge a ordem processual".

O Conselho considerou que "a recomendação é ato normativo com certo grau de cogência, pois, nos casos em que o juiz admita terem sido preenchidos os pressupostos fáticos e jurídicos para sua aplicação, o seu descumprimento sistemático e ostensivo poderá da ensejo a sanções".
orkut_8#53
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, rejeitou a proposta feita pelo presidente americano, Barack Obama, durante discurso nesta quinta-feira, de que as fronteiras de Israel anteriores à Guerra dos Seis Dias sejam o ponto inicial para negociações para pôr fim ao conflito. A declaração representou a primeira vez em que um presidente dos EUA explicitamente adotou a posição de defender que as negociações para estabelecer um Estado palestino não militarizado tenha como base as fronteiras israelenses de 1967.

O premiê de Israel disse que um retorno de seu país às fronteiras de 1967 representaria um verdadeiro desastre para o Estado judeu. Na véspera de um encontro que terá na Casa Branca, na sexta-feira, Netanyahu classificou as fronteiras de 1967 como "indefensáveis" e disse que um retrocesso como esse poderia colocar em risco a segurança de Israel e fazer com que a maior parte dos assentamentos de colonos israelenses ficassem fora das fronteiras.

continua...

http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/premie+de+israe…5333117.html
priscila#54
Mubarack mostra a cara e diz a que VEIO: e ataca Israel FRONTALMENTE com esta proposta INDECENTE!
priscila#55
Eu honestamente proponho a todos que este específico tema - a proposta indecente do queniano filho da puta no intuito de ACABAR com Israel - seja tratado num tópico exclusivo; é uma notícia muito importante e tem que ter o correspondente destaque.
orkut_8#56
CONCORDO!!!
orkut_8#57
Se as Nações Unidas reconhecerem um Estado Palestino, em setembro, haverá aqueles que vão tentar comparar este caso com a criação do Estado de Israel em 1948, quando cinco países árabes invadiram o nascente Estado Judeu. Nota-se que as coisas foram viradas de cabeça para baixo, em 63 anos. Israel e seus apoiadores serão difamados e condenados ao ostracismo por ficar no caminho das aspirações palestinas.

De fato, a verdade é que tal desenvolvimento reflete que a realidade não mudou muito em todo esse tempo.

Assim como em 1948, quando o mundo árabe se recusou a aceitar a legitimidade de um Estado Judeu com base na partilha da Palestina num Estado Judeu e outro Árabe, isso continua hoje a ser o cerne do problema. E a razão pela qual a liderança palestina tem recusado negociar com Israel e no lugar disso tem preferido um movimento unilateral por um Estado Palestino.

Ao longo dos anos há um caminho contínuo de predominância deste tema, mesmo quando foram feitas declarações contra. Em 1948 assumiu a forma de rejeição de uma solução de dois estados e da guerra contra o Estado Judeu. Durante vários anos depois, houve o boicote árabe a Israel. Depois da guerra de 1967 houve os três Nãos – ao reconhecimento, as negociações, a paz – em Cartum. A OLP manteve a sua plataforma para a década de 1990 que chamava à destruição de Israel. E então, quando os palestinos pareciam finalmente se movendo em direção a aceitar a legitimidade do Estado Judeu , novas versões de hostilidade visceral surgiram, versões que às vezes mascararam as velhas intenções, mas por baixo continuaram as mesmas expressões.
orkut_8#58
Às vezes ela se manifestou em apoio de ou equivocadamente em relação ao terrorismo direcionado a Israel.

Outras vezes apareceu no ensino e na pregação do ódio contra o Estado Judeu, nas escolas, mesquitas e na mídia palestina. E um novo elemento entrou na equação quando o Hamas, grupo extremista islâmico com sua plataforma embebida de anti-semitismo e rejeição a Israel, venceu as eleições e se apoderou de Gaza.

