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maracutáia e mãe joana na Polícia Federal
Segundo ele, o objetivo era atribuir plano de atentado a autoridades aos traficantes Beira-Mar e Abadia, para justificar as escutas que já haviam sido descobertas e "segurar os dois aqui, porque têm muito dinheiro".
“Tudo isso foi uma farsa, eu pergunto ao juiz Odilon qual foi o advogado preso de Fernandinho durante a operação X, por passar informação dos presos para as quadrilhas em liberdade que planejavam o sequestro do filho do presidente Lula”, questiona Valdemir, sobre justificativa dada pelo Justiça Federal para as instalações das câmeras no parlatório e na sala íntima.
Na época, a PF informou que Beira-Mar e Abadia chegaram a ser levados para a sede da Polícia Federal para depoimento sobre o suposto plano. Depois, foi divulgado que escutas telefônicas e relatórios de observações de presos, que se comunicavam por mímicas, seriam avaliadas para verificar o envolvimento de policiais e agentes nas ações do grupo.
“Tudo isso foi uma farsa, eu pergunto ao juiz Odilon qual foi o advogado preso de Fernandinho durante a operação X, por passar informação dos presos para as quadrilhas em liberdade que planejavam o sequestro do filho do presidente Lula”, questiona Valdemir, sobre justificativa dada pelo Justiça Federal para as instalações das câmeras no parlatório e na sala íntima.
Na época, a PF informou que Beira-Mar e Abadia chegaram a ser levados para a sede da Polícia Federal para depoimento sobre o suposto plano. Depois, foi divulgado que escutas telefônicas e relatórios de observações de presos, que se comunicavam por mímicas, seriam avaliadas para verificar o envolvimento de policiais e agentes nas ações do grupo.