Comissão de Direitos Humanos do Senado deve votar PLC 122 AMANHÃ, quinta-feira.
A Comissão de Direitos Humanos (CDH) deve votar nesta quinta-feira (12) o substitutivo que a senadora Marta Suplicy (PT-SP) realizou no PLC 122, projeto que visa criminalizar a homofobia em território nacional.
O texto substitutivo propõe a não criminalização dos discursos feitos dentro de igrejas e tem causado polêmica entre os ativistas LGBT, que consideram uma descaracterização da lei.
A equipe da senadora rebate tal argumento e diz que a homofobia “será criminalizada” e que interferir nos discursos religiosos fere a “liberdade dogmática”. Mas, nas vias públicas, as agressões verbais, físicas e nos programas de televisão e rádio, a homofobia continua a ser criminalizada.
O Projeto de Lei Complementar 122/2006 é de autoria da ex-deputada federal Iara Bernardi (PT-SP) e foi aprovado em 2006 pela Câmara dos Deputados. Mas, desde que chegou ao Senado, tem enfrentado forte resistência das bancadas religiosas e conservadoras. O PLC 122 chegou a ser arquivado no começo deste ano. A senadora Marta Suplicy conseguiu recolher assinaturas para desarquivá-lo e agora inicia uma nova luta em torno da aprovação da criminalização da homofobia, que antes era tocada pela ex-senadora Fátima Cleide (PT-RO).
Parlamentares e ativistas da causa LGBT acreditam que agora é o “grande” momento de se votar o PLC 122 e também o casamento igualitário, nos mesmos moldes do projeto argentino. Acreditam que com a aprovação por unanimidade das uniões estáveis para casais homoafetivos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a imagem do Congresso Nacional ficou taxada de “atrasada” e que tal adjetivo tem incomodado as bancadas progressistas.
Acabei de confirmar no site do Senado. Amanhã, na Comissão de Direitos Humanos, o item 8 da pauta é o PLC 122/2006, que implantará uma verdadeira perseguição religiosa no Brasil. Todos os que, ainda que pacificamente, manifestarem-se contra a prática homossexual, poderão ser presos de 2 a 5 anos!
Não podemos aceitar que imputem a nós, cristãos, a categoria de discriminatórios, pelo fato de obedecermos os Mandamentos da Lei de Deus. Não podem nos colocar na cadeia por seguirmos nossa consciência.
Precisamos reagir o quanto antes contra este Projeto de lei.
Malha-se o ferro QUENTE, amigo: era ÓBVIO que seria imediato.
A OUTRA votação era uma espécie de "porta"para se poder votar ISTO, que é o REAL OBJETIVO desde o início.
NINGUÉM - exceto o pessoal que sabe das coisas, o mesmo conhecido grupo do qual os membros desta comunidade fazem parte - vai literalmente prestar a menor atenção, porque isto será apresentado como "complemento"de uma coisa que já foi votada. E na qual mais pessoas até prestaram atenção, mas a atenção se esgotou ALI.
É uma estratégia relativamente simples, e que funciona muito bem: vota-se PRIMEIRO algo irrelevante, para que algum estardalhaço ou celeuma ou reação se ESGOTE ali, em relação ao que é irrelevante. E imediatamente depois se vota aquilo que É de fato importante, como se fosse um "penduricalho"daquilo que já foi decidido...
E eu te garanto que ninguém vai nem mais NOTAR o que está sendo votado amanhã; para as pessoas, o que FOI votado era aquilo, a tal "união civil". NÃO a ação de repressão BRUTAL que será legalizada amanhã, e que vai passar praticamente desapercebida.
ESPERE sempre ISSO: é importantíssimo conhecer os métodos de ação do seu inimigo. Este é um princípio que deve estar sempre em mente: PRIMEIRO vão votar um "red herring", uma coisa sem tanta importância, para que se esgote ali a polêmica; o OBJETIVO virá imediatamente depois, apresentado como "complemento". E repito que ninguém notará a inversão estratégica.
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Repassando mensagem do Instituto Plínio Corrêa de Oliveira
Amigos,
Acabei de confirmar no site do Senado.
Amanhã, na Comissão de Direitos Humanos,
o item 8 da pauta é o PLC 122/2006, que
implantará uma verdadeira perseguição
religiosa no Brasil.
Todos os que, ainda que pacificamente,
manifestarem-se contra a prática
homossexual, poderão ser presos de
2 a 5 anos!
Não podemos aceitar que imputem a nós,
cristãos, a categoria de discriminatórios,
pelo fato de obedecermos os Mandamentos
da Lei de Deus. Não podem nos colocar
na cadeia por seguirmos nossa consciência.