Mais significativamente, apesar da retórica mais suave de alguns líderes palestinos, o núcleo da negação palestina da legitimidade de Israel continuou mesmo quando as negociações estavam acontecendo. Não só houve relutância em aceitar a definição de que Israel é um Estado Judeu (linguagem que estava no plano de Partilha das Nações Unidas, em 1947), mas a negativa palestina de renunciar ao “direito ao retorno” dos refugiados palestinos a Israel sinalizando aos israelenses que a guerra contra o Estado de Israel não havia terminado. O “direito ao retorno” era entendido no sentido de que Israel seria inundado com os descendentes dos refugiados originais trazendo a morte do próprio conceito de Israel com o Estado do Povo Judeu.

É neste contexto histórico que impulsionar o Estado Palestino unilateralmente deve ser visto. No coração da permanente necessidade de negociações sempre esteve à busca de Israel de obter dos palestinos a aceitação da legitimidade de Israel. Isso é o que explica a insistência do então primeiro ministro Ehud Barak em Camp David em 2000 de que qualquer acordo final exige um fim do conflito e um fim a todas as exigências do mesmo. De uma vez por todas aceitem o Estado Judeu.
orkut_8#59
E a história até o momento sugere que os palestinos, mesmo quando eles trabalham para o estabelecimento de um estado próprio, enxergam tudo através da ilegitimidade de Israel. Isso aparece na sua recusa de negociar com Israel nos últimos dois anos. O motivo alegado é que Israel continua a construir assentamentos. De fato, as negociações no passado, nas quais Israel ofereceu grandes concessões ocorreram mesmo com assentamentos sendo construídos. Ainda mais significativo é que se o objeto fosse trazer o fim à construção de assentamentos e até mesmo o desmantelamento desses assentamentos, as negociações seriam um assunto de primeira ordem nos negócios. A falta de vontade dos palestinos de sentar a mesa com os israelenses numa última análise, nos leva de novo ao núcleo da questão.

Isso se torna ainda mais evidente com outras duas tendências: o impulsoe que dão os palestinos à campanha de deslegitimação contra Israel e a unidade ao reconhecimento internacional do Estado Palestino.

Embora ambos os esforços estão enquadrados como uma reação à intransigência de Israel – a continuação da “ocupação”, a construção de assentamentos – o que eles realmente têm em comum é o mesmo fenômeno antigo: não ter que aceitar a legitimidade de Israel. O boicote, a retirada de investimentos e sanções (B.D.S[1]), estas campanhas contra Israel, por vezes, estão enquadradas focando na ocupação por parte de Israel, mas subjacente está a tentativa de rotular Israel com a etiqueta de “Apartheid”, não apenas pelo seu tratamento dado aos palestinos, mas pela própria existência do Estado Judeu.
orkut_8#60
do BDS:

“Algumas pessoas dizem que o BDS não é justo e não é eficaz.Mas Israel é uma democracia apenas para um grupo étnico. O movimento BDS liderado pelos palestinos chama Israel de um estado de Apartheid”A principal refutação disso é que Israel permite que os palestinos votem

É 1948 mais uma vez.

E assim chegamos à declaração unilateral de um Estado Palestino. A pergunta óbvia sobre esse desenvolvimento é por que os palestinos procuram esse resultado quando poderiam ter obtido muito mais através das ofertas feitas em Camp David e em Anápolis, que eles recusaram? A resposta é óbvia: teriam que ter aceitado a legitimidade de Israel, em troca do seu próprio Estado. Agora eles aparentemente obtêm sua própria legitimidade enquanto ainda continuam envolvidos na guerra contra Israel. Com efeito, se as Nações Unidas votam para apoiar a declaração unilateral de um Estado Palestino, a guerra para deslegitimar Israel vai decolar muito mais que no passado.

Que o mundo pareça prestes a comprar este modelo mais recente, de sinistro objetivo é uma tragédia. Porque é que tem e o quê fazer a respeito, são assuntos para um futuro comentário.

