- http://www.revistabula.com/posts/livros/livro-prova-…nao-e-ficcaoO livro “Vaticano S. A.”, do jornalista Gianluigi Nuzzi (usou os arquivos do Vaticano, mas não no capítulo sobre a máfia), infelizmente não é detalhado e reserva apenas 16 páginas às relações do IOR (Banco do Vaticano) com a máfia de Riina e Provenzano, os chefões que permanecem presos na Itália, depois de longo reinado de terror e corrupção na Sicília, outras partes da Itália e mesmo no exterior
Nuzzi recolhe trecho de depoimento do arrependido Francesco Saverio Mannoia: “Tinha ouvido Stefano Bontate e outros homens honrados [mafiosos] de minha família dizerem que Pippo Calò, Salvatore Riina, Francesco Madonia e outros do mesmo grupo de Corleone tinham investido somas de dinheiro em Roma por intermédio de Licio Gelli [chefão da Maçonaria italiana], que cuidava dos investimentos e que parte do dinheiro era investido no Banco do Vaticano. Dessas coisas eu falava com Bontate e Salvatore Federico, que eram os executivos de nossa família. Em essência, Bontate e Inzerillo tinham [Michele] Sindona [banqueiro italiano, chamado de o “banqueiro de Deus”], os outros tinham Gelli. No depoimento, Mannoia, o Químico (era refinador de heroína), assegura que o parlamentar italiano Marcello Dell’Utri é “colaborador” da Máfia.
Mannoia acrescentou: “Quando o papa [João Paulo 2º] veio à Sicília [em 1993] e excomungou os mafiosos, os chefes da máfia ficaram ressentidos principalmente porque levavam seu dinheiro para o Vaticano. Disso surgiu a decisão de detonar duas bombas diante de duas igrejas em Roma”.
Será que lá vem uma nova leva de difamação sobre a Igreja Católica?
Nuzzi recolhe trecho de depoimento do arrependido Francesco Saverio Mannoia: “Tinha ouvido Stefano Bontate e outros homens honrados [mafiosos] de minha família dizerem que Pippo Calò, Salvatore Riina, Francesco Madonia e outros do mesmo grupo de Corleone tinham investido somas de dinheiro em Roma por intermédio de Licio Gelli [chefão da Maçonaria italiana], que cuidava dos investimentos e que parte do dinheiro era investido no Banco do Vaticano. Dessas coisas eu falava com Bontate e Salvatore Federico, que eram os executivos de nossa família. Em essência, Bontate e Inzerillo tinham [Michele] Sindona [banqueiro italiano, chamado de o “banqueiro de Deus”], os outros tinham Gelli. No depoimento, Mannoia, o Químico (era refinador de heroína), assegura que o parlamentar italiano Marcello Dell’Utri é “colaborador” da Máfia.
Mannoia acrescentou: “Quando o papa [João Paulo 2º] veio à Sicília [em 1993] e excomungou os mafiosos, os chefes da máfia ficaram ressentidos principalmente porque levavam seu dinheiro para o Vaticano. Disso surgiu a decisão de detonar duas bombas diante de duas igrejas em Roma”.
Será que lá vem uma nova leva de difamação sobre a Igreja Católica?