"O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, defendeu nesta quinta-feira a realização de um plebiscito para decidir se o aborto deve ser legalizado no Brasil. O plebiscito é uma forma de consulta popular, prevista na Constituição Federal, em que a população é consultada antes de o governo tomar uma decisão."http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI1545204-EI306,00.htmlA "Rede Feminista de Saúde" está pressionando.
Sair dos corredores e ganhar as ruashttp://www.pt.org.br/site/secretarias_def/secretaria…is=16&cat=76"A defesa da descriminalização do aborto é a principal bandeira daqueles e daquelas que defendem os direitos das mulheres, não como retórica, mas como prática militante e parte integrante da superação do atual modelo político e econômico."Pensando eticamente sobre concepção, anticoncepção e abortohttp://www.pt.org.br/site/secretarias_def/secretaria…is=16&cat=76"Isso implica na legalização do aborto, na universalização do acesso á anticoncepção e ao aborto seguro, realizado em condições dignas, tanto quanto à universalização do acesso a serviços públicos que permitam levar a termo uma gravidez desejada ou assumida"Texto do Portal do PT sobre a Conferênciahttp://www.pt.org.br/site/secretarias_def/secretaria…s=16&cat=138"Uma das maiores surpresas do evento foi a aprovação por 26 das 27 unidades da federação da proposta da revisão das leis que descriminalizam e legalizam o aborto."Cartas de Apoiohttp://www.pt.org.br/site/secretarias_def/secretaria…6&cod_sis=16"a moção aprovada pelo 13º Encontro Nacional do PT a favor da descriminalização do aborto e pela saída dos/as parlamentares desse partido da Frente Parlamentar em defesa da vida - contra o aborto"Encontros Setoriaishttp://www.pt.org.br/site/secretarias_def/secretaria…7&cod_sis=16"A descriminalização do aborto, sua regulamentação e atendimento pelo SUS, independentemente de sua relação com um estupro, é um direito das mulheres e o Estado tem o dever de garantir que esse direito seja cumprido."
"As Jornadas pelo Direito ao Aborto Legal e Seguro foram criadas em fevereiro de 2004 por uma articulação do campo feminista e tem como objetivo impulsionar a revisão da legislação punitiva em relação ao tema, para garantir às mulheres o direito ao aborto seguro e impedir retrocessos no exercício dos Direitos Sexuais e Reprodutivos."
É certo que, para grande parte da população existe um dilema ético enorme.
Mas eu, neste ponto, sou pragmático. Quem é contra não vai ser obrigado a fazê-lo. Quem é a favor, poderá realizá-lo fora da clandestinidade (que é muito grande).
Na prática, teremos que optar entre interromper uma gravidez indesejada ou conviver com os possíveis delinquentes no futuro, fruto do abandono resultante.
Na prática, teremos que optar entre interromper uma gravidez indesejada ou conviver com os possíveis delinquentes no futuro, fruto do abandono resultante.
Ou seja, como alguém possivelmente um dia será um criminoso (uma possibilidade remota, diga-se de passagem), seria melhor que essas pessoas fossem abortadas o quanto antes, enquanto sejam fetos.
Graças a Deus, e vão perder por larga margem. Acabei de assistir a um programa de televisão ontem, com cinco retardadas furiosinhas e indignadinhas, que reconheceram isso - o Brasil é anti-aborto e anti-eutanásia, segundo elas por culpa do catolicismo (essa religião in-to-le-rá-vel) e da hipocrisia (esse tão útil rótulo que hoje designa qualquer um que não participe de surubas e não use drogas).
Então não farão o plebiscito, pelo menos no momento. Não antes de fazer uma campanha "humanitária" pelo aborto e pela eutanásia - e vamos rezar pra que a consciência dos (por enquanto) pro-vida agüente o tranco, e fique firme...
É, e nada impede que saiamos também matando criancinhas, ou não-criancinhas por aí, nesse caso!
Why not????? Pegam-se bebês e crianças, botam-se todos num forno crematório, e liga-se!
E nos livramos de possíveis assaltos futuros, né mesmo?!
Nossa, brilhante solução, já usada antes, se não me engano, inclusive!
Só não consigo me lembrar quando, onde e por quem!!!!!