[1] B.D.S. Sigla para Boycot, Desinvestiment, Sanctions, que pode ser traduzido como Boicote a Israel, Retirada dos investimentos estrangeiros e Sanções internacionais.
orkut_8#61
http://www.pletz.com/blog/mais-do-mesmo/

texto de: Abraham Foxman, diretor geral da Liga Anti-difamatória, a ADL, famosa entidade judaica americana dedicada à luta contra o anti-semitismo.
wellintonlo#62
Ainda que Israel entregasse todo seu território e ficasse só com a cidade de Tel Aviv não haveria paz.
O problema não é político.
É teológico.
O discurso nas mesquitas,nas escolas,etc é que Israel deve ser destruído,,que o povo Judeu deve voltar para Europa...
É ser muito ingênuo pensar que a Jihad Islâmica, o Hezbollah, Hamas,a Jemaah Islamiyal,a Frente de Salvação Islâmica e outros centenas de pequenos grupos terroristas iriam aceitar terra por paz.

Viva Israel, SEMPRE!!!!
orkut_8#63
O Conflito árabe Israelense sempre aconteceu. Agora, o problema é que o ocidente tem virado as costas a Israel; a única democracia do médio oriente.

Isso demonstra o avançado estado de islamização, aspiração ditatorial e anti-semitismo em que está o ocidente.

Se os EUA quiserem deixar de apoiar as democracias do mundo e a democracia de Israel, fazendo a vontade do Hamas, o que resta de esperança para o futuro ocidental?

A América Latina vermelha já deixou claro que apóia o terrorismo palestino. A Europa está cada vez mais islamizada (por mulçumanos militantes conscientes da sua "missão colonizadora") e ,agora, os EUA, liderados por um subsidiador do terrorismo, declara a volta à guerra dos 6 dias...

Graças a Deus que nos EUA há uma oposição inteligente e atuante.
sepreparebh#64
Netanyahu Foi duro e incisivo em sua fala ao congresso norte-americano. Israel não entrega "NADA".

Viva Israel e a bravura de seu povo.

Aplaudido inúmeras vêzes.
sepreparebh#65
sepreparebh#66
Essa imagens dos soldados israelenses entrando na cidade velha, em direção ao Muro das Lamentações, cantando o hino nacional, é de arrepiar!!!
wellintonlo#67
wellintonlo#68
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wellintonlo#69
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vinni#70
Excelente vídeo, Wellinton.
vtor#71
Não me surpreendi ao pesquisar e ver que o senhor desse vídeo era judeu.
cleomar#72
Excelente vídeo, Wellinton.

[3]
joabe#73
wellington_2#74
Pelo menos com relação a Israel o coco blinder defende seu povo.

Menos mal.

PS: Tenho um amigo que acredita no protocolo de sião. Sei que o livro é uma farsa, mas precisava de material bibliográfico para comprovar.

Alguém tem uma sugestão? Ajudaria principalmente se fosse material online.
fortunatta#75
eder_2#76
queria entender porque cristões como nós, se idealiza tanto os Judeus, eles nem cristoes são.
ayrton#77
Cuma???
alexandre_21#78
Por ignorancia historica, politica e teologica...eh triste...e muita gente morre por isso.
cleomar#79
Não sei se o que vou falar é assunto para esse tópico,mas mesmo assim:
.
Ver a presidenta se metendo nas questões entre palestinos e Israelitas me deixa constrangido .
.
Será que a presidenta não tem problemas NACIONAIS para resolver?
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Que merda pô!
.
E ela e lula tentando cair de paraquedas no meio da história.
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E o mais hilário é ter que ver o "presidente" obama tentando dar uma remendada na merda que a presidenta falou .
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KKKKK,até ele !
joshenrique#80
Uma polêmica sobre as origens do povo judeu se deu no Blog de um famoso jornalista e professor universitário no site do correio do povo.

Trata-se do livro Invention Of The Jewish People de Shlomo Sand.

Vou postar alguns trechos dos primeiros posts do Blog que deram origem a polêmica.

