O sangrento "Cubo" é um filme canadense de 1997, e se trata de um dos melhores filmes de terror já lançados. É um filme que nos estimula a interpretar mais radicalmente o ser humano, de forma a compreender o que de fundamental pode existir em sua interação em sociedade.
A narrativa do filme se passa em um grande cubo, no interior do qual há milhares de outros pequenos cubos onde um grupo de pessoas encontra-se aprisionado sem ter a ciência de qualquer aparente explicação, buscando, então, juntas, uma saída para retornarem às suas vidas.
O que há de mais fascinante no filme é que ele nos remete a interpretar o filme como sendo um filme de "direita" por excelência.
O filme nos ensina muitos princípios e valores de convivência humanitária. Primeiro de tudo, o princípio basilar da moral de que a vida humana é um valor fundamental a ser perseguido a nível coletivo. Neste sentido, praticamente no filme inteiro as pessoas não procuram saídas individualmente, mas, ao contrário, buscam reunir seus esforços e habilidades para o caminho da liberdade, que é único, ou seja, tal qual a verdade, a liberdade encontra-se na verdade. Isso nos remete invariavelmente ao capítulo 8, versículo 32 do Evangelho de São João: "conhecereis a verdade e a verdade vos livrará." Remete-nos, também, à compreensão que na comunhão de esforços rumo à verdade e à liberdade encontra-se o princípio do bem comum.
A narrativa do filme se passa em um grande cubo, no interior do qual há milhares de outros pequenos cubos onde um grupo de pessoas encontra-se aprisionado sem ter a ciência de qualquer aparente explicação, buscando, então, juntas, uma saída para retornarem às suas vidas.
O que há de mais fascinante no filme é que ele nos remete a interpretar o filme como sendo um filme de "direita" por excelência.
O filme nos ensina muitos princípios e valores de convivência humanitária. Primeiro de tudo, o princípio basilar da moral de que a vida humana é um valor fundamental a ser perseguido a nível coletivo. Neste sentido, praticamente no filme inteiro as pessoas não procuram saídas individualmente, mas, ao contrário, buscam reunir seus esforços e habilidades para o caminho da liberdade, que é único, ou seja, tal qual a verdade, a liberdade encontra-se na verdade. Isso nos remete invariavelmente ao capítulo 8, versículo 32 do Evangelho de São João: "conhecereis a verdade e a verdade vos livrará." Remete-nos, também, à compreensão que na comunhão de esforços rumo à verdade e à liberdade encontra-se o princípio do bem comum.