Adult stem cell research projects continue to succeed outside the United States because the powerful American abortion industry continues to insist on unsuccessful embryonic stem cell research in the United States. In the case of a recently successful adult stem cell project for diabetics, "the research was done in Brazil because U.S. doctors were not interested in the approach." Read how pro-life Brazil just succeeded in using adult stem cells to help diabetics here. http://www.cnn.com/2007/HEALTH/conditions/04/10/diab…p/index.html
Senhor Deus dos Inocentes, então "há tantas coisas maiores para a gente se preocupar e se entristecer" ????? Quais?????
Se a mãe assassina não acha que o crime de matar seu filho é insuficiente como motivo de arrependimento e culpa, o que então será? Quais são as "coisas maiores"?????
De novo: Senhor Deus dos Inocentes, que a Vossa Justiça puna, em nome dos sacrificados à estupidez!!!!
Eu quero que a taxa de mortalidade para quem provoca aborto TENDA a 100%! SEJA 100%!
Por que é essa a taxa de mortalidade dos embriões inocentes e indefesos!
Olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé, fratura por fratura, queimadura por queimadura: assim quem feriu seja ferido.
The South Carolina House passed legislation requiring women to view ultrasound images of their fetuses before getting abortions. It would be the nation's first mandatory ultrasound law. Legislators refused to exempt cases of alleged rape, even if a judge found probable cause that the allegations were true.Arguments made against the bill:
1) The state already requires informed consent.
2) Clinics already offer ultrasound.
3) You're just trying to bully women.
4) Making a rape victim view the ultrasound is like making her relive the crime.
5) How will you force her to look at it?
Mais dados:
Arguments made against the rape exception:
1) Women will concoct rape stories.
2) If you allow abortions for rape victims, "Are you saying God creates mistakes with the lives he creates?" (For more, see Human Nature's columns on abortion regulation, fetal pain legislation, spousal notification laws, partial-birth abortion bans, and abortion reduction through birth control.)
Para compreendermos os mecanismos e estratégias estabelecidas para a legalização do aborto, da esterilização, do casamento “gay”, da obrigatoriedade da educação sexual nas escolas etc é necessário conhecer um documento “Confidencial” produzido pelo Conselho de Segurança dos Estados Unidos, liberado em 1989. Esse documento foi intitulado de “Implicações do Crescimento da População Mundial para a Segurança e os Interesses Externos dos EE. UU”, classificado como NSSM 200, também conhecido por “Relatório Kissinger” por ter sido assinado pelo Sr. Henry Kissinger, quando Secretário de Estado. Esse documento foi enviado a todas as embaixadas norte-americanas do mundo por aquele Secretário de Estado.
.....
Nenêm Salvo!!! e as Marcas que financiam o aborto.
Esse bebê nasceu com 18 semanas depois da concepção e hoje é uma criança normal e saudável. (Atenção especial ao relato de um denunciante quanto à indiferença dos chineses com uma criança recém nascida jogada na rua - com fotos tiradas pelo denunciante)
Que Deus proteja os inocentes em nome de quem lutamos, Sis.
E nos ajude nessa luta em Seu nome, e de todos os pequeninos indefesos e cuja defesa é nosso dever e nossa missão, que cumprimos com tanto empenho, e acima de tudo. Não estamos sozinhas nessa briga!
Amém.
"É como se o problema não existisse, fosse invisível"
André, que problema? O aborto É o problema. Se há clínica de aborto ilegal, tem que ser coibida e fiscalizada (cumpra-se a lei!). Se há desinformação, se informe. Não há problema que precise de plebiscito. Está se querendo criar um problema.
Isso é mania do Brasil: se há clínicas ilegais, se descriminaliza para não ter que combater? Que diabo de lógica é essa desse país?
Debate não necessariamente desagua em plebiscito. Até porque se vai ter plebiscito para ter debate, a ordem está invertida. Se falta entendimento, o plebiscito só pode vir numa hora errada.
André, começo a achar que ou você não sabe ler ou não quer se dar ao trabalho de ler nem os pouco acima.
Acabei dizer que se vai se fazer um plebscito para debater, alguma coisa está errada. A ordem das coisas, pra começar. Se precisar informar, informe o público. Quer debater? Debata. Não há proibição de debate. Se você está fazendo um plebiscito, afirmando que não há debate, o que se esperar do resultado? Será que foi realmente esclarecido?