“Sand desmascara o Moisés histórico.”
Noam Chomsky
•
Uma apresentação do livro de Sand:
« Eu sou judeu, se não pela religião, que não pratico, como tantos outros, ao menos, pelo nascimento. Não sinto em relação a isso nem orgulho nem vergonha, sendo, espero, suficientemente bom historiador para não ignorar que as predisposições raciais são um mito e que a noção da raça pura é um absurdo especialmente evidente quando pretende ser aplicada, na realidade, como aqui, a um grupo de crentes, recrutados, outrora, em todo o mundo mediterrâneo, turco-khazar e eslavo”. Para Marc Bloch, que assim se apresentava nas páginas introdutórias de seu livro ‘A estranha derrota”, a orihem khazar dos judeus askenazes era uma evidência que podia ser mencionada simplesmente de passagem. Essa verdade histórica é, contudo, rejeitada em Israel, pois contradiz os mitos fundadores. Shlomo Sand, historiador da Universidade de Tel Aviv, acaba de publicar uma obra que revisita esse passado esquecido, cujo ressurgimento ilumina tragicamente a realidade atual, a realidade de uma terra onde homens convertidos ao judaísmo travam, em nome da fé, uma guerra impiedosa a descendentes longínquos do ‘povo eleito’, os construtores do Templo: os palestinos”.
joshenrique#81
JMS – Mantêm suas ideias de que judeus atuais askenazes descendem dos khazares, um reino convertido ao judaísmo?

Sand – Claro que mantenho. É uma evidência. Só os ignorantes e os sionistas rejeitam isso. Em todos os sentidos, inclusive demográficos, os judeus do leste europeu não poderiam ter saído de onde se diz. A origem mítica judia é uma construção sionista do século XIX.

JMS – Para o senhor, como mostra em “A invenção do povo judeu”, o judaísmo é uma religião, não uma nação ou um povo. Significa que Israel não tem direito histórico ao seu território ou que deve dividi-lo com os palestinos?

Sand – Israel não tinha mais direito histórico algum sobre o atual território. Isso é loucura. Dois mil anos depois, com gente nascida por toda parte e de origens diferentes, que é direito é esse? Estou escrevendo uma continuação de meu livro, “O mito da terra de Israel”. Por que um brasileiro de remota origem judaica tem direito a ir morar em Israel e um palestino nascido em Jerusalém não pode voltar para a sua terra natal? Israel deve existir por ser um fato consumado. Recuar seria uma tragédia. Devemos formar uma confederação de dois estados nacionais para resolver o problema e ir em frente. Viveremos em paz quando formos israelenses, não judeus.

http://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado/?paged=3

Segue-se uma uma longa polêmica entre o autor do Blog e seus leitores.

O personagem em questão é Juremir Machado da Silva e é bem conceituado nos círculos literários e intelectuais de Porto Alegre, conforme pode-se ver pela Wikipedia.
As informações que constam lá estão corretas
http://pt.wikipedia.org/wiki/Juremir_Machado_da_Silva

Duas coincidencias com Janer Cristaldo.
São naturais da mesma cidade ( Santana Do Livramento) e fizeram doutorado na Sorbonne.
joshenrique#82
Então você conhece o livro?
Eu pergunto porque o livro foi apresentado como algo muito bem recebido pela critica especializada e que apresenta provas incontestaveis contra algo definido como "O mito fundador do Estado de Israel".
Lhe peço que você apresente alguma linha de refutação neste tópico, indicando no que consiste a eristica do livro.
Ele inclusive citou Morin, que já foi muito elogiado pelo Olavo.
joabe#83
Netanyahu faz um grande discurso; em vez de proselitismo, argumentos. Avaliem

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/netanya…tos-avaliem/
joshenrique#84
Obrigado pela atenção e pelas informações.
Na verdade eu não me referi à ninguem ao falar em critica especializada, por isso não coloquei aspas.
É que o autor foi entrevistado pelo dono do Blog e nessa ocasião afirmou que só sionistas fanaticos o acusam. Então a "crítica especializada" estaria ao seu favor.
Depois, debatendo com leitores que lhe enviavam críticas as teses do autor, o JMS insistiu que a "crítica especializada" estaria dando razão ao autor.
Eu coloquei que o livro foi apresentado como tal lá no Blog.

JMS – As críticas não o abalaram?