Precisamos reagir o quanto antes
contra este Projeto de lei.
votando ou não sinceramente já não faz a menor diferença pq os movimentos gays e os militantes gays estão processando todo mundo e aplicando a lei mesmo sem ela sequer existir
E vejam, isso porque o Dep Bolsonaro é o único parlamentar que está engajado nessa oposição ao movimento gay, numa democracia, só haver um parlamentar lutando contra algo e, além disso, esse ser acusado de assassino, criminoso e homofóbico, já demonstra que a ditadura cultural e a perseguição religiosa já passaram a ser uma realidade nesse país.
Bolsonaro divulga folheto 'anti-gay' e troca insultos no Senado.
A senadora Marinor Brito (PSOL-PA) e o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) trocaram insultos e quase se agrediram fisicamente nesta quinta-feira, no Senado, depois que a Comissão de Direitos Humanos da Casa suspendeu a votação do polêmico projeto que criminaliza a homofobia no país.
Senadora Marta Suplicy retirou o projeto da pauta por ter ficado ASSUSTADA com a reação da sociedade em oposição ao Projeto de Lei
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Senador Magno Malta diz que a Presidente Dilma Roussef tem que ser chamada ao debate pois assumiu compromisso com os cristãos, antes das eleições (veja os vídeos abaixo)
Governozinho jaguará ,filho da puta que gospe na cara de DEUS!!!!!!
Se a maioria é contra e a sociedade inteira também é, pra que adiar essa porra??
Queima logo essa plc/122 por que a maioria do brasil é contra essa merda,arquivar o caralho ,queima logo isso!!!!
Engraçado é ver gente do naipe deste Magno Malta e do Marcelo Crivela. Andam aí de mãos dadas com o lulopetismo, trabalharam pelos caras nas eleições e agora vem querer combater a PL122, algo que eles ajudaram a fortalecer.
Engraçado é ver gente do naipe deste Magno Malta e do Marcelo Crivela. Andam aí de mãos dadas com o lulopetismo, trabalharam pelos caras nas eleições e agora vem querer combater a PL122, algo que eles ajudaram a fortalecer......... [2]
A pressão da bancada evangélica impediu a votação do projeto de lei complementar 122/06 que criminaliza os atos de homofobia. Ele seria votado nesta manhã na Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado. Em uma sessão que ao final contou com troca de xingamentos e ofensas entre o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) e a senadora Marinor Brito (PSOL-PA), o projeto foi retirado de pauta sem previsão de retorno.
Representantes da Frente Parlamentar Evangélica presentes à sessão pediram o adiamento alegando que devem ser realizadas audiências públicas, porque ele não teria sido suficientemente discutido no Congresso. "Precisamos debater à exaustão, sem privilegiar ninguém. Há pelo menos 150 milhões de brasileiros que não foram ouvidos", disse o senador Magno Malta (PR-ES).
O projeto de autoria da ex-deputada Iara Bernardi (PT-SP) tramita há dez anos no Congresso e somente em 2006 foi aprovado no plenário da Câmara. Relatora do projeto na CDH, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) queria tentar aprovar o seu parecer até a próxima semana, a tempo das comemorações do Dia Nacional de Combate à Homofobia, no próximo dia 17, que vão movimentar a Esplanada em Brasília.
Marta chamou a atenção para esse momento "de maior compreensão e humanidade" que se estabeleceu no País, a partir do recente julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que estendeu às uniões entre pessoas do mesmo sexo os mesmos direitos e deveres dos casais heterossexuais. "O Judiciário se pronunciou sobre um assunto que há 16 anos o Congresso não consegue se pronunciar", completou a petista. "Esse projeto tem a ver com tolerância, respeito e cidadania, vai ajudar a diminuir a violência contra homossexuais", concluiu.
A proposta modifica a Lei de Racismo para criminalizar também os atos de homofobia, estendendo a eles as mesmas punições impostas aos crimes de preconceito racial. O projeto pune com reclusão de um a três anos condutas discriminatórias, como recusar o atendimento a gays em bares e restaurantes e reprimir trocas de afeto em locais públicos, como beijos ou abraços.
O item mais polêmico pune com prisão, de um a três anos, e multa aqueles que induzirem ou incitarem a discriminação ou preconceito contra os homossexuais. A avaliação é de que padres e pastores serão proibidos de pregar contra a homossexualidade nas igrejas e templos religiosos. Na sessão desta manhã, integrantes da bancada evangélica pregaram adesivos na boca em protesto, alegando que o projeto reprime a liberdade de expressão deles.