Ser contra o plebiscito agora virou ser contra o debate? Fica foda conversar assim.
A minha opinião é que tentar adiar um plebiscito por uma suposta falta de informação da população e debate na sociedade é um subterfúgio para impedir a mudança da legislação.
André, você leu as últimas notícias??? Os abortistas NÃO querem mais o plebiscito.
André, deixa de ser bobo que a gente conversa numa boa. Não venha com essas afetações como "me dê o direito de ter minha opinião". Em nenhum momento sugeri que você não tivesse esse direito. E você é que veio mentindo, dizendo que eu queria interditar o debate. Sem afetação e mentira que a gente conversa normalmente.
Não acho que um plebscito seja a maneira de se debater. Debate sob pressão, ou com prazo curto, não pode ser debate saudável. O resto é balela do governo. O que se quer quando se joga um plebiscito nessas condições, obviamente, é querer que o povo dê sua opinião sem embasamento. Quem fizer a melhor propaganda, ganha.
O "sim" só perdeu no desarmamento (graças à Deus) porque se conseguiu uma virada no último momento. Mas você acha que teve um "debate produtivo"? Que se mudou alguma coisa?
O que eu disse desde o começo é que essa história de plebiscito=debate é embuste.
Outro problema do debate brasileira é a total falta de honestidade intelectual. Se você começa a vencer o debate (sim, eu acho que debates foram feitos para que se constate a superioridade de uma opinião sobre outra), quem está perdendo diz: "não adianta ficarmos discutindo, um não vai mudar a cabeça do outro", além de te acusar de arrivista, competitivo demais etc etc.
Ou apela para a tal "deixa eu ter a minha opinião", onde seria justo acrescentar "mesmo que você tenha provado logicamente que eu estou completamente errado".
A minha opinião é que tentar adiar um plebiscito por uma suposta falta de informação da população e debate na sociedade é um subterfúgio para impedir a mudança da legislação.
Como você declara, é a sua opinião: você acredita que o plebiscito é uma ótima ferramenta, um atalho, para realizar o que deseja, mudar a legislação. Mas o resto do pessoal que pretende mudar a legislação já mudou de idéia.
Fica bem claro pra mim, pela maneira como você escreveu o que negritei, que você não quer debate nenhum. Quer só o resultado. Acha que o debate convenceria as pessoas a fazerem o que você quer.
André, quer mais um fato pra provar que essa história de plebiscito é embuste? O "não" ganhou o do desarmamento. Mas mesmo assim o governo baixou pesadas leis que: acabaram com o porte de arma, tornaram crime grave tê-las, e deu um prazo para que se entregasse as armas (com uma esmola como "recompensa").
Ou seja, o desarmamento aconteceu de qualquer forma. O plebiscito foi um embuste, e o "debate" foi uma pesada propaganda contra as armas. Será que esse será o caminho do aborto também?
Que é cultural eu sei. E já comentei isso antes. O fato é que formalmente, esses plebiscitos do governo são embustes, e não trazem nada em termos de "debate".
A minha opinião é que tentar adiar um plebiscito por uma suposta falta de informação da população e debate na sociedade é um subterfúgio para impedir a mudança da legislação.
Você disse isso e ignorou completamente que agora são os que buscavam mudanças na lei que não querem mais o aborto. Ao fazer a afirmação acima, você se mostrou meio atrasado em relação aos fatos, e acusou quem não quer as mudanças na lei de usarem subterfúgios, quando na verdade é o pessoal que queria mudar a lei que está jogando sujo na história, pois queria plebiscito até descobrir que seria massacrado. Só posso deduzir que você, além de completamente desinformado, pela maneira que escreveu, acusativamente, é a favor de mudanças na legislação. Pode continuar fingindo que não formou opinião ainda, é uma estratégia que já cansei de assistir. Mas a mim não engana.
Você deveria se retratar pela acusação que fez, só isso. Isso é honestidade intelectual.
A minha opinião é que tentar adiar um plebiscito por uma suposta falta de informação da população e debate na sociedade é um subterfúgio para impedir a mudança da legislação.