Sand – Tive mais elogios do que críticas. Grandes historiadores como Tony Judt, Marcel Détienne e Eric Hobsbawm me elogiaram. Edgar Morin me apoiou. Noam Chomsky gostou. Eles são muito mais importantes do que os sionistas que me atacaram. Críticas sionistas são comprometidas. Ganhei o Prix Aujourd’hui 2009, o mais importante prêmio atribuído pelos jornalistas franceses. Meu livro será traduzido em 21 línguas. Só os sionistas fanáticos é que o recusam. Só não conseguem refutá-lo.
joshenrique#85
"Para sustentar a alegação diante disso ele tem de levar a discussão para o terreno da genética."
Sim, ele recebeu contestações de genetistas e deu uma resposta que me pareceu eristica, embora conheça pouco sobre o assunto.

Shlomo Sand responde aos geneticistas

Shlomo Sand contestou a alegação de que seu livro foi refutado por uma pesquisa recente publicada na revista Nature. Em um novo posfácio para a edição americana do bolso de “A invenção do povo judeu, Sand escreveu: “Esta tentativa de justificar o sionismo pela genética não é diferente dos procedimentos do final do século XIX, quando antropólogos, muito cientificamente, buscavam localizar as especificidades dos europeus. Até hoje, nenhum estudo baseado em amostras de DNA anônimo conseguiu identificar um marcador genético específico para os judeus, e é improvável que uma pesquisa consiga isso algum dia. É uma amarga ironia ver os descendentes de sobreviventes do Holocausto procurarem uma identidade biológica judia. Hitler certamente ficaria muito feliz com isso! E é ainda mais repugnante que esse tipo de pesquisa seja realizada em um Estado que durante anos conduziu uma política declarada de “judeização “, no qual, ainda hoje, não é permitido a um judeu casar-se com um não-judeu”.
Eu penso que a tese dele só pode encontrar uma confirmação ou refutação definitiva passando pela genética.
Mas ele compara estudos de genética que poderiam que podiam refuta-lo com procedmentos pseudo-cientificos do passdo e diz que Hitler ficaria satisfeito ao ver os judeus procurarandi uma identidade biologica.
Isso me pareceu eristico.
julio_8#86
Direto do blog do colega Bruno Pontes

"O que disseram que o soldado disse"

"Seqüestrado na Faixa de Gaza em junho de 2006 pelo Hamas, o soldado israelense Gilad Shalit, na época com 19 anos, vinha sendo usado desde então como moeda de troca pelo bando empenhado em matar judeus, que passou os últimos cinco anos escarnecendo os familiares e compatriotas do refém."

http://brunopontes.blogspot.com/2011/10/o-que-disser…o-disse.html

vídeo da entrevista:

http://www.jpost.com/MiddleEast/Article.aspx?id=242317
ludwig#87

Irã espera ataque para enviar Israel ao “lixo da história”

O comandante da força aérea da Guarda Revolucionária, o general Amir Ali Hadjizadeh, declarou que o Irã espera que Israel cometa o erro de atacar o país para enviar o país vizinho ao “lixo da história”, informou a agência Fars.

“Uma de nossas grandes esperanças é que cometam tal ação, pois há muito tempo existe uma energia armazenada que esperamos utilizar para enviar os inimigos do Islã ao lixo da história”, declarou o general, ao comentar as ameaças de ataques israelenses contra as instalações nucleares iranianas. “O desenvolvimento de nossas capacidades balísticas não cessará nunca”, completou.

Nas últimas semanas, autoridades israelense ameaçaram atacar as instalações nucleares iranianas. O Irã advertiu Israel e os Estados Unidos contra qualquer ataque e ameaçou executar represálias não apenas contra Israel, mas contra os interesses americanos na região.

FONTE: AFP/Terra
cleomar#88
http://noticias.bol.uol.com.br/entretenimento/2013/0…mitismo.jhtmAssociação judaica acusa apresentador do Oscar de antissemitismo

crimson#89
Devo muito aos judeus,não fosse por eles eu não estaria agora curtindo um rock'n roll,tomando meu whisky,postando no face,depois irei ver filmes hollywoodianos,assistirei pornografia na net,Ron Jeromy e Gene Simons são os maiores  pegadores de gentias  cristãs infiéis.
             Sem os judeus tudo seria sem graça,não haveria comunismo,nem capitalismo,psicanalise ,ocultismo cabalistico,Anton Lavey e outros judeus satanistas famosos.Não teriamos um negro judeu no comando da maior nação do mundo,um judeu governando a Russia,uma judia governando o Brasil entre outros...
priscila#90
Voce se esqueceu do PRINCIPAL, meu caro:  do judeu da Casa de David que foi o Deus Encarnado, e que DEU a humanidade todos os principios magnos para que ela pudesse se orientar, e construir a maior e melhor civilizacao jamais existente - essa que ora TOMBA, detonada por imbecis imorais.