Para atender às reivindicações da bancada evangélica, Marta incluiu uma emenda permitindo que todas religiões e credos exerçam sua fé, dentro de seus dogmas, desde que não incitem a violência. "O que temos na fé é o amor e o respeito ao cidadão. Me colocaram que o problema não era intolerância nem preconceito, mas liberdade de expressão dentro de templos e igrejas. O que impede agora a votação? O que, além da intolerância, do preconceito, vai impedir a compreensão dessa lei?", questionou Marta.
Na saída da sessão, durante uma entrevista coletiva de Marta aos jornalistas, o deputado Jair Bolsonaro e a senadora Marinor Brito trocaram xingamentos e ofensas mútuas. Bolsonaro exibia uma cartilha do Ministério da Educação (MEC), expondo o Plano Nacional de Promoção à Cidadania LGBT, que ele considera moralmente ofensivo à sociedade. Exaltada, Marinor deu um tapa no livreto e chamou o deputado de "criminoso". Bolsonaro retrucou chamando-a de "heterofóbica" e ambos partiram para a discussão. http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia/…mofobia.jhtm
O partido do Kassab deveria ter feito uma réplica:
Você conhece a Marta? Sabia que ela traiu o esposo e os filhos? Sabia disso? Como confiar a chefia de uma cidade a uma mulher que traiu o que há de mais importante: a sua família?
"Quando vejo o pessoal se esfregando na parada gay, debochando de tudo, se lambendo e se beijando de forma popular e democrática, vestidos de Village People, gogo-boy, Xuxa, noiva barbada e uma miríade de fantasias exóticas, a primeira coisa que me vem à cabeça é 'puxa, é óbvio que o que eles querem no fundo é adotar e criar filhos, levá-los ao parque de diversões e comer algodão doce, andar de roda gigante, frequentar reuniões de professores e festas juninas na escola…'"[http://www.midiaamais.com.br/cultura/6016-familia-ga…rismo-tatico]
Eu sou casado e tenho filhos. Um de meus filhos me passou uma tosse catarrenta que pode interromper este podcast daqui a dez ou quinze segundos. Meu outro filho me liga de seu computador, pelo Skype, interrompendo o podcast a cada dez ou quinze segundos. Eu invejo Gilberto Kassab, que é solteiro e sem filhos.
Marta Suplicy, como se sabe, recorreu a uma canalhice ao perguntar se Gilberto Kassab era casado e se tinha filhos. Ela foi torpedeada de todos os lados. Muita gente, inclusive de seu próprio partido, como Ideli Salvatti, argumentou que era um erro invadir a privacidade dos políticos. Se Ideli Salvatti argumenta de um jeito, eu argumento do jeito contrário. Na realidade, quanto mais devassada é a vida dos políticos, melhor. Nos últimos anos, a idéia de que a privacidade dessa turma tinha de ser resguardada foi usada para tentar acobertar episódios suspeitos como a venda da empresa de Lulinha para a Telemar, ou as festas promovidas pelos assessores de Antonio Palocci, ou os pagamentos de Renan Calheiros à sua amante.
Importa saber se Gilberto Kassab é homossexual? Importa saber se Marta Suplicy é adúltera? Para mim, de jeito nenhum. Mas compreendo que alguns eleitores possam se importar. Ninguém deve proteger os eleitores de sua própria obtusidade. E ninguém deve proteger os políticos de seu próprio comportamento.
A canalhice da campanha petista teve outro efeito muito benéfico. Mais do que responder a algum questionamento sobre Gilberto Kassab, ela ajudou a revelar o verdadeiro caráter de Marta Suplicy. Em primeiro lugar, ela está disposta a apelar aos métodos mais torpes e aos sentimentos mais rasteiros para se eleger à prefeitura. Em segundo lugar, ela mente. E mente desavergonhadamente. Ela mentiu desavergonhadamente quando declarou que as perguntas sobre o estado civil de Gilberto Kassab eram de todo inocentes. E mentiu desavergonhadamente quando atribuiu apenas ao seu marqueteiro a responsabilidade pelo comercial que continha aquelas duas perguntas.
Os petistas fizeram o governo mais promíscuo da história, rompendo todas as barreiras entre público e privado. Marta Suplicy e seu marido Luis Favre simbolizam essa promiscuidade melhor do que ninguém. Ao perguntar, em sua campanha, se Gilberto Kassab era casado e se tinha filhos, Marta Suplicy inadvertidamente abriu uma brecha nesse campo, permitindo que a gente indagasse sobre a vida particular dela, de seu marido e de todos os outros petistas. Eu tenho um monte de perguntas. O assunto? O de sempre, quando se refere ao PT: dinheiro.
Sobre o fato de ser casado e com filhos, só tenho um comentário a fazer: quer ficar com os meus, Kassab? Eu empresto.