O Matheus já cansou de dizer que plebiscito e debate são coisas diferentes. A acusação, além de falsa, cabe ao outro lado, o dos que querem mudanças na lei, então fica difícil concluir qualquer outra coisa que má fé e só me recorda a velha máxima de Lênin: Acuse-os do que você faz. Xingue-os do que você é.
O que você pode fazer, para minimizar o caso e manter as aparências de neutralidade que tanto deseja é se retratar.
Claro: eu não vou acreditar que você esteja em cima do muro. É mais do que óbvio que é a favor de alterações na lei. Se retratando você ia ficar um pouco melhor na foto, só isso.
O fato é que você acusou um grupo pelo qual não demonstrou simpatia de estar fazendo o que na verdade o grupo no qual você obviamente se inclui está. Se você queria continuar fingindo que está em cima do muro, devia, no mínimo, pedir desculpas.
Um tema desses é importante, e não vejo ninguém tratar dele nas eleições normais
Pois é. Eu lembro, por exemplo, que um padre teve seus aposentos revistados pela polícia no Rio pq tentou "alertar" a população de que um dos candidatos do PT tinha uma agenda abortista.
Duas pessoas foram presas em Belo Horizonte ao espalharem panfletos nas ruas informando que o programa de governo do PT tinha o compromisso com o aborto. Veja: eles foram presos por distribuir panfletos que falavam a verdade. Democracia? Debate? Aham.
Mais: Com 80% de rejeição como Lula pôde ter sido eleito sem que esse assunto sequer fosse mencionado? Como Alckmin (que diziam ser cristão e até mesmo membro da ultra-direitista-nazista-conservadora Opus Dei) sequer mencionou o assunto nos debates? Aliás, que belo teatro não? Tivesse o cristão "fake" tocado no assunto e Lula desmancharia como um vampiro sob a luz do Sol. Aliás o assunto "aborto" já havia decretado a derrota de Lula em 1990 quando Collor ameaçou trazer uma ex amante (exposa, sei lá) de Lula que teria sido forçada por ele a abortar. Lula sequer foi ao debate com medo da execração pública.
André, você só se faz de bobo mas acha que os outros são bobos também.
Reinaldo Azevedo soltou na lata do Ministro: "Se eu matar uma tartaruga, sou preso por crime inafiançável. O senhor não acha que os fetos merecem pelo menos a mesma segurança que as tartarugas?"!
Gaguejada, Paulo PT Markun cortando e ministro saindo pela tangente...
André, governar através de plebiscitos, criar e alterar a legislação através de plebiscitos, É, num país como o Brasil, um evidente instrumento de INTERFERÊNCIA ESTATAL indevida.
O Estado, esse monstrão obeso, propõe a pergunta que ELE, Estado, faz questão de formular (e você deve se lembrar de quão abstrusamente o Estado escolheu formular a pergunta lá no plebiscito do desarmamento, não?), na hora em que ELE, Estado, julga conveniente perguntar - e INDUZ a população a responder do modo como ELE, Estado, quer.
Brutal interferência. Odiosa intrusão.
Disfarçadinha de "ação democrática"!
Eu acho que, se a sociedade civil QUER mudar a lei, que se organize e pleiteie a mudança. Eleja os que são a favor da tal mudança (lembre-se do Rio de Janeiro - minha amada terra, e dominada pelos imbecis - mas que rejeitou a Feghali abortista, demonstrando com isso seu repúdio! Ninguém tem que "perguntar" mais nada, a resposta já foi dada!), manifeste-se publicamente na imprensa, demonstre seu desejo por todas as formas.
Espantoso que eu esteja aqui ensinando um modelo liberal a alguém que provavelmente se diz liberal: a conservadora aqui sou eu!!!!!
Não é questão de viabilidade, meu caro. Acontece que praticamente todos os da comunidade (inclusive eu) não achamos que a vida humana seja como a de um animal, que pode ser simplesmente sacrificada porque se crê que "existe em excesso". Por isso me oponho ao controle de natalidade, especialmente em relação aos países mais ricos, já que isso pode destruir suas populações em poucas décadas. Portanto, que fique claro que tanto o aborto como as esterilizações em massa como o controle de natalidade devem ser descartados.