Neh mesmo?

Deus, nunca se esqueca, escolheu se encarnar num JUDEU DA CASA DE DAVID.

So, BEWARE.  Eh um bom conselho, acredite. Eu NUNCA o dou a toa.
crimson#91
O culto sobrenatural do “Judaico-cristianismo” é um paradoxo encontrado nos lábios de muitos cristãos, incluindo mesmo os conservadores.

Essa abominável invenção “Judaico-cristianismo” representa um tecido com a clonagem de genes humanos e animais ou quaisquer das outras misturas de alquimia de duas mutuamente contraditórias substâncias, que nós testemunhamos essas poucas últimas décadas no caldeirão moderno.

A próxima aprovação universal exercida por esse termo absurdo expõe em um relance o nível de ignorância histórica abismal que hoje se obtém.

Os Padres da Igreja não conheciam nenhuma tradição “Judaico-cristã”, na medida em que o Judaísmo não existia antes de Cristo.

Antes dele, havia a fé dos israelitas que gradualmente decaiu e foi subvertida pelos ensinamentos corruptos tais como foram transmitidos pelos fariseus e saduceus.

Essa corrupção foi grandemente expandida quando uma parte dos israelitas rejeitou o Messias, Yashua (Jesus), depois que seus líderes finalmente tomaram seus rumos para a Babilônia, quando a tradição oral oculta, corrupta e condenada dos sábios foi executada para a escrita e compilada como o Mishnah, compreendendo a primeira parte do Talmud. Nesta ligação, a religião Judaica nasceu.

É o Talmud, não a Bíblia, o sistema hermenêutico do Judaísmo ortodoxo.

http://judaismoemaconaria.blogspot.com.br/2012/01/fr…-crista.html

crimson#92
 Eu atualizo os leitores ao fato que a possibilidade de matar mesmo gentios inocentes esteja muito em voga entre os rabinos ultra-Ortodoxos de Israel atual.  É também uma importante lembrança do aviso de Jesus de “Guardai-vos com cuidado do fermento [engano e hipocrisia] dos fariseus [Judaísmo Talmúdico] e dos saduceus.” (Mateus 16, 6)
crimson#93
Mas embora Deus autorizasse duras medidas contra as religiões pagãs, o Antigo Testamento é desprovido de racismo: a convicção que outras pessoas são inerentemente más, degeneradas ou sub-humanas.  O Rei David, notavelmente, descendia de um Judeu, Boaz, e Ruth, uma Gentia fiel.  David incluiu Gentios corretos em seu exército, tal como Uriah, o Hitita.  Além disso, David tinha amigos íntimos como o Rei Sidônio Hiram, que construiu grandemente o Templo de Salomão.  Conversos Gentios como Rahab foram saudados na comunidade Hebraica.

Fariseus trazem o Racismo para Israel

O Racismo não entrou no Judaísmo até os Escribas e Fariseus, que migraram para Judéia da Babilônia vários séculos antes de Cristo.  Eles infundiram a religião e cultura Judaica com a idéia que os Gentios são moralmente inferiores e poluidores sobre a base da raça. O Antigo Testamento não faz uma tal afirmação, avisando somente contra a influência da idolatria Gentia sobre os Hebreus.  Os Fariseus introduziram uma superioridade racial no Judaísmo inaudível no Antigo Testamento.

Como resultado, os Judeus no tempo de Cristo eram profundamente racistas, convencidos de sua superioridade intrínseca aos “cachorros”(1) Gentios.  O bom Judeu nem mesmo falava com um Samaritano.(2)  Se um Gentio fosse agredido, roubado e atirado em um canal, um Judeu devoto, temeroso de ficar “impuro”, passaria do outro lado da estrada.
crimson#94
Cristãos Ingênuos

Cristãos e conservadores ficam ansiosos em acreditar que o Judaísmo é benigno em suas intenções como qualquer outra religião, e que as convicções de seus apologistas podem ser tomados em sentido literal. A verdade é que há muito boas razões pelas quais as lideranças Judaicas e mesmo muito dos leigos Judeus estejam visivelmente engajados no ativismo, litígio e legislação anti-Cristãos. Preste atenção da próxima vez que você escutar ou ler sobre os últimos processos contra símbolos do Natal, orações nas escolas, criacionismo Bíblico etc. Quase invariavelmente você encontrará os nomes de advogados, organizações Judaicos, ou mesmo pais ou estudantes Judeus como iniciadores de tal litígio.  O ativismo Judaico anti-Cristão existe hoje porque, milhares de anos atrás, os Fariseus se opuseram violentamente a Cristo e persuadiram a maioria dos Judeus a não segui-lo.  Tal antagonismo ao Evangelho está somente crescendo.

Hoje existe um racha entre o Judaísmo Ortodoxo, a posição de uma minoria da Judiaria mundial e o Estado de Israel, versus o Judaísmo Reformista (Judaísmo "secular"), um segmento muito mais amplo sumarizado pela ADL/ B’nai B’rith. Não obstante, ambos veneram o Talmud e a Cabala, e orgulhosamente guardam seus segredos dos olhos espreitadores dos Gentios.

Por essa razão, amantes da civilização Cristã deveriam suspeitar do que os modernos descedentes dos Fariseus nos contam a respeito de sua grandemente reservada religião.  O aviso de Jesus, ecoando através dos milênios, deveria ressoar em nossos ouvidos: “Cuidado com o fermento [ensinamentos] dos Fariseus.”
crimson#95
Mas a aposta dos Judeus foi recompensada. Lutero e os heréticos prevaleceram.

A Cristandade foi dividida. E, conforme os Judeus haviam previsto, uma Europa politicamente exausta e doutrinariamente dividida proveu-lhes o clima mais satisfatório para viver e trabalhar que eles haviam conhecido em 1500 anos.

Aquelas nações que permaneceram fiéis tentaram ficar limpas da influência Judaica. Em 1555, Roma ordenou sua população Judaica a estabelecer-se no interior do gueto. Em 1582, a Hungria expulsou todos os Judeus do país; assim como a Áustria em 1670, e França em 1682. Os estados protestantes, embora insignificantes, eram numerosos, e eles ficaram comprometidos em permitir os Judeus conspirarem conforme os contentasse.

Usando aqueles estados como bases, os Judeus pressionaram firmemente para derrubar todos os governos Católicos.

Repentinamente, na metade do século dezoito, veio o dilúvio.

Esquecendo a lição da Reforma, as nações Católicas pensaram em preservar sua segurança simplesmente por manter um olho na importuna raça. Agora, bem tarde, eles perceberam que os Judeus novamente alistaram os agentes Gentios para efetuar sua vontade: desta vez uma liga de ateístas de bastidores chamando-se de Franco-maçons. E esse grupo foi bem mais conscientemente (e brutalmente) dedicado a servir à causa Judaica do que foram os hereges da Reforma. Operando através do segredo e agentes estabelecidos em altos postos em todo país, os Franco-maçons encenaram uma série de revoluções oportunas, começando com o bárbaro desmembramento da França em 1789, e culminando com a derrubada dos Estados Papais, os próprios domínios do papa, em 1870. Em lugar dos tradicionais regimes de imposição da fé e limitadores de Judeus, os Maçons instalaram então uma rede de repúblicas constitucionais, modeladas para suas próprias especificações esclarecidas. Esses governos eram garantidos para dirigir a função dupla de (1) impedir eternamente a Igreja de ter a principal palavra na sociedade, e (2) permitir aos Judeus dirigirem o país.


http://judaismoemaconaria.blogspot.com.br/2007/07/ju…-judeus.html

cleomar#96
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O contexto desse tópico nessa comu, não é esse.
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